AFOS Tradeoff · Brazil Political Risk Weekly

AFOS Analytics

Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Brasil·Edição8·Semana de 6-10 julho 2026·Publicada Segunda 07:00 BRT
Sinal da semana

Semana de duas reversões, uma no preço e outra no dado. No preço, o gap Lula × Flávio abriu a segunda-feira a +39.05pp, a 0.50pp do recorde do ciclo, fechou a sexta a +37.95pp e seguiu comprimindo até +37.25pp no domingo (↓1.80pp na janela), com Lula perdendo o 61% (61.50% → 60.50%). O give-back que a Edição №7 sinalizou como possível overshoot se confirmou. No dado, uma correção que precisamos fazer de frente: a Edição №7 afirmou que a janela 06-12/Jul não traria nenhuma pesquisa nacional registrada. Isso estava errado. Duas nacionais foram publicadas em 08/Jul, ambas registradas no TSE desde 02/Jul, e ficaram invisíveis para nós por um bug de classificação de escopo na nossa ingestão do TSE, corrigido em 12/Jul. Elas importam, e muito: a Meio/Ideia (BR-05628/2026, n=1.500) deu 1º turno Lula 40.4 × Flávio 32 e 2º turno 45 × 40; a Gerp/AESP (BR-03067/2026, n=2.000, campo 3-7/Jul) deu EMPATE no 1º turno (36 × 36) e Flávio VENCENDO o 2º (45 × 42). É a primeira nacional do ciclo a pôr Flávio à frente no returno. Duas pesquisas, mesma data de publicação, vencedores opostos no 2º turno. A Gerp é instituto de menor porte e já era outlier em 24/Jun, então uma pesquisa não vira tendência. Mas o fato negociável muda: o mercado sustentou um gap de ~+38pp durante uma semana em que existia, publicada e não precificada, uma nacional que empatava o 1º turno. Abaixo do topo, Renan fez um V violento no vencedor (9.55% → 8.25% na quinta → 10.05% na sexta) e Caiado subiu no 3º lugar do 1º turno (12.5% → 15.5%). O contrato presidencial acumula USD 112.2M (USD 111.9M no fecho da sexta). A próxima janela é densa: quatro nacionais entre 13 e 16/Jul, incluindo Quaest (n=2.004) e PoderData (n=2.400).

1.Executive Summary

Gap Lula × Flávio
+37.25pp
↓1.80pp na semana
Abriu a segunda a +39.05pp, a 0.50pp do recorde do ciclo, e reverteu; o give-back que a Edição №7 sinalizou como possível overshoot se confirmou. Lula perdeu o 61% e o gap seguiu comprimindo no fim de semana
Gerp/AESP · 2º turno (08/Jul)
45 × 42Flávio
1ª do ciclo a pôr Flávio à frente
Nacional publicada DENTRO da janela e não precificada; empate no 1º turno (36 × 36). Outlier conhecido, mas quebra a unanimidade das pesquisas
Caiado · 3º lugar 1º turno
15.50%
↑3.00pp na semana
Dobrou de patamar no contrato (12.5% → 15.5%) e é o único nome da 3ª via a ganhar terreno estrutural sem depender de momentum de preço no vencedor

A semana 06-10/Jul reverteu a arrancada da anterior. O mercado presidencial abriu a segunda com o gap a +39.05pp, a 0.50pp do recorde do ciclo, fechou a sexta a +37.95pp e seguiu comprimindo até +37.25pp no domingo (↓1.80pp na janela), com Lula devolvendo o 61% (61.50% → 60.50%) e Flávio recuperando no fim de semana (22.45% → 23.25%). O give-back que a Edição №7 sinalizou como possível overshoot se materializou, e o gap não voltou a testar o topo. Mas o fato mais relevante da janela não estava no preço, e nós não o vimos na hora: duas pesquisas nacionais foram publicadas em 08/Jul, dentro da semana coberta, e ficaram fora do nosso corte nacional por um bug de classificação de escopo na ingestão do TSE (corrigido em 12/Jul). A Meio/Ideia manteve Lula à frente (2º turno 45 × 40). A Gerp/AESP deu empate no 1º turno (36 × 36) e Flávio vencendo o 2º (45 × 42), a primeira do ciclo a fazê-lo. O leitor precisa das duas ressalvas: a Gerp é instituto de menor porte, com confiabilidade 3, e já era outlier na rodada de 24/Jun, sistematicamente mais favorável a Flávio que o consenso do primeiro escalão. Uma pesquisa não vira tendência. O que muda é o enquadramento: o mercado carregou um gap de ~+38pp durante uma semana em que existia, publicada, uma nacional que empatava o 1º turno. Snapshot de mercado 12/Jul 20:26 BRT.

