AFOS Analytics
Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas
Semana em que mercado e pesquisa se moveram em sentidos opostos sobre o mesmo candidato. No mercado presidencial, Flávio Bolsonaro saiu de 23.90% na segunda para 27.10% na sexta, alta de +3.20pp, a maior variação semanal de um contrato individual no painel desde a Edição №1. Lula abriu e fechou a semana em 60.50%, com pico de 61.50% na quarta, de modo que o gap comprimiu de +36.60pp para +33.40pp inteiramente pelo movimento do adversário. O ponto negociável: foi exatamente nessa janela que as duas nacionais de maior peso do mês foram a campo e mediram Flávio caindo dentro das respectivas séries. A Genial/Quaest (BR-07181/2026, n=2.004, conf. 0.90) deu 1º turno 40 × 28, abaixo dos 29% de junho. A PoderData/Aya (BR-00059/2026, n=2.400) deu 40 × 34, abaixo dos 36% de 25/Jun. As duas discordam entre si por seis pontos de nível e concordam na direção. O mercado repreciou para cima o candidato que as duas mediram para baixo. Divergência de nível entre preço e urna é rotina no painel; divergência de direção na mesma janela não é. Não há, nos dados auditados, print ou evento de urna que explique a alta, e o pós-semana ajuda a caracterizá-la: entre 18 e 19/Jul Flávio devolveu 1.45pp dos 3.20pp, sem fato novo. E no domingo à noite veio o dado estrutural: Lula rompeu o piso de 60% pela primeira vez na série de julho, marcando 59.50% às 23h30 UTC de 19/Jul, com o gap em +33.85pp. Renan Santos, que a Edição №8 sinalizou como preço sem lastro, entregou a correção: ↓2.30pp no vencedor (10.10% → 7.80%) e ↓2.50pp no 3º lugar do 1º turno. O contrato presidencial acumula USD 113.9M. A próxima janela traz três nacionais em dois dias e a Datafolha em 24/Jul, a única com campo posterior à confirmação da tarifa de 25% pelo USTR.
1.Executive Summary
A semana 13-17/Jul produziu o tipo de divergência que o painel existe para capturar, e ela é qualitativamente diferente das edições anteriores. Nas Edições №6 e №7 a tensão a reportar era de nível: mercado precificando folga maior do que a margem de voto sustentava. Aqui a tensão é de direção. Flávio subiu 3.20pp no contrato de vencedor entre segunda e sexta, enquanto as duas nacionais que foram a campo naquela mesma semana o mediram em queda dentro de cada casa (Quaest de 29% para 28%, PoderData de 36% para 34%). Lula não se moveu nas duas pontas da janela, então toda a compressão do gap, de +36.60pp para +33.40pp, veio do outro lado do book. Não identificamos gatilho de urna ou evento datado que explique a alta, e registramos isso como ausência de causa conhecida, não como causa oculta. O comportamento pós-janela reforça a leitura de reprecificação sem lastro informacional: entre 18 e 19/Jul o contrato devolveu 1.45pp dos 3.20pp ganhos, e no domingo à noite o lado de Lula cedeu o piso psicológico de 60%, fechando em 59.50%, o primeiro fechamento abaixo desse nível na série de julho. Snapshot de mercado 19/Jul 23:21 BRT.
2.Por que o AFOS não suaviza
A indústria de agregação resolveria a semana com um número: a média das duas nacionais daria a Flávio algo perto de 31% no 1º turno. Esse número não foi medido por ninguém, não corresponde a nenhuma metodologia, e apagaria as duas informações que a janela produziu: a distância entre as casas e a direção comum delas.
