Mercados × pesquisas × notícias
Cruzamento em tempo real

Lógica

Polymarket é a maior plataforma de mercados de previsão do mundo. Diferente de pesquisas de opinião, permite apostas reais em eventos futuros e reflete onde as pessoas colocam seu dinheiro, historicamente mais preciso. As odds abaixo mostram a probabilidade do mercado.

🏆 Quem vence a Presidência?

🥈 2º lugar no 1º turno

🥉 3º lugar no 1º turno

⚖️ STF: Impeachment de ministro até 2027?

🏛️ Senado: Qual partido elege mais?

📈 Inflação 2026

Grafo do cruzamento

Lógica

Um mapa navegável do AFOS: Brasil 2026 no centro, a divergência mercado×pesquisa (linha colorida com o Δpp), o contexto estrutural e nós clicáveis para os produtos e seções do dashboard.

divergência mercado × pesquisa (Δpp) convergência (Δ baixo) leitura de pesquisa mercado acertou mercado errou imprensa (âncoras) navegação (clique)arraste os nós · scroll para zoom

Contexto estrutural

Lógica

Governança (escala 0–100)

Estabilidade política57
Voz e democracia62
Estado de direito49
Efetividade do governo47
Qualidade regulatória50
Controle de corrupção40

Economia

População212 mi
PIBUS$ 2,19 tri
PIB per capitaUS$ 10.311
Inflação4,4%

Educação

Gasto público em educação (% PIB)5,6%
Expectativa de anos de escola13,9 anos

Fonte: World Bank — Worldwide Governance Indicators + World Development Indicators (2024). Indicadores estruturais anuais que contextualizam o país; não preveem o resultado eleitoral. WGI ↗ · WDI ↗

Pesquisas Eleitorais

Lógica

📊 Pesquisas vs Polymarket, Comparação dos Candidatos

Lula
Pesquisas:36-46%Polymarket:63,50%Tend. Pesquisa:SEM URNA NACIONAL HOJE. A última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul (n=2.004, campo 24-26/Jul, BR-01489/2026), que o dá com 42% no 1º turno e vence os quatro cenários de returno testados. As três pesquisas desta terça são estaduais e mostram um país partido: 55% contra 21% de Flávio em Pernambuco, empate técnico em Minas Gerais nos dois turnos, com Zema numericamente à frente por 39% a 37% no returno, e 42% contra 46% de Flávio no Rio de Janeiro. Somando as estaduais publicadas, o Poder360 registra que ele lidera em 12 estados e Flávio em 7. Na aprovação não houve leitura nova: segue a faixa estreita em torno de 48%.Tend. Poly:SOBE 1,00pp para 63,50% (vol USD 7,69M) e IGUALA o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo, é o mesmo topo tocado outra vez. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp da mesma madrugada. A alta veio SEM urna nacional para ancorá-la, e o painel não escolhe causa: o mesmo pregão teve prorrogação da emergência americana sobre o Brasil, consulta do Brasil na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão da estimativa pública que o diretor da Quaest fez em 24/Jul, de que a probabilidade de reeleição dele está perto de 60%.
Flávio Bolsonaro
Pesquisas:28-38%Polymarket:23,85%Tend. Pesquisa:Sem nacional nova. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 33% no 1º turno e 43% no returno, com rejeição de 50%. Nas estaduais desta terça o resultado corta nos dois sentidos: no Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time o coloca à FRENTE de Lula no returno por 46% a 42%; em Pernambuco, a Genial/Quaest o mede em 21% contra 55%, trinta e quatro pontos de distância. O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado hoje, dá Lula 50% contra 40% dele entre mulheres no 2º turno, com a rejeição dele sendo a mais alta nesse grupo.Tend. Poly:PARADO em 23,85% (vol USD 7,69M) pelo segundo pregão no contrato de vencedor, e SOBE 1,50pp no de 2º lugar do 1º turno, para 78,00%. É o inverso exato do sinal de ontem, quando subiu no vencedor e caiu no 2º lugar. Como o favorito subiu 1,00pp e ele não se moveu, o gap contra ele abriu para +39,65pp. Dois pregões seguidos com os books do mesmo nome andando em direções diferentes descrevem um mercado seguro de que ele é o segundo colocado e inseguro sobre quanto isso vale contra o topo.
Renan Santos
Pesquisas:2-9%Polymarket:8,75%Tend. Pesquisa:Sem nacional nova para testá-lo. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 5% no 1º turno. O painel segue com três patamares nas leituras recentes: 3% em Datafolha 24/Jul, Gerp 22/Jul e Indexa 21/Jul, 5% na Nexus e 9% na Real Time de 21/Jul. A dispersão entre institutos não foi resolvida hoje, e a distorção entre preço e voto declarado segue sendo a maior do painel, agora estreitando por movimento do preço e não da urna.Tend. Poly:CAI 0,80pp para 8,75% (vol USD 8,58M) e perde a casa dos 9%. O ponto do dia é a consistência, não o tamanho: caiu nos TRÊS books em que aparece, 12,15% no 2º lugar do 1º turno (queda 0,50pp) e 60,50% no 3º lugar (queda 1,50pp). Ontem os books dele andaram em direções opostas, o que permitia ler realocação interna; hoje andaram juntos para baixo, o que é saída de dinheiro em todas as frentes. Do outro lado da conta está Caiado, que somou 11,00pp no 3º lugar em dois pregões. Ressalva de série: pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.
Ronaldo Caiado
Pesquisas:3-7%Polymarket:1,90%Tend. Pesquisa:Sem nacional nova. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul, com 6% no 1º turno e empate técnico com Lula no returno, 45% a 43%, contra os 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul, e segue sem terceira medição para desempatar. O contraponto do dia é geográfico e veio do Poder360: ele lidera em Goiás, e Goiás é o único estado em que a terceira via aparece competitiva, valendo 3,2% do eleitorado nacional. Competitividade nacional medida em cenário de returno e competitividade concentrada em um estado não são a mesma coisa.Tend. Poly:SOBE forte no book de colocação e CAI no de vencedor, e essa separação é o achado. No 3º lugar do 1º turno saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, somando 11,00pp em dois pregões contando os 15,50% de 26/Jul. No contrato presidencial ficou em 1,90% (vol USD 5,19M), queda de 0,05pp. Ou seja, o mercado está reprecificando quem termina em terceiro, não quem ganha a eleição, e a contrapartida é a queda de Renan Santos no mesmo book. Ressalva de escala: 1,90% segue sendo patamar baixo em absoluto.
Tarcísio
Pesquisas:n/dPolymarket:0,15%Tend. Pesquisa:Não é candidato à Presidência e não é testado no cenário principal do 1º turno por nenhuma nacional. Confirmou candidatura à reeleição ao governo de São Paulo, disputa estadual que não entra neste painel de escopo nacional.Tend. Poly:ESTÁVEL em 0,15% (vol USD 13,65M), sem variação. Nesta captura, é o volume acumulado mais alto entre todos os mercados do book presidencial, com o preço em um sétimo de ponto percentual. É o exemplo mais claro do painel de que volume mede história negociada e não convicção atual.
Romeu Zema
Pesquisas:2-4%Polymarket:0,55%Tend. Pesquisa:Teve o melhor dado de urna do pelotão, e ele é ESTADUAL. Na Genial/Quaest de Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-09333/2026), aparece com 39% contra 37% de Lula num cenário de 2º turno, numericamente à frente e dentro da margem, no estado que governou por dois mandatos. É o único nome do pelotão à frente de Lula em algum cenário de returno nesta rodada. Na última nacional, a BTG/Nexus de 27/Jul, tem 3% no 1º turno e perde o returno por 46% a 42%.Tend. Poly:PARADO em 0,55% (vol USD 4,55M), sem reação nenhuma ao melhor dado de urna dele no ciclo, e em 4,60% no 3º lugar do 1º turno. A distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é a explicação: resultado de returno num estado não se transfere para o país. Segue sem vice anunciado, com o prazo de 05/Ago à vista, e o noticiário desta terça cita um senador e um cientista político entre os cotados, além de especulação sobre chapa com Joaquim Barbosa, sem confirmação.
Fernando Haddad
Pesquisas:n/dPolymarket:0,25%Tend. Pesquisa:Não é testado para presidente por nenhuma nacional, incluindo a BTG/Nexus de 27/Jul e a Datafolha de 24/Jul. A chapa dele ao governo de São Paulo foi oficializada em 25/Jul, com Márcio França de vice.Tend. Poly:ESTÁVEL em 0,25% (vol USD 6,38M) depois de dois pregões seguidos de queda. No book de 2º lugar do 1º turno marca 0,85% com volume acumulado de USD 687 mil, um dos casos em que volume alto convive com preço próximo de zero. O preço dele é resíduo de nome conhecido e não tem lastro de urna no cargo precificado.

