AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição №9·Semana de 2026-09-24 a 2026-10-01·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os oito contratos das midterms guardam USD 23.01M, USD 0.91M a mais na semana. Quatro dos cinco preços publicados fecharam exatamente onde abriram, e o par da Câmara somou 100.00% nas duas pontas. O único movimento foi o dos republicanos no Senado, e ele sobrevive à normalização como 0.63pp, não como o ponto inteiro.

Câmara · Democratas

92.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 7.26M, o mais fundo dos oito livros. Fechou em 92.50% nos oito dias, e ao longo de 45 leituras o topo e o piso dele foram o mesmo número.

Câmara · Republicanos

7.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 5.49M, que receberam USD 0.30M de dinheiro novo, mais do que o lado democrata. Ele não ficou parado para chegar lá: alcançou 8.50% em 28 de setembro e passou dois dias ali antes de voltar.

Senado · Democratas

62.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 3.20M. Fechou em 62.50% nos oito dias, mas abriu a semana em 66.50% na madrugada de 24 de setembro, o mais alto que esta série guarda desde 14 de abril, e voltou até o meio-dia.

Senado · Republicanos

36.50%

↓ 1.00pp na semana

Sobre USD 2.32M, o livro de controle mais raso. O único preço que andou. A semana dele foi de 34.50% em 24 de setembro até 38.50% em 28 de setembro e desceu ao fechamento: uma faixa de 4.00pp em torno de um resultado de 1.00pp.

O quinto preço publicado, o de a eleição acontecer no prazo, fechou em 98.10%, sem variação na semana, sobre USD 0.50M. Ele andou mais do que os dois pares de controle: desceu a 97.80% em 29 de setembro e subiu a 98.30% em 26 de setembro. Os números semanais aqui são de fechamento a fechamento.

O que as pesquisas fizeram

A discordância vem antes da média, porque é ela o achado. Três rodadas nacionais fecharam campo nesta semana, e são as duas pontas da faixa mais uma no meio. Trinta e seis rodadas de vinte e nove institutos estão na janela de trinta dias, com média de D+8.11.

Maior

Angus Reid Global · D+14

Menor

Harvard/Harris · D+2

Distância entre institutos

12 pontos

As duas pontas tiveram campo nesta semana, com três dias entre elas. A Angus Reid Global ouviu 1.041 eleitores registrados até 25 de setembro e tem os democratas em 49 e os republicanos em 35. A Harvard/Harris ouviu até 28 de setembro: o recorte de prováveis votantes dela dá 51 a 49, e a amostra cheia, de 2.200 eleitores registrados, é um empate exato de 50 a 50. A rodada mediana é D+8 e a metade do meio vai de D+6 a D+10.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 25 de setembro a 1º de outubro

Os veículos passaram a semana auditando as próprias pesquisas. Em 29 de setembro o The Hill perguntou quão ruins são as pesquisas das midterms para os republicanos, e em 30 de setembro o Washington Post publicou uma análise com o título de se dá para confiar nas pesquisas, ao lado de um artigo de opinião sustentando que as pesquisas talvez já saibam quantas cadeiras os democratas vão ganhar na Câmara. Em 1º de outubro a NBC News publicou um explicador sobre como ela coleta os próprios dados de pesquisa. Quatro peças em três dias, na mesma semana em que três institutos vieram doze pontos separados.

O controle do Senado carregou a cobertura de campanha. O Washington Post publicou as nove cadeiras com maior chance de trocar de partido em 28 de setembro e as disputas que podem surpreender em 29 de setembro. No mesmo dia o New York Times noticiou que, em nove disputas decisivas de Senado, cinco republicanos não se comprometeram a fazer campanha com o presidente.