2.Por que o AFOS não suaviza

A indústria de agregação reduz 'o mercado versus as pesquisas' a uma leitura única e suavizada. Nesta semana, a média não apagaria só a tensão entre mercado e pesquisa: apagaria a tensão ENTRE AS PESQUISAS. Duas nacionais publicadas no mesmo 08/Jul apontam vencedores opostos no 2º turno.

Divergência da semana · duas nacionais do MESMO dia (08/Jul), vencedores opostos
Se fosse média
~Lula 42-43% no 1º turno, ~2º turno tecnicamente equilibrado
Mediar Meio/Ideia (1T 40.4 × 32; 2T 45 × 40) com Gerp (1T 36 × 36; 2T 42 × 45) produz um '~Lula ligeiramente à frente' que não corresponde a NENHUMA das duas pesquisas
Cancela o sinal mais caro da janela: uma das duas põe Flávio ganhando o 2º turno pela primeira vez no ciclo, e a média dissolve isso num ponto morto sem informação
AFOS Tradeoff reporta
Meio/Ideia 2T Lula 45 × 40 | Gerp 2T Flávio 45 × 42 | mercado gap +37.25pp
As duas pesquisas são reportadas separadas, com instituto, amostra, campo, protocolo TSE e confiabilidade. O leitor vê a contradição e decide o peso, em vez de receber um número que não existe em lugar nenhum
A Gerp é outlier conhecido (confiabilidade 3, instituto de menor porte, já destoava em 24/Jun). Isso não a desqualifica, mas contextualiza: a divergência entre institutos, no mesmo dia, é da mesma ordem da divergência entre mercado e pesquisa
Pesquisa × pesquisa, mesmo dia

Por que importa: as duas nacionais de 08/Jul (Meio/Ideia n=1.500 e Gerp/AESP n=2.000) foram publicadas no mesmo dia, medindo o mesmo eleitorado, e apontam vencedores OPOSTOS no 2º turno. Uma média das duas produziria um número que nenhum instituto mediu e apagaria o único print do ciclo que põe Flávio à frente no returno. A ressalva é obrigatória e vem junto: a Gerp é instituto de menor porte (confiabilidade 3) e já era outlier em 24/Jun, sistematicamente mais favorável a Flávio que o consenso do primeiro escalão. Reportar a pesquisa não é endossá-la; é dar ao leitor a contradição inteira, com instituto, amostra, campo e protocolo, para que ele atribua o peso. Ressalva de método: gap de mercado é probabilidade de vitória, não margem de voto, então a comparação com as pesquisas é de direção e de convicção, não pp a pp.

Diferente das Edições №6 e №7, em que a divergência a reportar era mercado × pesquisa, esta semana a divergência mais cara é pesquisa × pesquisa. E ela só apareceu porque corrigimos um bug nosso. Um agregador que tivesse mediado as duas nacionais de 08/Jul produziria um número que nenhum instituto mediu, e o leitor nunca saberia que uma delas põe Flávio ganhando o 2º turno.

🌐 Track record · casos validados globalmente

O mesmo arcabouço que aplicamos ao Brasil, medir a distância entre o mercado de previsão e as pesquisas e conferir o sinal com o resultado real das urnas, já foi checado contra nove eleições em quatro continentes: Coreia do Sul (2025, primeiro caso da Ásia), Peru e Colômbia (2026), Chile, Alemanha e Canadá (2025) e Reino Unido, México e Estados Unidos (2024). Em alguns casos o sinal foi de convergência, em outros de divergência, e o método reporta os dois sem ajuste retroativo. O dataset completo, com metodologia e código, é aberto sob Apache 2.0 e tem DOI permanente no Harvard Dataverse.