Fontes: Polymarket via proxy AFOS (live 28/Jul 21:13 UTC, degraded false, failedCount 0, scripts/capture-guard.ts APROVADO sem divergências nos cinco books cobertos) + BTG/Nexus 27/Jul (BR-01489/2026, n=2.004, campo 24-26/Jul, última nacional) + Datafolha 24/Jul (BR-01166/2026, n=2.004) + Gerp 22/Jul (BR-05026/2026) + Indexa 21/Jul (BR-02904/2026) + Real Time Big Data 21/Jul (BR-09247/2026) + PoderData/Aya 16/Jul (BR-00059/2026) + Genial/Quaest 15/Jul (BR-07181/2026) + Futura/Apex 14/Jul (BR-07294/2026) + AtlasIntel 01/Jul (BR-04582/2026). Estaduais de 28/Jul citadas como contexto e fora do recorte nacional: Genial/Quaest PE (BR-03810/2026 e PE-09649/2026, n=900), Genial/Quaest MG (BR-09333/2026 e MG-03490/2026, n=1.482) e Real Time Big Data RJ (BR-06074/2026, n=2.000). Compilação de liderança por estado via Poder360. Estimativa de probabilidade de reeleição de terceiro: Felipe Nunes, diretor da Quaest, no Expert XP de 24/Jul (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). Série do ciclo conferida em /api/market/history nas janelas de 90 e de 18 dias, com topo de 63,50% e maior gap de +39,80pp, ambos em 26/Jul às 22:30 UTC.

🏛️ Institutos Monitorados, Confiabilidade

Datafolha(Presencial)
CNT/MDA(Presencial)
Futura/Apex(Misto)
BTG/Nexus(Pesquisa nacional)
Quaest/Genial(Presencial)
AtlasIntel(Online/Big Data)
Paraná Pesquisas(Presencial)
MDA(Presencial)
Ipec (ex-Ibope)(Presencial)
Real Time Big Data(Telefônica)
Ideia/Canal Meio(Misto)
Futura Inteligência(Misto)
Gerp(Misto)
PoderData(Telefônica/Online)
Methodus(Presencial)
Ipespe(Presencial)
Veritá(Presencial)
Ranking Brasil(Misto)
Alfa Inteligência(Misto)
Colectta(Online)
★★★★★ Referência nacional★★★★ Alta confiabilidade★★★★★ Confiável★★★★★ Usar com cautela★★★★ Baixa confiabilidade
Atualizado: 2026-07-28
Critério de avaliação

📍 Mostramos pesquisas nacionais (1º e 2º turnos) mais recentes. Estaduais e análise integrada no AFOS Daily. Histórico completo via API.

BTG/Nexus📅 2026-07-27👥 2.004 entrevistados± 2ppTelefônica (CATI), todas as regiões

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)42,0%
Flávio Bolsonaro (PL)33,0%
Ronaldo Caiado (PSD)6,0%
Renan Santos (Missão)5,0%
Romeu Zema (Novo)3,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 47%
vs
Flávio Bolsonaro, 43%

Lula vs Caiado

Lula, 45%
vs
Ronaldo Caiado, 43%

Lula vs Zema

Lula, 46%
vs
Romeu Zema, 42%

Lula vs Renan

Lula, 47%
vs
Renan Santos, 39%
Datafolha📅 2026-07-24👥 2.004 entrevistados± 2ppPresencial

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)40,0%
Flávio Bolsonaro (PL)32,0%
Ronaldo Caiado (PSD)4,0%
Romeu Zema (Novo)3,0%
Renan Santos (Missão)3,0%
Augusto Cury (Avante)2,0%
Samara Martins (UP)1,0%
Cabo Daciolo (Mobiliza)1,0%
Rui Costa Pimenta (PCO)1,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 48%
vs
Flávio Bolsonaro, 43%

Lula vs Caiado

Lula, 47%
vs
Ronaldo Caiado, 40%

Lula vs Zema

Lula, 48%
vs
Romeu Zema, 40%
Gerp📅 2026-07-22👥 2.000 entrevistados± 2.19ppTelefônica (CATI)

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)38,0%
Flávio Bolsonaro (PL)38,0%
Romeu Zema (Novo)3,0%
Renan Santos (Missão)3,0%
Ronaldo Caiado (PSD)3,0%
Augusto Cury (Avante)1,0%
Joaquim Barbosa (DC)1,0%
Cabo Daciolo (Mobiliza)1,0%
Samara Martins (UP)1,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 45%
vs
Flávio Bolsonaro, 46%

Lula vs Caiado

Lula, 44%
vs
Ronaldo Caiado, 41%

Lula vs Zema

Lula, 44%
vs
Romeu Zema, 38%

Lula vs Renan Santos

Lula, 45%
vs
Renan Santos, 35%
Indexa Pesquisas📅 2026-07-21👥 2.000 entrevistados± 2.2ppTelefônica

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)41,0%
Flávio Bolsonaro (PL)30,0%
Ronaldo Caiado (PSD)6,0%
Romeu Zema (Novo)3,0%
Renan Santos (Missão)3,0%
Augusto Cury (Avante)1,0%
Joaquim Barbosa (DC)1,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 46%
vs
Flávio Bolsonaro, 39%
Real Time Big Data📅 2026-07-21👥 2.000 entrevistados± 2ppTelefônica

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)40,0%
Flávio Bolsonaro (PL)33,0%
Renan Santos (Missão)9,0%
Ronaldo Caiado (PSD)7,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 45%
vs
Flávio Bolsonaro, 42%

Lula vs Caiado

Lula, 43%
vs
Ronaldo Caiado, 44%

Lula vs Renan Santos

Lula, 44%
vs
Renan Santos, 35%
PoderData/Aya📅 2026-07-16👥 2.400 entrevistados± 2ppTelefônico (RDD)

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)40,0%
Flávio Bolsonaro (PL)34,0%
Renan Santos (Missão)6,0%
Ronaldo Caiado (PSD)4,0%
Romeu Zema (Novo)4,0%
Augusto Cury (Avante)3,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 45%
vs
Flávio Bolsonaro, 43%
Quaest/Genial📅 2026-07-15👥 2.004 entrevistados± 2ppPresencial, todas as regiões

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)40,0%
Flávio Bolsonaro (PL)28,0%
Ronaldo Caiado (PSD)4,0%
Renan Santos (Missão)3,0%
Romeu Zema (Novo)2,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 45%
vs
Flávio Bolsonaro, 37%
Futura/Apex📅 2026-07-14👥 2.000 entrevistados± 2.2ppTelefônica, todas as regiões

Cenário Principal (1º turno, estimulado)

Lula (PT)40,1%
Flávio Bolsonaro (PL)36,8%
Ronaldo Caiado (PSD)5,0%
Romeu Zema (Novo)3,7%
Renan Santos (Missão)2,6%
Joaquim Barbosa (DC)1,4%
Augusto Cury (Avante)1,1%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 46.3%
vs
Flávio Bolsonaro, 46.1%
BTG/Nexus📅 2026-07-13👥 2.003 entrevistados± 2ppTelefônica (CATI), todas as regiões

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)40,0%
Flávio Bolsonaro (PL)34,0%
Ronaldo Caiado (PSD)5,0%
Renan Santos (Missão)4,0%
Romeu Zema (Novo)4,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 47%
vs
Flávio Bolsonaro, 44%
Ideia/Canal Meio📅 2026-07-08👥 1.500 entrevistados± 2.5ppMisto

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)40,4%
Flávio Bolsonaro (PL)32,0%
Ronaldo Caiado (PSD)4,0%
Romeu Zema (Novo)2,5%
Aécio Neves (PSDB)2,0%
Renan Santos (Missão)2,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 45%
vs
Flávio Bolsonaro, 40%

Lula vs Michelle

Lula, 45%
vs
Michelle Bolsonaro, 36%
Gerp📅 2026-07-08👥 2.000 entrevistados± 2.2ppMisto

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)36,0%
Flávio Bolsonaro (PL)36,0%
Ronaldo Caiado (PSD)4,0%
Renan Santos (Missão)2,0%
Romeu Zema (Novo)2,0%
Augusto Cury (Avante)1,0%
Joaquim Barbosa (DC)1,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 42%
vs
Flávio Bolsonaro, 45%

Lula vs Michelle

Lula, 45%
vs
Michelle Bolsonaro, 41%

Lula vs Caiado

Lula, 40%
vs
Ronaldo Caiado, 36%

Lula vs Zema

Lula, 41%
vs
Romeu Zema, 36%

Lula vs Damares

Lula, 41%
vs
Damares Alves, 34%

Lula vs Marcos Pontes

Lula, 42%
vs
Marcos Pontes, 34%

Lula vs Rogério Marinho

Lula, 41%
vs
Rogério Marinho, 32%

Lula vs Renan Santos

Lula, 41%
vs
Renan Santos, 30%
AtlasIntel📅 2026-07-01👥 5.000 entrevistados± 1ppOnline/Big Data