Por que importa: divergência de nível entre probabilidade implícita e intenção declarada é estrutural e já foi coberta nas Edições №6 e №7. Uma média das duas nacionais teria produzido ~31% e transformado esta semana em mais um caso de spread. O que a decomposição mostra é outra coisa: Quaest e PoderData discordam em seis pontos de nível e concordam que Flávio recuou dentro de cada série, enquanto o contrato de vencedor subiu 3.20pp. Ressalva de método, obrigatória: preço de mercado é probabilidade de vitória, não margem de voto, então a comparação legítima é de direção e de convicção, não pp a pp. É exatamente por isso que a coincidência de direção, e não a distância de nível, é o dado desta edição. Segunda ressalva: o campo da Quaest fechou em 13/Jul, antes de o USTR confirmar a tarifa de 25% em 15/Jul, então parte da janela de mercado é posterior ao campo dela.
Registramos também o que enfraquece a tese, porque ela não é confortável para nós. O give-back de 18 e 19/Jul (27.10% → 25.65%) é consistente com a hipótese de que a alta foi ruído de convicção, mas também seria consistente com uma reprecificação legítima parcialmente revertida. Cinco pregões não distinguem as duas. As três nacionais de 21 e 22/Jul e a Datafolha de 24/Jul distinguem, e a Edição №10 volta a este ponto com o resultado, qualquer que seja.
O mesmo arcabouço que aplicamos ao Brasil, medir a distância entre o mercado de previsão e as pesquisas e conferir o sinal com o resultado real das urnas, já foi checado contra dez eleições em quatro continentes: França (2024, legislativa, caso mais recente do acervo), Coreia do Sul (2025, primeiro caso da Ásia), Peru e Colômbia (2026), Chile, Alemanha e Canadá (2025) e Reino Unido, México e Estados Unidos (2024). Em alguns casos o sinal foi de convergência, em outros de divergência, e o método reporta os dois sem ajuste retroativo. O dataset completo, com metodologia e código, é aberto sob Apache 2.0 e tem DOI permanente no Harvard Dataverse.
3.Cenários ponderados para a semana
Cenários para a janela 20-24/Jul, que traz três nacionais em dois dias (Real Time Big Data e Indexa em 21/Jul, Gerp em 22/Jul) e a Datafolha em 24/Jul, além da abertura do prazo de convenções partidárias em 20/Jul. É a primeira janela do ciclo capaz de arbitrar diretamente a divergência de direção desta edição.
As nacionais de 21 e 22/Jul replicam a direção medida por Quaest e PoderData, e o preço de Flávio consolida abaixo de 26%. Nesse caso o give-back de 18-19/Jul se estende, a alta de 13-17/Jul fica caracterizada como ruído de convicção sem lastro, e o gap volta a abrir para a faixa de +35pp. O rompimento do piso de 60% por Lula em 19/Jul se revela overshoot de domingo e é devolvido. Net-neutral para BRL: confirma o regime vigente em vez de alterá-lo.
A Datafolha de 24/Jul (n=2.004, campo 22-24/Jul) valida o nível da PoderData, medindo Flávio na casa dos 33-34% e o 2º turno em empate técnico. A leitura se inverte por completo: o rally de 13-17/Jul terá antecipado informação que as pesquisas de campo mais antigo ainda não capturavam, e o efeito de casa da Quaest, não o da PoderData, passa a ser a hipótese dominante. Este é o teste mais limpo do ciclo para a tese de que mercado antecipa pesquisa, e a Datafolha é a única da janela com campo posterior à confirmação da tarifa de 25% pelo USTR em 15/Jul. Compressão sustentada do gap abaixo de +30pp seria o sinal. Risco de reprecificação de ativos sensíveis a risco eleitoral.
As convenções partidárias, cujo prazo abre em 20/Jul e vai até 05/Ago, produzem fato de chapa que reprecifica os contratos de colocação. O PL precisa fechar com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e Flávio suspenso das visitas ao pai até meados de outubro por decisão de 13/Jul. O Novo chega sem vice definido, após Michelle Bolsonaro descartar a vaga em 19/Jul. Uma ruptura de palanque, federação inesperada ou desistência no pelotão da terceira via move o contrato de 2º lugar (Flávio a 81.00%) mais do que qualquer pesquisa da janela. São contratos de volume duas ordens de grandeza menor que o de vencedor, portanto reprecificação rápida com pouco fluxo.