A economia e a guerra no Irã correram por baixo. A Fox News noticiou republicanos com medo de não terem feito nada para baixar preços, em 29 de setembro, e o The Guardian cobriu o anúncio de uma usina siderúrgica de 15 bilhões de dólares em Iowa, apresentado como tentativa de levantar as esperanças combalidas nas midterms, em 28 de setembro. Em 30 de setembro o The Hill trouxe a nora do presidente dizendo que a guerra no Irã pode lhe custar as midterms.

A nossa medição: Na direção as rodadas concordam: todas as trinta e seis põem os democratas à frente. O que uma rodada sozinha não mostra é a largura, e esta vai de D+2 a D+14. Se alguma pesquisa está certa não é coisa que a gente consiga medir. O quanto elas estão distantes entre si é, e nesta semana foram doze pontos.

O cruzamento da semana

Três institutos, uma semana, doze pontos de distância

A Angus Reid fechou campo em 25 de setembro em D+14. A Harvard/Harris fechou em 28 de setembro em D+2, com a amostra cheia empatada em 50 a 50. As duas são nacionais, as duas perguntam sobre o Congresso e as duas estão na nossa média. Não escolhemos entre elas, e o vão não é ruído a ser diluído na média: ele é a medição.

O mercado fechou a semana onde abriu, e não estava parado

Os cinco preços terminaram a 1.00pp dos fechamentos de 24 de setembro e três terminaram idênticos. Mas os republicanos da Câmara viajaram até 8.50% e voltaram, e o par do Senado abriu em 66.50% e 34.50% antes de assentar. Uma semana plana e uma semana parada são coisas diferentes, e esta foi a primeira.

A cobertura fez a pergunta que a dispersão já estava respondendo

Três veículos publicaram peças sobre se dá para confiar nas pesquisas entre 29 de setembro e 1º de outubro. Na mesma janela, a distância entre a rodada mais alta e a mais baixa da nossa média era de doze pontos. Não lemos uma coisa a partir da outra, e nunca subtraímos probabilidade de mercado de vantagem em pesquisa: o mercado precifica quem controla a casa e a pesquisa mede vantagem em votos.

Como ler este número

Por que publicamos a dispersão antes da média

Uma média de trinta e seis rodadas é um número só, e ele não consegue dizer se os institutos concordaram. Nesta semana eles não concordaram: a mesma pergunta, feita por três casas em três dias, produziu D+14, D+12 e D+2. A média é D+8.11 e ela é verdadeira, mas quem vê só ela não aprende nada sobre o quanto os institutos estavam distantes. É por isso que a faixa vem primeiro aqui: quando a dispersão é larga, a média resume uma discordância em vez de descrever um fato assentado.

Fontes

Mercado de previsão, fechamentos de 1º de outubro

Pesquisas, fontes primárias

Imprensa citada nas seções 4 e 5

Método

Os preços de mercado desta edição são os fechamentos de 1º de outubro, o último ponto registrado naquele dia no backup diário do nosso banco, comparados com os fechamentos de 24 de setembro. A série da Câmara começa em 29 de julho de 2026 e a do Senado em 14 de abril de 2026, então todo superlativo aqui quer dizer desde essas datas. Topos e pisos de série são medidos contra a série inteira registrada naquele backup, não contra a rota pública de histórico, que trava a janela em 90 dias e esconderia o começo da série do Senado. Uma leitura dupla certificada também foi tirada às 22:08 UTC de 1º de outubro e está relatada no rodapé do mercado. A média das pesquisas é a média aritmética simples de toda rodada nacional com campo nos últimos trinta dias, uma rodada por instituto por onda, escolhendo prováveis votantes sobre eleitores registrados sobre adultos quando uma casa publica mais de um recorte. Onda que a casa publica com outro instrumento, como uma cédula que nomeia os candidatos reais do distrito do entrevistado em vez da pergunta genérica, fica de fora e é listada com a prova. A cobertura de imprensa vem de uma lista fixa de 23 veículos, no máximo duas matérias por veículo, sem rótulo político de veículo nenhum.

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