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)46,3%
Flávio Bolsonaro (PL)36,6%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 48.8%
vs
Flávio Bolsonaro, 42.3%
BTG/Nexus📅 2026-06-29👥 2.009 entrevistados± 2ppPesquisa nacional

Cenário Principal (1º turno)

Lula (PT)42,0%
Flávio Bolsonaro (PL)34,0%
Ronaldo Caiado (PSD)5,0%
Renan Santos (Missão)4,0%
Romeu Zema (Novo)3,0%

🔄 Simulações de 2º Turno

Lula vs Flávio

Lula, 47%
vs
Flávio Bolsonaro, 44%

🔬 Análise Criteriosa, Os 4 Primeiros Colocados

Lógica

ATUALIZAÇÃO 28/Jul 18:13 BRT, a 68 dias do 1º turno. SEM URNA NACIONAL HOJE, e com três estaduais que mostram o país partido: Genial/Quaest em Pernambuco (n=900, campo 22 a 26/Jul, BR-03810/2026) dá Lula 55% x Flávio 21% no 1º turno; Genial/Quaest em Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, BR-09333/2026) dá empate técnico nos dois turnos, 30% x 29% no 1º, 38% x 35% contra Flávio no returno e Zema numericamente à frente de Lula por 39% x 37%; Real Time Big Data no Rio de Janeiro (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) dá Flávio 46% x Lula 42% no returno. Nenhuma delas entra no recorte nacional do painel, por regra de escopo. No MERCADO, Lula subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, que IGUALA o topo da série do AFOS marcado em 26/Jul às 22:30 UTC, e não é topo novo. O gap foi a +39,65pp, abaixo do maior da série, que é +39,80pp da mesma madrugada. Flávio ficou parado em 23,85% pelo segundo pregão e Renan Santos caiu 0,80pp para 8,75%, perdendo a casa dos 9%. O movimento mais forte foi de novo no 3º lugar do 1º turno: Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, somando 11,00pp em dois pregões, enquanto Renan caiu de 62,00% para 60,50%. O CRUZAMENTO RARO, e ele não é de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60% (InfoMoney, 25/Jul), e o Polymarket marca 63,50%. São duas estimativas independentes da MESMA grandeza, mostradas lado a lado e sem subtração, porque perto de 60% não é valor exato. A AtlasIntel, com publicação declarada ao TSE para hoje e n=5.000 (BR-08602/2026, campo 22 a 27/Jul), NÃO foi divulgada até o fechamento desta captura. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. Cruzamento com Polymarket ao vivo 28/Jul 21:13 UTC, com a trava de dupla leitura APROVADA sem nenhuma divergência nos cinco books que ela cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem.

1️⃣ Polymarket 63,50% (alta 1,00pp, vol USD 7,69M acumulado), a 68 dias da eleição. Volta a tocar o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC, sem superá-lo. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp. Não houve urna nacional nova para testar o patamar: a última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno direto. Nas estaduais do dia, 55% em Pernambuco e empate técnico em Minas Gerais.

PONTOS FORTES

  • Subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, igualando o topo da série do AFOS, com volume acumulado de USD 7,69M.
  • Felipe Nunes, diretor da Quaest, estimou publicamente em perto de 60% a probabilidade de reeleição dele, contra cerca de 38% no início do ano, no Expert XP de 24/Jul, e é a primeira vez que o painel tem duas estimativas da mesma grandeza para colocar lado a lado.
  • Domina o Nordeste na urna estadual do dia: 55% contra 21% de Flávio em Pernambuco, no 1º turno, com margem de 3pp.
  • O Poder360 compilou as estaduais publicadas e registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio, o que sustenta a vantagem nacional em base geográfica ampla.
  • A BTG/Nexus de 27/Jul, última nacional, o mantém vencendo os quatro cenários de returno testados, ainda que dois deles estejam dentro da margem.

PONTOS FRACOS

  • A alta de 1,00pp aconteceu SEM urna nacional nova no dia, ou seja, o preço subiu sem âncora de pesquisa para explicá-lo.
  • 63,50% iguala o topo da série e não o supera, e o gap de +39,65pp segue abaixo do maior da série, +39,80pp, o que é aproximação de máxima e não recorde.
  • Em Minas Gerais, terceiro maior colégio eleitoral, a Genial/Quaest o coloca em empate técnico no 1º turno (30% x 29%) e numericamente ATRÁS de Zema no returno, 37% a 39%.
  • No Rio de Janeiro, a Real Time o coloca atrás de Flávio no returno, 42% a 46%.
  • A aprovação segue em faixa estreita em torno de 48%, com a leitura mais recente, a BTG/Nexus de 27/Jul, apontando desaprovação à frente por 49% a 47%.

🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O dia dele é fácil de descrever e difícil de explicar, e o painel precisa dizer as duas coisas. A descrição: subiu 1,00pp, foi a 63,50% (vol USD 7,69M) e voltou a encostar no topo da série do AFOS, que é 63,50% marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo, é o mesmo topo tocado outra vez, e a diferença entre as duas frases é exatamente o tipo de coisa que o painel errou em 26/Jul e corrigiu em 27/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, que segue abaixo do maior da série, +39,80pp. A dificuldade: não saiu pesquisa nacional nesta terça. As três do dia são estaduais e não medem o país. Então o preço andou sem âncora de urna, e o painel não tem base para dizer o que o moveu, porque o mesmo pregão teve a prorrogação da emergência americana sobre o Brasil, o pedido de consultas do Brasil na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma fala anterior do diretor da Quaest sobre probabilidade de reeleição. Sobre essa fala vale um registro à parte, porque é rara, e vale dizer que ela é de 24/Jul e não de hoje: Felipe Nunes afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição dele saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). O mercado marca 63,50%. Pela primeira vez o painel tem duas fontes estimando a MESMA grandeza, e não probabilidade contra intenção de voto, que são coisas diferentes. Os dois números ficam lado a lado, sem subtração, porque perto de 60% não é valor exato. Isso não prova que alguma das duas esteja certa: são modelos com premissas distintas que chegaram perto, e proximidade não é validação. Na urna estadual, o retrato é de país partido: 55% contra 21% em Pernambuco, empate técnico em Minas com desvantagem numérica contra Zema no returno, e derrota numérica no Rio. O Poder360 dá o contorno: ele lidera em 12 estados e Flávio em 7. Volume acumulado dele em USD 7,69M, num presidencial que soma USD 116,26M.

2️⃣ Polymarket 23,85% (estável, vol USD 7,69M acumulado) pelo segundo pregão, três dias depois da convenção que oficializou a candidatura. No mesmo dia SUBIU 1,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,00%, invertendo o sinal de ontem. Sem urna nacional nova. Nas estaduais, fica à frente de Lula no Rio por 46% a 42% no returno (Real Time) e atrás por 21% a 55% em Pernambuco (Quaest).

PONTOS FORTES

  • Consolidou o 2º lugar do 1º turno em 78,00%, alta de 1,50pp, reforçando a leitura de que é ele quem chega ao returno se ele existir.
  • Ganhou no book de colocação sem perder no de vencedor, o inverso dos sinais cruzados de ontem.
  • No Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) o coloca à frente de Lula no returno por 46% a 42%.
  • O Poder360, compilando as estaduais publicadas, registra que ele lidera em 7 estados contra 12 de Lula.
  • A candidatura está formalizada desde 25/Jul, o que encerrou a fase de pré-candidatura e liberou o calendário de campanha.

PONTOS FRACOS

  • Segundo pregão sem sair de 23,85% no contrato de vencedor, enquanto o favorito subiu 1,00pp: o gap contra ele abriu para +39,65pp.
  • Em Pernambuco, a Genial/Quaest o mede em 21% contra 55% de Lula, uma distância de 34 pontos no 1º turno.
  • O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado nesta terça, mostra Lula com 50% contra 40% dele entre mulheres no 2º turno, com a rejeição dele sendo a mais alta nesse grupo.
  • Faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, e Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado.
  • Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista e com disputa interna aberta, incluindo tentativa de Michelle de emplacar uma aliada.

🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O dia dele foi o espelho do de ontem, e isso é informativo por si. Ontem subiu no vencedor e caiu no 2º lugar; hoje ficou parado no vencedor, em 23,85% (vol USD 7,69M), e subiu 1,50pp no 2º lugar, para 78,00%. Dois pregões seguidos em que os books do mesmo nome se movem em direções diferentes descrevem um mercado que está seguro de que ele é o segundo colocado e inseguro sobre o quanto isso vale contra o favorito. Como Lula subiu 1,00pp e ele ficou parado, o gap abriu para +39,65pp. Na urna, o dia foi geográfico e cortou nos dois sentidos. No Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time o coloca à frente de Lula no returno por 46% a 42%. Em Pernambuco, a Genial/Quaest o mede em 21% contra 55%, trinta e quatro pontos de distância. Nenhuma das duas entra no recorte nacional do painel, e as duas juntas descrevem o problema estrutural da candidatura: ela é forte onde já era e não avança onde precisa. O recorte que a Folha de S.Paulo publicou da Datafolha de 24/Jul aponta para o mesmo lugar por outro caminho: entre mulheres, Lula tem 50% contra 40% dele no 2º turno, e a rejeição dele é a mais alta nesse grupo. No campo judicial, a terça trouxe fato novo: ele faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF, no inquérito que apura calúnia contra Lula, sustentando que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento. Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado. O painel registra o fato processual e não projeta desfecho.

3️⃣ Polymarket 8,75% no vencedor (queda 0,80pp, vol USD 8,58M acumulado), perdendo a casa dos 9%. Caiu nos TRÊS books em que aparece: 12,15% no 2º lugar do 1º turno (queda 0,50pp) e 60,50% no 3º lugar (queda 1,50pp). Sem urna nacional nova: a última leitura segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 5% no 1º turno.

PONTOS FORTES

  • Mantém o terceiro maior preço do book presidencial e o maior volume acumulado entre os nomes competitivos, USD 8,58M, acima de Lula e de Flávio.
  • Segue líder isolado no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno, com 60,50%, mais que o dobro do segundo colocado ali, que é Caiado com 26,50%.
  • Mantém 12,15% no 2º lugar do 1º turno, ou seja, o mercado ainda lhe atribui hipótese de returno acima de qualquer nome do pelotão.
  • A rejeição baixa medida pela Datafolha, de 12%, um quarto da de Flávio, preserva espaço de crescimento que os dois primeiros colocados não têm.

PONTOS FRACOS

  • Caiu nos três books no mesmo pregão, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem e descreve saída de dinheiro em todas as frentes.
  • Perdeu a casa dos 9% no contrato de vencedor, saindo de 11,75% em 25/Jul para 8,75% em quatro pregões.
  • Cedeu mais 1,50pp no 3º lugar do 1º turno e viu Caiado somar 11,00pp naquele book em dois dias, de 15,50% para 26,50%.
  • A distorção contra a urna continua sendo a maior do painel: 8,75% de preço contra 5% na última nacional e 3% em três institutos de julho.
  • Medido na série inteira, 8,75% está bem abaixo do pico de 17,90% de 09/Jun, então o nível atual é continuação de recuo, não patamar novo.

🎯 Análise AFOS (28/07/2026): Foi o pior dia dele do recorte, e a razão é a consistência do movimento, não o tamanho. Caiu 0,80pp no vencedor, indo a 8,75% (vol USD 8,58M) e perdendo a casa dos 9%. Caiu 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, indo a 12,15%. Caiu 1,50pp no 3º lugar, indo a 60,50%. Ontem os books dele andaram em direções opostas, o que permitia a leitura de realocação interna; hoje os três andaram juntos para baixo, o que é saída de dinheiro em todas as frentes. Do outro lado dessa conta está Caiado, que subiu de novo no 3º lugar e chegou a 26,50%, somando 11,00pp naquele book em dois pregões, de 15,50% para 26,50%. O mercado passou duas semanas com ele como terceiro provável quase incontestado e agora está reprecificando essa posição em favor de um governador com estrutura partidária e vice definido. Não houve urna nacional nova nesta terça para testar isso: a leitura mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mediu em 5% no 1º turno, contra 3% na Datafolha de 24/Jul, na Gerp de 22/Jul e na Indexa de 21/Jul, e 9% na Real Time de 21/Jul. A dispersão entre institutos, portanto, continua aberta e não foi resolvida hoje. A distorção que o painel acompanha desde junho, entre um preço de 8,75% e um voto declarado que a maioria das casas coloca em 3%, seguiu estreitando por movimento do preço e não por movimento da urna. Continua sendo comparação entre grandezas diferentes, probabilidade de vitória contra intenção de voto, e o painel a registra como distância, não como erro de alguém. Ressalva de série: 8,75% não é máximo nem mínimo dele, com pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.

4️⃣ Polymarket: Caiado 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,55% (estável, vol USD 4,55M), Michelle 0,45% (alta 0,05pp, vol USD 9,32M), Camilo Santana 0,40% (estável), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Alckmin 0,25%, Tarcísio 0,15% (vol USD 13,65M). No 3º lugar do 1º turno, Caiado saltou da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%. Na Genial/Quaest de Minas Gerais, Zema aparece numericamente à FRENTE de Lula no returno, 39% a 37%.

28/Jul, a 68 dias: o pelotão teve o segundo dia seguido de realocação, e de novo entre Renan e Caiado. No 3º lugar do 1º turno, Caiado foi de 15,50% em 26/Jul para a faixa de 19,00% a 19,50% em 27/Jul e agora para 26,50%, enquanto Renan caiu para 60,50%. Mas o contrato de vencedor NÃO acompanhou: Caiado ficou em 1,90%, queda de 0,05pp, o que é sinal cruzado e não avanço limpo. O contraponto factual veio do Poder360: Caiado lidera em Goiás, e Goiás é o único estado em que a terceira via aparece competitiva, valendo 3,2% do eleitorado nacional. Zema teve o melhor dado de urna do pelotão e ele é ESTADUAL: na Genial/Quaest de Minas, aparece com 39% contra 37% de Lula no returno, numericamente à frente e dentro da margem de 3pp. O preço dele não se mexeu: 0,55%.

🔵 CAIADO (PSD), Poly presidencial 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M) | 3º lugar do 1º turno 26,50% (alta de 7,00pp a 7,50pp contra a faixa de ontem) | candidato oficializado em 26/Jul, com Kassab de vice | última nacional: BTG/Nexus 27/Jul, 1T 6% e 2º turno Lula 45% x Caiado 43%

Fortes: Segundo pregão seguido de alta forte no book de colocação: saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% no 3º lugar do 1º turno, e em dois dias somou 11,00pp ali, de 15,50% para 26,50%. É o único nome do pelotão para o qual o mercado está transferindo posição de forma sustentada, e a contrapartida é a queda de Renan Santos no mesmo book. A urna mais recente que o testa, a BTG/Nexus de 27/Jul, o coloca em empate técnico com Lula no returno, 45% a 43%, o cenário mais apertado daquele levantamento, e em 6% no 1º turno, o melhor do pelotão.

Fracos: O contrato de vencedor não acompanhou o book de colocação: ficou em 1,90%, queda de 0,05pp, no mesmo dia em que subiu mais de sete pontos no 3º lugar. Subir na disputa por terceiro e não subir na disputa por presidente é exatamente a leitura de quem o mercado vê como forte no pelotão e distante do topo. O contraponto geográfico é duro e veio do Poder360: ele lidera em Goiás, e Goiás é o único estado onde a terceira via aparece competitiva, com 3,2% do eleitorado nacional. Uma competitividade nacional medida em cenário de returno e uma competitividade concentrada em um estado não são a mesma coisa. Além disso, a divergência entre BTG/Nexus (45x43) e Datafolha de 24/Jul (47x40) sobre ele segue sem terceira medição para desempatar.

🔴 HADDAD (PT), Poly presidencial 0,25% (estável, vol USD 6,38M) | não testado no presidencial pelas nacionais recentes | foco no governo de SP, com chapa oficializada em 25/Jul e Márcio França (PSB) de vice

Fortes: Estabilizou em 0,25% depois de dois pregões de queda. Segue como principal quadro do PT no maior colégio eleitoral do país, com a chapa ao governo de São Paulo oficializada em convenção em Campinas no dia 25/Jul, com Márcio França de vice.

Fracos: Nenhuma nacional o testa para presidente, incluindo a BTG/Nexus de 27/Jul e a Datafolha de 24/Jul, então o preço dele é resíduo de nome conhecido e não tem lastro de urna no cargo precificado. No book de 2º lugar do 1º turno ele marca 0,85% com volume acumulado de USD 687 mil, um dos casos em que volume alto convive com preço próximo de zero.

🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O pelotão repetiu o padrão de ontem com uma diferença importante: a alta de Caiado ficou concentrada no book de colocação e NÃO se transferiu para o de vencedor. No 3º lugar do 1º turno ele foi da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, o que soma 11,00pp em dois pregões, saindo de 15,50% em 26/Jul. No contrato de presidente ficou em 1,90%, queda de 0,05pp. Ler isso corretamente importa: o mercado está reprecificando quem termina em terceiro, não quem ganha a eleição. A contrapartida está em Renan Santos, que caiu nos três books em que aparece. O contraponto factual do dia sobre Caiado veio do Poder360 e é geográfico: ele lidera em Goiás, único estado em que a terceira via aparece competitiva, e Goiás vale 3,2% do eleitorado nacional. Isso não desmente o empate técnico nacional da BTG/Nexus de 27/Jul, mas coloca ao lado dele um dado que o painel tem obrigação de mostrar com o mesmo destaque. Zema teve o melhor número de urna do pelotão e ele é estadual: na Genial/Quaest de Minas Gerais, aparece com 39% contra 37% de Lula no returno, numericamente à frente e dentro da margem de 3pp, no estado que governou. O preço dele não se moveu, ficou em 0,55%, e a distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é a razão. Michelle subiu 0,05pp para 0,45%, Haddad estabilizou em 0,25% e Camilo Santana ficou em 0,40%. Ressalva de método de sempre: são preços entre 0,25% e 1,90% num book onde o favorito vale 63,50%, então variação em pontos percentuais parece grande em termos relativos e é pequena em dinheiro.

📊 QUADRO COMPARATIVO, Pesquisa vs Polymarket vs Realidade

Lógica
Lula (PT)
Pesquisa:SEM URNA NACIONAL HOJE. A última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul (n=2.004, campo 24-26/Jul, BR-01489/2026): 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno direto. Nas estaduais desta terça: 55% x 21% de Flávio em Pernambuco (Quaest, n=900, BR-03810/2026); empate técnico em Minas Gerais, 30% x 29% no 1º turno e 38% x 35% contra Flávio no returno, com Zema numericamente à frente por 39% x 37% (Quaest, n=1.482, BR-09333/2026); e 42% x 46% de Flávio no Rio (Real Time, n=2.000, BR-06074/2026).Polymarket:63,50% (vol USD 7,69M acumulado)Tendência:SOBE 1,00pp para 63,50% e IGUALA o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior da série, que é +39,80pp da mesma madrugada.2º Turno:68 dias da eleição. A alta veio SEM urna nacional para ancorá-la. Cruzamento raro, de 24/Jul e não de hoje: o diretor da Quaest estimou publicamente a probabilidade de reeleição dele em perto de 60%, contra 63,50% do mercado, duas estimativas da mesma grandeza colocadas lado a lado. Polymarket ao vivo 28/Jul 21:13 UTC, com a trava aprovada sem divergências.
Flávio Bolsonaro (PL)
Pesquisa:Sem nacional nova. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul: 33% no 1º turno e 43% no returno contra 47% de Lula, com rejeição de 50%. Nas estaduais desta terça, fica à frente de Lula no Rio por 46% a 42% no returno (Real Time) e atrás em Pernambuco por 21% a 55% (Quaest). O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado hoje, dá Lula 50% x 40% dele entre mulheres no 2º turno.Polymarket:23,85% (vol USD 7,69M acumulado)Tendência:PARADO em 23,85% pelo segundo pregão no contrato de vencedor, e SOBE 1,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,00%. É o inverso exato do sinal de ontem, quando subiu no vencedor e caiu no 2º lugar.2º Turno:Faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, sustentando que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria. Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado (G1, O Globo, 28/Jul). Segue sem vice definida, com prazo até 05/Ago.
Renan Santos (Missão)
Pesquisa:Sem nacional nova. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 5% no 1º turno. O painel segue com três patamares nas leituras recentes: 3% em Datafolha 24/Jul, Gerp 22/Jul e Indexa 21/Jul, 5% na Nexus e 9% na Real Time de 21/Jul. A dispersão entre institutos não foi resolvida hoje.Polymarket:8,75% (vol USD 8,58M acumulado)Tendência:CAI 0,80pp para 8,75% e perde a casa dos 9%. Caiu nos TRÊS books em que aparece: 12,15% no 2º lugar (queda 0,50pp) e 60,50% no 3º lugar (queda 1,50pp). Ontem os books dele andaram em direções opostas; hoje andaram juntos para baixo.2º Turno:A contrapartida da queda dele no 3º lugar está em Caiado, que somou 11,00pp naquele book em dois pregões, de 15,50% para 26,50%. A distorção contra a urna segue sendo a maior do painel. Ressalva de série: pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.
Caiado (PSD)
Pesquisa:Sem nacional nova. A última é a BTG/Nexus de 27/Jul: 6% no 1º turno e empate técnico com Lula no returno, 45% a 43%. Segue sem terceira medição para desempatar contra a Datafolha de 24/Jul, que dava Lula 47% x Caiado 40%. O Poder360 registra que ele lidera em Goiás, único estado onde a terceira via aparece competitiva, com 3,2% do eleitorado nacional.Polymarket:1,90% (vol USD 5,19M)Tendência:CAI 0,05pp para 1,90% no contrato de vencedor e SOBE forte no 3º lugar do 1º turno, da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%. A alta ficou no book de colocação e não se transferiu para o de presidente.2º Turno:Em dois pregões, saiu de 15,50% para 26,50% no 3º lugar. O mercado está reprecificando quem termina em terceiro, não quem ganha a eleição, e a contrapartida é a queda de Renan Santos no mesmo book. Candidato oficializado em 26/Jul com Kassab de vice.
Romeu Zema (Novo)
Pesquisa:Genial/Quaest em Minas Gerais 28/Jul (n=1.482, campo 22-26/Jul, margem 3pp, BR-09333/2026): 39% contra 37% de Lula num cenário de 2º turno, numericamente à frente e dentro da margem, no estado que governou. Na última nacional, a BTG/Nexus de 27/Jul, tem 3% no 1º turno e perde o returno para Lula por 46% a 42%.Polymarket:0,55% (vol USD 4,55M)Tendência:PARADO em 0,55%, sem reação ao melhor dado de urna dele no ciclo. No 3º lugar do 1º turno marca 4,60%.2º Turno:É o único nome do pelotão que aparece à frente de Lula em algum cenário de returno nesta rodada, e é estadual. A distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é o tamanho do problema. Segue sem vice anunciado, com prazo até 05/Ago.
STF impeachment
Pesquisa:Sem pesquisa. Mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027.Polymarket:2,80% (vol USD 83 mil)Tendência:CAI 0,60pp para 2,80%, quebrando quatro dias praticamente parados. É queda, ou seja, o mercado precificou MENOS risco de remoção do que ontem.2º Turno:Ressalva de método decisiva: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, a variação não sustenta narrativa. A queda coincide com a notícia de que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança sobre a CPI do Master e com a rejeição, por Fachin e por intempestividade, do pedido de quatro senadores para afastá-lo. O painel registra a coincidência e não afirma causa.