4.Indicator Grid
| Contrato | Atual | Δ semana | Vol USD acum. | Leitura implícita |
|---|---|---|---|---|
| Flávio · vencedor | 27.10% | ↑3.20pp semana | 7.44M | Maior variação semanal de um contrato individual desde a Edição №1, contra a direção medida pelas duas nacionais da janela. Devolveu 1.45pp em 18-19/Jul |
| Gap Lula × Flávio | +33.40pp | ↓3.20pp semana | 113.9M | Compressão 100% pelo adversário; Lula imóvel em 60.50% nas duas pontas. Rompeu para +33.85pp no domingo com Lula cedendo o piso de 60% |
| Lula · vencedor | 60.50% | 0.00pp semana | 7.41M | Ancorado a semana inteira, com pico de 61.50% na quarta. Rompeu o piso de 60% só em 19/Jul às 23h30 UTC, fechando em 59.50% |
| Renan Santos · vencedor | 7.80% | ↓2.30pp semana | 8.14M | A correção sinalizada na Edição №8 se materializou; as nacionais o medem entre 3% (Quaest) e 6% (PoderData) |
| Renan · 3º lugar 1º turno | 68.00% | ↓2.50pp semana | 144k | Perda de convicção na colocação, não só no vencedor. Caiu mais 4.00pp em 19/Jul, para 64.50%, no mesmo pregão em que Ciro Gomes o citou como possibilidade de voto |
| Flávio · 2º lugar 1º turno | 81.50% | ↓2.00pp semana | 181k | Cedeu no returno na mesma semana em que subiu 3.20pp no vencedor: dois contratos sobre o mesmo candidato em sentidos opostos |
| Michelle Bolsonaro · vencedor | 2.20% | ↑0.10pp semana | 9.06M | Quarto maior volume do book sem pré-candidatura presidencial declarada; descartou ser vice de Zema em 19/Jul |
| Ronaldo Caiado · vencedor | 1.30% | ↓0.20pp semana | 4.98M | Mede 4% no 1º turno nas DUAS nacionais da janela, o número mais estável do pelotão, e vale 1.30% no contrato de vencedor |
| Romeu Zema · vencedor | 0.60% | ↓0.30pp semana | 4.41M | Mede 4% na PoderData, dois terços do que Renan mede na MESMA pesquisa, e vale cerca de um treze avos dele no preço |
| STF impeach < 2027 | 3.55% | faixa de ruído | 83k | Volume três ordens de grandeza abaixo do presidencial; variações de décimos não sustentam leitura. O dinheiro real segue precificando atrito, não ruptura |
5.Liquidez e estrutura de mercado
Os três maiores volumes acumulados do book seguem em contratos precificados abaixo de 0.20%: Tarcísio (USD 13.49M a 0.15%), Carlos Massa (USD 10.36M a 0.05%) e Eduardo Bolsonaro (USD 10.26M a 0.15%). São posições antigas nunca desmontadas, volume legado e não tração corrente. A regra de leitura vale para qualquer uso deste book: volume acumulado mede interesse histórico, não convicção corrente, e quem o usar como proxy de confiança atual vai ler o painel ao contrário. A mudança relevante em relação à Edição №8 está no 5º lugar: Renan Santos deixou de ter probabilidade de dois dígitos (10.25% na №8, agora 7.85%) enquanto manteve a liderança de volume entre os contendores vivos, com USD 8.18M contra USD 7.46M de Flávio e USD 7.49M de Lula. Ele perdeu preço sem perder fluxo, que é o padrão de um contrato em correção ordenada, não em capitulação.