3.Cenários ponderados para a semana

Cenários para a janela 13-17/Jul, que traz quatro pesquisas nacionais em quatro dias (NEXUS 13/Jul, 100 Cidades 14/Jul, Quaest 15/Jul, PoderData 16/Jul). É o primeiro teste real de convergência desde 08/Jul, e o que resolve a ambiguidade aberta pela Gerp.

Cenário base · ~60% probabilidade

As quatro nacionais confirmam o consenso do primeiro escalão (Lula à frente com folga de 5 a 9pp no 2º turno) e a Gerp fica isolada como outlier. O mercado trata a semana como ruído resolvido, o gap estabiliza na faixa +36 a +39pp e a divergência de NÍVEL persiste sem se resolver: probabilidade implícita muito acima da margem de voto. Renan segue perto de 10% no vencedor com ~2-4% nas pesquisas, a divergência mais larga do painel. Net-neutral para BRL.

Cenário contrário ao pricing · ~30% probabilidade

Uma ou mais das quatro nacionais confirmam o estreitamento que a Gerp sinalizou (2º turno dentro da margem, ou Flávio à frente). Nesse caso a Gerp deixa de ser outlier e vira o primeiro print de uma tendência, e o gap de ~+38pp passa a ser o número frágil do painel, não o robusto. O mercado teria carregado por semanas uma folga que a intenção declarada não sustenta. Vigiar especialmente a Quaest (15/Jul, n=2.004, confiabilidade 0.90), a de maior qualidade metodológica da janela. Compressão rápida do gap para +30-33pp seria o sinal. Risco de reprecificação de ativos sensíveis a risco eleitoral.

Cauda · ~10% probabilidade

O STF decide sobre o pedido do PT de revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, protocolado em 11/Jul após a carta lida por Flávio. O contrato de impeachment de ministro do STF segue colado no piso a 2.75%, ou seja, o mercado não precifica ruptura institucional. Uma decisão de endurecimento (retorno ao regime fechado) num momento de sucessão familiar em disputa aberta é o tipo de choque que o pricing atual ignora por completo. Alta volatilidade nos contratos de 2º e 3º lugar.

4.Indicator Grid

ContratoAtualΔ semanaVol USD acum.Leitura implícita
Gap Lula × Flávio+37.25pp↓1.80pp semana112.2MAbriu a semana a +39.05pp (0.50pp do recorde) e reverteu; fechou a sexta a +37.95pp e seguiu comprimindo no fim de semana. O overshoot sinalizado na Edição №7 se confirmou
Lula · vencedor60.50%↓1.00pp semana7.3MPerdeu o 61% na sexta após quatro dias travado em 61.50%; estável em 60.50% por três dias seguidos desde então
Flávio · vencedor23.25%↑0.80pp semana7.3MFechou a sexta em 22.55% e recuperou no fim de semana; o estreitamento do gap veio primeiro da queda de Lula e só depois do avanço dele
Renan Santos · vencedor10.25%↑0.70pp semana8.1MV violento na janela (9.55% → 8.25% na quinta → 10.05% na sexta), sem gatilho único; maior volume individual entre os contendores vivos
Caiado · 3º lugar 1º turno15.50%↑3.00pp semana32kDobrou de patamar no contrato sem depender de momentum no vencedor; é o ganho estrutural mais limpo da 3ª via na janela
Renan · 3º lugar 1º turno66.50%↑3.50pp semana136kCedeu para 61.5% no meio da janela e AMPLIOU no fim de semana; favorito folgado, com a divergência frente aos 2-4% das nacionais mais larga do painel
Flávio · 2º lugar 1º turno78.50%↑1.50pp semana162kCondição de adversário certo de Lula reforçada; o contrato subiu enquanto o gap no topo comprimia
STF impeachment < 20272.75%0.00pp semana82kCravado no piso a semana inteira, sem reagir ao caso Master nem ao pedido do PT sobre a domiciliar de Jair; risco institucional não é precificado
PL · mais cadeiras no Senado87.50%0.00pp semana251kEstável após o salto de +12.0pp da semana anterior; capilaridade institucional da legenda precificada como consolidada