📌 O 28/Jul foi o inverso da véspera, e a inversão é o próprio achado. Na segunda houve urna nacional e o preço do favorito ficou parado. Nesta terça não houve urna nacional e o preço subiu. Lula foi de 62,50% para 63,50% (vol USD 7,69M), alta de 1,00pp, e voltou a tocar o topo da série do AFOS, que é 63,50%, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. IGUALA o topo, não o supera, e a diferença entre essas duas frases é exatamente o erro que o painel cometeu em 26/Jul e corrigiu em 27/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, que segue abaixo do maior gap da série, +39,80pp, da mesma madrugada. Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) pelo segundo pregão. Como o preço andou sem urna nacional para ancorá-lo, o painel registra o movimento e NÃO escolhe causa: o mesmo pregão teve a notícia de que Trump prorrogará por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, o pedido de consultas do governo brasileiro na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma declaração pública sobre probabilidade de reeleição feita em 24/Jul. Escolher uma dessas seria inventar precisão que o dado não tem. A URNA DO DIA foi estadual, e por isso não entra no recorte nacional do painel, mas o conteúdo dela importa: a disputa está geograficamente partida. A Genial/Quaest em Pernambuco (n=900, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-03810/2026 e PE-09649/2026) dá Lula 55% contra 21% de Flávio no 1º turno. A Genial/Quaest em Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-09333/2026 e MG-03490/2026) dá empate técnico nos dois turnos, com 30% a 29% no 1º e 38% a 35% contra Flávio no returno, e com Romeu Zema numericamente à FRENTE de Lula por 39% a 37%, dentro da margem. A Real Time Big Data no Rio de Janeiro (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) dá Flávio 46% contra 42% de Lula no returno. Somando o que o Poder360 compilou das estaduais publicadas, Lula lidera em 12 estados e Flávio em 7. O CRUZAMENTO RARO desta semana não é entre mercado e pesquisa, é entre mercado e modelo, e por isso merece um registro separado, com a ressalva de que a fala é de 24/Jul e não de hoje. Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez neste painel em que as duas fontes estimam a MESMA grandeza: probabilidade de vitória. Normalmente o painel cruza probabilidade implícita com intenção de voto, que não são a mesma coisa e por isso não podem ser subtraídas uma da outra. Aqui podem ser comparadas, e o painel as mostra lado a lado sem subtrair uma da outra, porque perto de 60% não é valor exato. Isso não valida nenhuma das duas: são modelos com premissas diferentes que chegaram perto, e proximidade não é prova de acerto, do mesmo modo que divergência não seria prova de erro. O terceiro eixo é o realinhamento do 3º lugar, que entrou no segundo dia. Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% no 3º lugar do 1º turno, o que soma 11,00pp em dois pregões contando os 15,50% de 26/Jul, enquanto Renan Santos caiu de 62,00% para 60,50%. E aqui o painel precisa separar duas coisas que parecem uma só: no contrato de VENCEDOR, Caiado CAIU 0,05pp, para 1,90%. Ou seja, o mercado está reprecificando quem termina em terceiro e não quem ganha a eleição. Renan, do outro lado, caiu nos TRÊS books em que aparece, 8,75% no vencedor, 12,15% no 2º lugar e 60,50% no 3º, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem e descreve saída de dinheiro em todas as frentes. O contraponto factual sobre Caiado veio do Poder360 e é geográfico: ele lidera em Goiás, o único estado em que a terceira via aparece competitiva, e Goiás vale 3,2% do eleitorado nacional. Isso não desmente o empate técnico nacional que a BTG/Nexus de 27/Jul mediu, e o painel mostra os dois com o mesmo destaque. O quarto eixo é institucional e teve mais fato do que na véspera, com o preço andando na direção contrária à intuição. Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado de Flávio Bolsonaro no inquérito que apura calúnia contra Lula, depois de o senador faltar ao ato na Polícia Federal e enviar defesa por escrito, na qual sustenta que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento. Associações de juízes e advogados reagiram formalmente ao ataque de Javier Milei a Moraes. E a via da CPI do Banco Master segue represada: O Globo noticiou que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da comissão, e Edson Fachin rejeitou, por intempestividade e sem entrar no mérito, o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria. No caso Master, o Valor Econômico publicou reportagem exclusiva de que André Mendonça autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens de Daniel Vorcaro e de outros envolvidos, informação que entra atribuída ao veículo e sem segunda fonte independente. Mesmo com esse acúmulo, o mercado de impeachment de ministro do STF CAIU 0,60pp e foi a 2,80%, num book de USD 83 mil. Registrar a direção é obrigatório; construir narrativa sobre ela, não, porque esse book se move com muito pouco dinheiro. O quinto eixo é a inflação, e ele vem com duas ressalvas antes do número. A faixa modal virou: 4,50% a 4,99% foi a 39,25%, contra 26,30% ontem, e passou à frente da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%, com 5,50% a 5,99% em 12,20%. Em uma frase, o centro da distribuição desceu um degrau e encostou no teto da meta em vez de ficar meio ponto acima dele. As ressalvas: o book inteiro soma USD 79 mil, e o mercado de inflação NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, que vigia apenas os cinco books eleitorais. Esse número não passou pela mesma verificação dos demais e entra com o aviso. Uma nota de captura, desta vez positiva: a trava PASSOU hoje, sem uma única divergência nos cinco books que cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem. Os preços de vencedor e de colocação entram todos como firmes, e não há faixa nesta atualização. Por fim, o registro de uma ausência, que é dado tanto quanto uma presença: a AtlasIntel tinha publicação declarada ao TSE para hoje, com n=5.000 e campo de 22 a 27/Jul (BR-08602/2026), e seria a maior amostra nacional do recorte. Ela NÃO foi divulgada até o fechamento desta captura, e nenhuma matéria sobre ela apareceu nas 927 peças coletadas hoje. Registro no TSE não é publicação garantida, e o painel não cita número de pesquisa que não saiu. A semana ainda traz PoderData em 30/Jul (n=2.400) e Vox Brasil em 31/Jul (n=2.100) para dizer se o patamar de 63,50% tem lastro de urna.

Perfil dos Pré-Candidatos

Lógica

Lula

PT
Presidente da República · 80 anos
Polymarket
63,50%
Pesquisa
Lula SOBE 1,00pp e volta ao topo da série: Poly 63,50% (vol USD 7,69M acumulado), a 68 dias do 1º turno, com o gap sobre Flávio em +39,65pp. O número IGUALA o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC, e não o supera; o maior gap da série segue sendo +39,80pp, da mesma madrugada. NÃO HOUVE URNA NACIONAL nesta terça, então o preço subiu sem âncora de pesquisa. A última nacional continua sendo a BTG/Nexus de 27/Jul (n=2.004, campo 24 a 26/Jul, BR-01489/2026), com 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno. As três pesquisas do dia são ESTADUAIS: 55% x 21% de Flávio em Pernambuco, empate técnico em Minas Gerais nos dois turnos com Zema numericamente à frente por 39% x 37% no returno, e 42% x 46% de Flávio no Rio de Janeiro.

Posição: Centro-esquerda. Programas sociais, intervencionismo estatal. 3º mandato presidencial.

⚠️ Risco: CRUZAMENTO RARO registrado nesta semana, e ele não é entre mercado e pesquisa, é entre mercado e modelo. A fala é de 24/Jul e NÃO de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez neste painel em que as duas fontes estimam a MESMA grandeza, probabilidade de vitória, e não probabilidade contra intenção de voto. Os dois números ficam lado a lado e o painel NÃO subtrai um do outro, porque perto de 60% não é valor exato. Proximidade não é validação, assim como divergência não seria prova de erro. EVENTOS: noticiou-se que Trump prorrogará por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém a base jurídica das sobretaxas sem criar sanção nova; e o governo brasileiro formalizou em 27/Jul o pedido de consultas na OMC. STF impeach CAIU 0,60pp, para 2,80%. Volume no presidencial em USD 116,26M.

Flávio Bolsonaro

PL
Senador (RJ) · 45 anos
Polymarket
23,85%
Pesquisa
Flávio PARADO no vencedor pelo segundo pregão: Poly 23,85% (vol USD 7,69M acumulado), e SOBE 1,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,00%. É o inverso exato do sinal de ontem, quando subiu no vencedor e caiu no 2º lugar. Como o favorito subiu 1,00pp e ele não se moveu, o gap contra ele abriu para +39,65pp. SEM URNA NACIONAL nesta terça. Nas estaduais, o dia corta nos dois sentidos: no Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time Big Data (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) o coloca à FRENTE de Lula no returno por 46% a 42%; em Pernambuco, a Genial/Quaest (n=900, BR-03810/2026) o mede em 21% contra 55%, trinta e quatro pontos de distância.

Posição: Direita conservadora. Herdeiro político de Jair Bolsonaro. Apoia desregulamentação, redução do Estado.

⚠️ Risco: EVENTOS 28/Jul: faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, sustentando que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento; Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado (G1, O Globo, CartaCapital). O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado nesta terça, mostra Lula com 50% contra 40% dele entre mulheres no 2º turno, com a rejeição dele sendo a mais alta nesse grupo. A campanha dele pediu ao TSE a rejeição da ação sobre o vídeo de IA de Jair Bolsonaro, citando máscara de Lula e post sobre o Master. O PT acionou a PGR para investigar gastos com a ida de Milei à convenção do PL. Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista e disputa interna aberta. STF impeach 2,80%.

Renan Santos

Missão
Fundador do MBL · 35 anos
Polymarket
8,75%
Pesquisa
Renan tem o pior dia do recorte, e a razão é a consistência e não o tamanho: CAIU nos TRÊS books em que aparece. Poly 8,75% no vencedor (queda 0,80pp, vol USD 8,58M acumulado), perdendo a casa dos 9%; 12,15% no 2º lugar do 1º turno (queda 0,50pp); e 60,50% no 3º lugar (queda 1,50pp). Ontem os books dele andaram em direções opostas, o que permitia ler realocação interna; hoje andaram juntos para baixo, o que é saída de dinheiro em todas as frentes. Do outro lado da conta está Caiado, que somou 11,00pp no 3º lugar em dois pregões. SEM URNA NACIONAL nesta terça: a última leitura segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 5% no 1º turno.

Posição: Direita liberal. Anti-establishment. Foco em jovens e redes sociais.

⚠️ Risco: 28/Jul: a distorção que o painel acompanha desde junho segue sendo a maior do recorte, agora com 8,75% de probabilidade implícita contra 5% na última nacional e 3% em três institutos de julho, e ela estreitou por movimento do PREÇO e não da urna. A dispersão entre institutos não foi resolvida hoje, porque nenhuma nacional saiu: continuam os três patamares, 3% em Datafolha 24/Jul, Gerp 22/Jul e Indexa 21/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 9% na Real Time de 21/Jul. Segue valendo que probabilidade de vitória e intenção de voto são grandezas diferentes, e o painel registra a distância sem chamar nenhuma das duas fontes de errada. Ressalva de série: 8,75% não é máximo nem mínimo dele, com pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr. STF impeach 2,80%.