Os 5 maiores volumes acumulados respondem por ~USD 51.4M (~45%) do mercado presidencial (total USD 113.9M). A leitura cruzada de preço × volume da semana está no topo: a alta de 3.20pp de Flávio foi feita com fluxo real e equilibrado entre os dois principais contratos (USD 7.44M dele contra USD 7.41M de Lula no fecho da sexta), ou seja, não foi movimento de book raso. Isso torna a hipótese de ruído menos trivial e é a principal evidência contrária à tese desta edição, registrada como tal. Spike de volume baixo (USD <500k) em contrato individual segue devendo ser tratado como ruído até confirmação de fluxo recorrente.
6.Calendário de prints price-relevant
| Data | Amostra | Por que importa | |
|---|---|---|---|
| Seg 20/Jul | Abertura das convenções partidárias | não é pesquisa · prazo até 05/Ago | Converte pré-candidatura em chapa registrada; move contratos de colocação, os de menor volume e maior sensibilidade do painel |
| Ter 21/Jul | Real Time Big Data (nacional) | n=2.000 · BR-09247/2026 · conf. 0.90 | Primeira nacional pós-rally; testa diretamente se a alta de 3.20pp de Flávio tinha lastro de urna |
| Ter 21/Jul | Instituto Indexa (nacional) | n=2.000 · BR-02904/2026 · conf. 0.70 | Segunda leitura nacional do mesmo dia; permite checagem cruzada de campo entre duas casas |
| Qua 22/Jul | Gerp (nacional) | n=2.000 · BR-05026/2026 · conf. 0.70 | Casa que deu empate no 1º turno em 08/Jul e Flávio vencendo o 2º; série própria com histórico de outlier favorável a ele |
| Sex 24/Jul | Datafolha (nacional) | n=2.004 · BR-01166/2026 · conf. 0.90 · campo 22-24/Jul | O print que arbitra a edição. Maior confiabilidade da janela e único com campo posterior à confirmação da tarifa de 25% pelo USTR em 15/Jul |
Fonte: registro TSE via API AFOS. Status 'registrada ≠ publicada' segue valendo: as datas são as declaradas pelos institutos no registro, e institutos podem atrasar ou cancelar divulgação. Nota sobre a Datafolha, porque circulou confusão no fim de semana de 18-19/Jul: o instituto não divulgou pesquisa presidencial em julho até o fechamento desta edição. O registro mostra campo de 22 a 24/Jul e as matérias do período antecipam o levantamento, sem números. Confirmação de divulgação efetiva exige duas fontes primárias antes da citação de qualquer resultado.
7.Watch list, gatilhos da semana
- A Datafolha de 24/Jul arbitra esta edição. É a de maior confiabilidade da janela (0.90, n=2.004) e a única com campo posterior à confirmação da tarifa de 25% pelo USTR em 15/Jul. Se medir Flávio perto de 33-34%, o rally de 13-17/Jul terá antecipado informação e a hipótese de ruído cai. Se medir perto de 28%, a divergência de direção desta edição se confirma como reprecificação sem lastro.
- O piso de 60% de Lula foi rompido. Fechou em 59.50% às 23h30 UTC de 19/Jul, o primeiro fechamento abaixo desse nível na série de julho, com o gap em +33.85pp. Se sustentar abaixo de 60% após as nacionais de 21 e 22/Jul, deixa de ser overshoot de domingo e passa a ser mudança de patamar.
- Os dois contratos de Flávio discordam entre si. Na mesma semana, o contrato de vencedor subiu 3.20pp e o de 2º lugar do 1º turno caiu 2.00pp. A leitura consistente é que o mercado elevou a probabilidade de ele ganhar condicionalmente a chegar ao returno e reduziu a de ele ser quem chega lá. Contratos de colocação têm volume duas ordens de grandeza menor, então pode ser artefato de profundidade; se persistir por mais uma janela, exige explicação estrutural.