5.Liquidez e estrutura de mercado

Mercado presidencial · vol. acumulado desde aberturaUSD 112.2M
1Tarcísio de Freitas0.15% prob.USD 13.42M
2Carlos Massa (Ratinho Jr.)0.05% prob.USD 10.35M
3Eduardo Bolsonaro0.15% prob.USD 10.09M
4Michelle Bolsonaro1.05% prob.USD 8.89M
5Renan Santos10.25% prob.USD 8.05M
Anomalia de leitura.

Os cinco maiores volumes do book seguem em contratos de probabilidade ≤10.25%, e os três primeiros em nomes precificados em 0.15%, 0.05% e 0.15%: Tarcísio (USD 13.42M), Carlos Massa (10.35M) e Eduardo Bolsonaro (10.09M), todos posições antigas nunca desmontadas. É volume legado, não tração corrente. Ler 'preço baixo + volume alto' como convicção concentrada já precificada e resolvida, não como interesse vivo. O dado da semana está no 5º lugar do ranking: Renan Santos é o único do top-5 com probabilidade de dois dígitos (10.25%, USD 8.05M) e segue liderando o volume acumulado entre os contendores vivos, à frente de Flávio (USD 7.3M) e Lula (USD 7.3M). Ele sustenta dois dígitos no vencedor enquanto as nacionais o medem em 2-4%, a divergência mais larga do painel, e fez isso com o maior fluxo real do grupo ativo.

Os 5 maiores volumes acumulados respondem por ~USD 50.8M (~45%) do mercado presidencial (total USD 112.2M). A leitura cruzada de preço × volume da semana está na reversão do topo: o gap saiu de +39.05pp para +37.95pp com Lula (USD 7.3M) e Flávio (USD 7.3M) em fluxo real e equilibrado, ou seja, o give-back não foi feito em book raso. Spike de volume baixo (USD <500k) em contrato individual deve ser tratado como ruído até confirmação de fluxo recorrente; é o caso do MDB no Senado (11.55% com ~USD 5k).

6.Calendário de prints price-relevant

DataPrintAmostraPor que importa
Seg 13/JulNEXUS (nacional)n=2.000 · BR-07981/2026 · conf. 0.70Abre a semana das quatro nacionais; primeiro teste de convergência desde 08/Jul
Ter 14/Jul100 Cidades (nacional)n=2.000 · BR-07294/2026 · conf. 0.70Segunda leitura nacional consecutiva; confirma ou isola o sinal da NEXUS
Qua 15/JulGenial/Quaest (nacional)n=2.004 · BR-07181/2026 · conf. 0.90O print mais importante da janela: maior confiabilidade metodológica das quatro. É esta que decide se a Gerp foi outlier ou primeiro sinal
Qui 16/JulPoderData (nacional)n=2.400 · BR-00059/2026 · conf. 0.70Maior amostra da janela; fecha a sequência de quatro nacionais em quatro dias
Sáb 25/JulEvento · Milei no Brasilnão é pesquisaConfirmado para lançar Flávio; catalisador de fluxo de notícia, não de dado eleitoral. Vigiar reação nos contratos de 2º lugar

Fonte: registro TSE via API AFOS. Correção à Edição №7: aquela edição afirmou que a janela 06-12/Jul não traria pesquisa nacional registrada. Estava errado. Duas nacionais foram publicadas em 08/Jul (Meio/Ideia BR-05628/2026 e Gerp/AESP BR-03067/2026), ambas registradas no TSE desde 02/Jul, e ficaram fora do nosso corte nacional por um bug de classificação de escopo na ingestão do TSE, corrigido em 12/Jul. Status 'registrada ≠ publicada' segue valendo: confirmação de divulgação efetiva exige duas fontes primárias antes da citação de números.