Fernando Haddad

PT
Pré-candidato Gov. SP · 63 anos
Polymarket
0,25%
Pesquisa
Haddad ESTÁVEL em Poly 0,25% (vol USD 6,38M acumulado) depois de dois pregões seguidos de queda. Não é testado para presidente por nenhuma nacional, incluindo a BTG/Nexus de 27/Jul e a Datafolha de 24/Jul, então o preço dele é resíduo de nome conhecido e não tem lastro de urna no cargo precificado. No book de 2º lugar do 1º turno marca 0,85% com volume acumulado de USD 687 mil, um dos casos em que volume alto convive com preço próximo de zero. A chapa dele ao governo de São Paulo foi oficializada em 25/Jul, com Márcio França (PSB) de vice.

Posição: Centro-esquerda. Ministro da Fazenda até a desincompatibilização. Foco no maior colégio eleitoral do país.

⚠️ Risco: 28/Jul: sem fato novo próprio no dia. O que vale registrar é de método e vale para todo o pelotão: com preço em 0,25% e volume acumulado de USD 6,38M, ele é mais um exemplo de que volume mede história negociada e não convicção atual. A disputa de São Paulo é estadual e não entra neste painel, de escopo nacional. STF impeach 2,80%.

Ronaldo Caiado

PSD
Ex-Gov. Goiás · 76 anos
Polymarket
1,90%
Pesquisa
Caiado SOBE forte no book de colocação e CAI no de vencedor, e essa separação é o achado do dia. No 3º lugar do 1º turno saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, somando 11,00pp em dois pregões contando os 15,50% de 26/Jul. No contrato presidencial ficou em Poly 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M acumulado). Ou seja, o mercado está reprecificando quem termina em TERCEIRO, não quem ganha a eleição, e a contrapartida é a queda de Renan Santos no mesmo book. SEM URNA NACIONAL nesta terça: a última que o testa é a BTG/Nexus de 27/Jul, com 6% no 1º turno e empate técnico com Lula no returno, 45% a 43%, ainda sem terceira medição para desempatar contra a Datafolha de 24/Jul (47% x 40%).

Posição: Centro-direita. Agronegócio, gestão fiscal. Candidato oficializado pelo PSD.

⚠️ Risco: CONTRAPONTO GEOGRÁFICO em 28/Jul, e o painel mostra com o mesmo destaque que deu ao empate técnico nacional: o Poder360 registra que Caiado lidera em Goiás e que Goiás é o ÚNICO estado em que a terceira via aparece competitiva, valendo 3,2% do eleitorado nacional. Competitividade nacional medida em cenário de returno e competitividade concentrada em um estado não são a mesma coisa. Some a isso que a alta do dia ficou restrita ao book de terceiro colocado e não se transferiu para o de presidente, o que enfraquece a leitura de avanço real. Ressalva de escala: 1,90% segue sendo patamar baixo em absoluto, e 0,05pp num book desse tamanho é pouco dinheiro. Nota de captura, desta vez positiva: a trava de dupla leitura APROVOU a captura de hoje sem nenhuma divergência, então o 26,50% entra como preço firme e não como faixa, ao contrário de ontem. STF impeach 2,80%.

Romeu Zema

Novo
Ex-Gov. Minas Gerais · 56 anos
Polymarket
0,55%
Pesquisa
Zema teve o melhor dado de urna do pelotão, e ele é ESTADUAL. Na Genial/Quaest de Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-09333/2026 e MG-03490/2026), aparece com 39% contra 37% de Lula num cenário de 2º turno, numericamente à FRENTE e dentro da margem, no estado que governou por dois mandatos. É o único nome do pelotão à frente de Lula em algum cenário de returno nesta rodada. O preço não reagiu: Poly 0,55% (estável, vol USD 4,55M) e 4,60% no 3º lugar do 1º turno. Na última nacional, a BTG/Nexus de 27/Jul, tem 3% no 1º turno e perde o returno para Lula por 46% a 42%.

Posição: Direita liberal. Privatizações, estado mínimo. Gestão fiscal rigorosa em MG.

⚠️ Risco: 28/Jul: a distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é a explicação para o preço não ter se movido, e é o registro de método que interessa aqui: resultado de 2º turno num estado não se transfere para o país, ainda que Minas seja o terceiro maior colégio eleitoral. Segue SEM vice anunciado, com o prazo de 05/Ago a uma semana. O noticiário desta terça cita um senador e um cientista político entre os cotados e traz o presidente do Democracia Cristã elogiando uma eventual chapa dele com Joaquim Barbosa, sem nenhuma confirmação do Novo (Folha de S.Paulo, Estadão). Ele foi oficializado candidato em 27/Jul e o preço caiu naquele pregão, no terceiro lançamento seguido a terminar assim; hoje o preço ficou parado. STF impeach 2,80%.

Tarcísio de Freitas

Republicanos
Governador de São Paulo · 51 anos
Polymarket
0,15%
Pesquisa
Tarcísio estável a Poly 0,15% no presidencial, com o volume acumulado mais alto entre todos os mercados do book nesta captura, USD 13,65M. Não aparece nos cenários presidenciais das nacionais. Confirmou candidatura à reeleição em São Paulo, disputa estadual que não entra neste painel de escopo nacional. No Senado por cadeiras, o PL ficou em 71,00%, estável, e o MDB caiu 1,00pp, para 17,25%.

Posição: Centro-direita. Infraestrutura, gestão. Ex-ministro de Bolsonaro.

⚠️ Risco: 28/Jul: o presidencial dele em 0,15% com o maior volume acumulado do book é a anomalia de legado que serve de lembrete permanente de método, porque volume mede história negociada e não convicção atual. RESSALVA DE BASE sobre o Senado: aquele book soma USD 292 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, então movimento em percentual não significa dinheiro grande. NOTA DE CAPTURA, e hoje ela é boa: a trava de dupla leitura PASSOU sem nenhuma divergência nos cinco books que cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas ontem, então nada nesta atualização entra como faixa. Ressalva à parte para a inflação: aquele mercado NÃO é coberto pela trava, soma USD 79 mil e nesta terça mudou de faixa modal, com 4,50% a 4,99% indo a 39,25% e passando à frente da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%. STF impeach 2,80%.

Live Eleições News 120'

Lógica

Clima Político

Lógica

🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT

A 68 dias do 1º turno, a terça-feira não teve urna nacional e teve urna estadual em três estados, o que muda a pergunta que o painel consegue responder. A Genial/Quaest divulgou rodadas em Minas Gerais e em Pernambuco (campo 22 a 26/Jul), e a Real Time Big Data divulgou o Rio de Janeiro (campo 23 a 27/Jul). Nenhuma delas entra no recorte nacional do painel, por regra de escopo, e todas as três dizem a mesma coisa sobre o país: a disputa é geograficamente partida. Em Pernambuco, Lula tem 55% contra 21% de Flávio no 1º turno (n=900, margem 3pp, BR-03810/2026). Em Minas, é empate técnico nos dois turnos: 30% a 29% no 1º, 38% a 35% contra Flávio no returno, e Zema numericamente à frente de Lula por 39% a 37% (n=1.482, margem 3pp, BR-09333/2026). No Rio, Flávio fica à frente por 46% a 42% no returno (n=2.000, BR-06074/2026).

O cruzamento mais direto da semana não veio de pesquisa, veio de uma frase, e ela não é de hoje. Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez no painel que as duas fontes estimam a MESMA grandeza, probabilidade de vitória, e não grandezas diferentes: normalmente o painel compara probabilidade implícita com intenção de voto, que não são a mesma coisa. O painel mostra os dois números lado a lado e NÃO subtrai um do outro, porque perto de 60% não é valor exato. Registrar isso não é dizer que uma valida a outra: são dois modelos com premissas diferentes que chegaram perto, e chegar perto não é prova de estar certo.

No mercado, Lula voltou a 63,50% (vol USD 7,69M), alta de 1,00pp, e IGUALA o topo da série do AFOS, que foi marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo, é o mesmo topo tocado de novo. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp, da mesma madrugada de 26/Jul. Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) pelo segundo pregão. Quem se moveu contra foi Renan Santos, que caiu 0,80pp para 8,75% (vol USD 8,58M) e perdeu a casa dos 9%. E o movimento mais forte do dia foi de novo no 3º lugar do 1º turno: Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, enquanto Renan caiu de 62,00% para 60,50%. Em dois pregões, Caiado saiu de 15,50% para 26,50% naquele book. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. A trava de dupla leitura PASSOU hoje, sem nenhuma divergência nos cinco books que ela cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem.