- Renan corrigiu preço sem perder fluxo. Caiu 2.30pp no vencedor e 2.50pp no 3º lugar, e ainda assim manteve o maior volume acumulado entre os contendores vivos (USD 8.18M). Em 19/Jul perdeu mais 4.00pp no 3º lugar, no mesmo pregão em que Ciro Gomes o citou nominalmente como possibilidade de voto. Narrativa e preço apontaram em sentidos opostos, e não há evidência de que um explique o outro.
- As convenções são o primeiro evento estrutural do calendário. Prazo de 20/Jul a 05/Ago. O PL fecha chapa com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e Flávio suspenso das visitas até meados de outubro; o Novo chega sem vice após Michelle descartar a vaga em 19/Jul. Vigiar os contratos de 2º e 3º lugar, não o de vencedor: é neles que definição de palanque reprecifica.
8.Metodologia
AFOS Tradeoff agrega três sinais sem mediá-los em composto: Polymarket (denominado em USD, latência ~30min), pesquisas registradas no TSE (intenção declarada, periodicidade variável) e 400+ fontes de imprensa (event flow). Quando os três divergem, a divergência é o sinal, não o consenso. Volume USD é reportado junto da probabilidade implícita para separar convicção de spike artificial. Liquidez (profundidade de book) não é citada inline: liquidez baixa em Polymarket não significa preço errado, o mercado é arbitrado continuamente.
Deltas semanais desta edição vêm de snapshots persistidos em base própria, não de reconstrução retroativa. Nota de transparência sobre a coleta: três séries históricas retornaram vazias na primeira consulta e nenhuma delas era ausência de dado, mas falha de casamento de nome na consulta. Foram recuperadas com controle positivo antes do fechamento. Ausência de resultado de busca não é evidência de ausência do fato, e tratá-la como tal é o erro que produziu a correção publicada na Edição №8.
9.Leitura adicional · cobertura macro
Matérias e seções relevantes da semana em veículos de referência. AFOS Tradeoff é fonte primária (Polymarket + TSE + pesquisas); as referências abaixo são leitura complementar para alinhamento de contexto macro. Atenção: parte opera com paywall.
- Folha de S.Paulo · Ciro Gomes cita Caiado e Renan Santos como possibilidades de voto e ignora Flávio Bolsonaro (19/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/ciro-gomes-cita-caiado-e-renan-santos-como-possibilidades-de-voto-e-ignora-flavio-bolsonaro.shtml
- O Globo · Pivô de briga entre Flávio e Michelle, Ciro Gomes avalia apoiar candidaturas de Caiado ou Renan Santos (19/Jul)(paywall), oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/07/19/pivo-de-briga-entre-flavio-e-michelle-ciro-gomes-avalia-apoiar-candidaturas-de-caiado-ou-renan-santos-na-presidencia.ghtml
- Gazeta do Povo · Ciro sinaliza apoio a Caiado ou Renan e deixa Flávio Bolsonaro fora do radar (19/Jul), www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/ciro-sinaliza-apoio-caiado-renan-deixa-flavio-bolsonaro-fora-do-radar/
- Estadão · Governo Lula dribla arcabouço e aposta em pacote de crédito de R$ 145 bi em ano eleitoral (19/Jul)(paywall), www.estadao.com.br/economia/governo-lula-dribla-arcabouco-e-aposta-em-pacote-de-credito-de-r-145-bi-em-ano-eleitoral/
- Folha de S.Paulo · Trump pode interferir na eleição para favorecer Flávio Bolsonaro e gerar caos, diz brasilianista (19/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/trump-pode-interferir-na-eleicao-para-favorecer-flavio-bolsonaro-e-gerar-caos-diz-brasilianista.shtml
Referências de contexto macro. O sinal primário desta edição (alta de 3.20pp de Flávio entre 13 e 17/Jul contra a direção medida por Quaest e PoderData na mesma janela, e o rompimento do piso de 60% por Lula em 19/Jul) é observação direta do pricing Polymarket cruzado com o registro TSE, não derivado das matérias acima.
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