7.Watch list, gatilhos da semana

  1. Quaest 15/Jul é o print que decide. Das quatro nacionais da semana, é a de maior confiabilidade metodológica (0.90, n=2.004). Se ela vier com 2º turno dentro da margem ou com Flávio à frente, a Gerp deixa de ser outlier e passa a ser o primeiro print de uma tendência, e o gap de ~+38pp vira o número frágil do painel. Se vier com Lula folgado (5 a 9pp), a Gerp fica isolada e o mercado segue ancorado.
  2. O gap perdeu o topo. Abriu a semana a +39.05pp, a 0.50pp do recorde do ciclo, e fechou a +37.95pp, sem voltar a testar a máxima. O give-back sinalizado na Edição №7 se confirmou. Vigiar se estabiliza acima de +36pp (regime de gap alto) ou se as nacionais forçam compressão para +30-33pp.
  3. Renan: preço sem lastro. Fez um V de 9.55% para 8.25% e de volta a 10.05% na semana, sem gatilho único identificável, e segue com o maior volume individual do book (USD 8.05M). As nacionais o medem em 2-4%. As quatro pesquisas da semana testam esse lastro: sem aparecer acima de 4% em nenhuma, o preço de dois dígitos fica descoberto.
  4. Caiado é o único ganho estrutural da 3ª via. Subiu de 12.5% para 16.0% no 3º lugar do 1º turno enquanto Renan cedia no mesmo contrato. Na Gerp de 08/Jul, é o melhor da 3ª via no 1º turno (4%) e tem a menor margem de derrota contra Lula no 2º (40 × 36). É o nome a vigiar num cenário de enfraquecimento de Flávio.
  5. O STF não está precificado. O contrato de impeachment de ministro segue cravado em 2.75% e não se moveu em nenhum dia da semana, apesar do bloqueio de bens de Eduardo Cunha por Dino, do avanço do caso Master e do pedido do PT (11/Jul) de revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. O dinheiro real trata atrito institucional como ruído. Se essa leitura estiver errada, é o contrato com maior assimetria do painel.

8.Metodologia

AFOS Tradeoff agrega três sinais sem mediá-los em composto: Polymarket (denominado em USD, latência ~30min), pesquisas registradas no TSE (intenção declarada, periodicidade variável) e 400+ fontes de imprensa (event flow). Quando os três divergem, a divergência é o sinal, não o consenso. Volume USD é reportado junto da probabilidade implícita para separar convicção de spike artificial. Liquidez (profundidade de book) não é citada inline: liquidez baixa em Polymarket não significa preço errado, o mercado é arbitrado continuamente.

Esta edição corrige uma afirmação errada da Edição №7, causada por um bug na nossa própria ingestão do TSE. O código é aberto sob Apache 2.0 e o dataset tem DOI permanente no Harvard Dataverse; a correção está documentada no repositório. Reportar o próprio erro é parte do método, não exceção a ele.

9.Leitura adicional · cobertura macro

Matérias e seções relevantes da semana em veículos de referência. AFOS Tradeoff é fonte primária (Polymarket + TSE + pesquisas); as referências abaixo são leitura complementar para alinhamento de contexto macro. Atenção: parte opera com paywall.

Referências de contexto macro. O sinal primário desta edição (reversão do gap de +39.05pp para +37.95pp na semana, e as duas nacionais de 08/Jul com vencedores opostos no 2º turno, uma delas invisível para nós até 12/Jul por bug próprio) é observação direta do pricing Polymarket cruzado com o registro TSE, não derivado das matérias acima.

Aviso obrigatório. Este brief é pesquisa observacional sobre infraestrutura de mercados de previsão, pesquisas eleitorais e fluxo de notícias. Não constitui recomendação de investimento. Nenhuma posição é recomendada ou implícita. Polymarket é mercado USD-denominado operando fora da jurisdição brasileira; volumes mencionados são informativos, não orientativos. Decisões de portfólio são responsabilidade exclusiva do leitor e devem considerar análise independente, perfil de risco e regulamentação aplicável.
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AFOS Tradeoff · Edição №8 · Semana de 06-10 Jul 2026 | AFOS Analytics