Direita

Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) no contrato de vencedor pelo segundo pregão, e subiu 1,50pp no de 2º lugar do 1º turno, para 78,00%. É o inverso exato de ontem, quando ele subiu no vencedor e caiu no 2º lugar. Na urna estadual, o dia foi bom no Rio, onde a Real Time o dá à frente de Lula por 46% a 42% no returno, e ruim em Pernambuco, onde a Quaest o mede em 21% contra 55%. O recorte que a Folha de S.Paulo publicou da Datafolha de 24/Jul mostra o ponto estrutural: entre mulheres, Lula tem 50% contra 40% dele no 2º turno, e a rejeição dele é a mais alta nesse grupo. No campo judicial, ele faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, e Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado (G1, O Globo, 28/Jul). Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista.

Esquerda

Lula subiu 1,00pp para 63,50% (vol USD 7,69M) e voltou a tocar o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, ainda abaixo do maior da série, +39,80pp. Não houve urna nacional nova para testar esse patamar: a última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com Lula em 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno. Nas estaduais do dia ele confirmou o Nordeste, com 55% em Pernambuco, e apareceu vulnerável em Minas, onde empata tecnicamente com Flávio e perde numericamente para Zema por 39% a 37%. O contraponto de escala vem do Poder360, que compilou as pesquisas estaduais publicadas e registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio. No campo externo, o governo formalizou consulta na OMC contra as sobretaxas americanas em 27/Jul, e nesta terça se noticiou que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil.

Terceira Via

O pelotão teve mais um dia de realocação interna, e de novo entre Renan e Caiado. No 3º lugar do 1º turno, Caiado saltou da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% e Renan caiu de 62,00% para 60,50%. Em dois pregões, Caiado somou 11,00pp naquele book, de 15,50% para 26,50%. Mas o contrato de vencedor não acompanhou: Caiado ficou em 1,90% (vol USD 5,19M), queda de 0,05pp, o que é sinal cruzado e não avanço limpo. O contraponto factual do dia veio do Poder360: Caiado lidera em Goiás, e Goiás é o único estado em que a terceira via aparece competitiva, com 3,2% do eleitorado nacional. Uma competitividade nacional medida em pesquisa de returno e uma competitividade geográfica concentrada em um estado são coisas diferentes, e o painel registra as duas. Renan caiu nos TRÊS books em que aparece, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem: 8,75% no vencedor, 12,15% no 2º lugar e 60,50% no 3º. Zema ficou parado em 0,55%, Michelle subiu 0,05pp para 0,45% e Haddad ficou em 0,25%.

📌 Lula 63,50% (alta 1,00pp, vol USD 7,69M), Flávio 23,85% (estável, vol USD 7,69M), Renan 8,75% (queda 0,80pp, vol USD 8,58M), Caiado 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,55% (estável, vol USD 4,55M), Michelle 0,45% (alta 0,05pp, vol USD 9,32M), Camilo Santana 0,40% (estável), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Alckmin 0,25%, Tarcísio 0,15% (estável, vol USD 13,65M), Tereza Cristina 0,15%. Gap Lula sobre Flávio em +39,65pp, alta de 1,00pp contra ontem, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp em 26/Jul. Sub-mercados: 2º lugar do 1º turno com Flávio 78,00% (alta 1,50pp) e Renan 12,15% (queda 0,50pp); 3º lugar com Renan 60,50% (queda 1,50pp), Caiado 26,50% (alta de 7,00pp a 7,50pp contra a faixa de ontem) e Flávio 7,75% (estável). Senado por cadeiras: PL 71,00% (estável) e MDB 17,25% (queda 1,00pp). Impeachment de ministro do STF em 2,80% (queda 0,60pp). Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. Captura 28/Jul 21:13 UTC, aprovada pela trava de dupla leitura sem nenhuma divergência.

Escândalo INSS e o Caso Lulinha

Lógica

🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT

A pauta fiscal seguiu sem fato novo pelo segundo dia: Senado em recesso, projetos prioritários parados e a promulgação da pauta-bomba ainda segurada por Davi Alcolumbre. O eixo econômico do dia foi externo. Noticiou-se que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém em vigor a declaração de julho de 2025. A prorrogação é exigência da Lei de Emergências Nacionais americana e, por si, não cria sanção nova nem restabelece tarifa, ainda que seja a base jurídica das sobretaxas. Em paralelo, o governo Lula formalizou na segunda o pedido de consultas na OMC contra as sobretaxas recentes.

O mercado se moveu no topo depois de dois pregões parados: Lula subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, igualando o topo da série do AFOS marcado em 26/Jul. É importante o que NÃO explica esse movimento: não saiu pesquisa nacional nova nesta terça. As três pesquisas do dia são estaduais e não medem o país. Quando o preço anda sem urna nova para ancorá-lo, a leitura correta é que o mercado reagiu a outra coisa, e o painel não tem como dizer a qual, porque o mesmo pregão teve prorrogação da emergência americana, consulta na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma declaração anterior do diretor da Quaest sobre probabilidade de reeleição, feita em 24/Jul. Registrar a ausência de âncora é mais honesto que escolher uma causa.

O mercado de impeachment de ministro do STF CAIU 0,60pp e foi a 2,80% (vol USD 83 mil), quebrando quatro dias praticamente parado. A ressalva de método continua valendo mais que o número: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, esse book é ordens de grandeza menor e uma variação nele não sustenta narrativa. O registro é que o preço se moveu para BAIXO justamente no dia em que se noticiou que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master, e em que Fachin rejeitou, por intempestividade, o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria. O painel registra a coincidência e não afirma causa.

Na inflação, houve a mudança mais chamativa do dia em termos relativos, e ela precisa de duas ressalvas antes do número. A faixa modal virou: 4,50% a 4,99% passou a 39,25%, contra 26,30% ontem, e tomou a liderança da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%. A faixa de 5,50% a 5,99% ficou em 12,20%. Em uma frase, o centro da distribuição desceu um degrau e encostou no teto da meta, em vez de ficar meio ponto acima dele. As ressalvas: o book inteiro soma USD 79 mil, e a faixa que mais subiu tem USD 12 mil de volume acumulado. E, decisivo, o mercado de inflação NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, que vigia apenas os cinco books eleitorais. Ou seja, esse número não passou pela mesma verificação dos demais e entra com esse aviso.

IMPACTO NA IMAGEM DE LULA

Sem leitura nacional nova de aprovação nesta terça. A mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul: aprovação pessoal 47% contra 49% de desaprovação, com 4% que não responderam, ante 47% x 47% em 13/Jul. O contraste com a Datafolha de 24/Jul continua em pé, porque lá era o inverso, 49% x 48%. Dois levantamentos com margem de 2pp e dois empates técnicos com as pontas em ordem trocada descrevem uma faixa estreita em torno de 48%, não uma virada. O dado adicional sobre esse tema é indireto, vem do próprio setor e é da semana passada, não de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que, no modelo que associa aprovação do governo a probabilidade de reeleição, a chance de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). As anteriores: PoderData 22/Jul com 46% x 47%, Indexa 21/Jul com 49% x 48%, Real Time 21/Jul com 46% x 50%, Genial/Quaest 15/Jul com 48% x 47% e PoderData/Aya 16/Jul com 42% x 51%.

IMPACTO NA GESTÃO FEDERAL

Sem leitura nacional nova de avaliação da gestão nesta terça. A mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com 43% de ruim ou péssimo (9% ruim e 34% péssimo) contra 36% de ótimo ou bom (15% ótimo e 21% bom) e 20% regular. A Datafolha de 24/Jul media 32% x 38% x 28%. Os dois institutos discordam do nível e concordam do sinal: o eleitor aprova a pessoa mais do que aprova a gestão. Na inflação, o mercado mudou de faixa modal: 4,50% a 4,99% ficou em 39,25%, à frente da faixa de 5,00% a 5,49% com 38,15% e da faixa de 5,50% a 5,99% com 12,20% (Polymarket). O centro da distribuição encostou no teto da meta em vez de ficar acima dele, num book que soma USD 79 mil e que não passa pela trava de captura.

📌 A 68 dias da eleição, a terça inverteu a segunda. Na segunda houve urna nacional e o preço do favorito ficou parado. Nesta terça não houve urna nacional e o preço subiu 1,00pp, voltando ao topo da série. As três pesquisas do dia são estaduais e contam uma história que a média nacional esconde: Lula com 55% em Pernambuco, empate técnico em Minas com Zema numericamente à frente no returno, e Flávio à frente no Rio por 46% a 42%. A disputa é geograficamente partida, e o Poder360 registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio, com Goiás sendo o único onde a terceira via aparece competitiva e valendo 3,2% do eleitorado. No mercado, o realinhamento do 3º lugar continuou: Caiado foi a 26,50% e Renan caiu nos três books em que aparece. E a AtlasIntel, que tinha publicação declarada ao TSE para hoje com n=5.000, não foi divulgada até o fechamento desta captura.

Impacto do Escândalo Banco Master

Lógica

🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT

A terça trouxe fato processual novo em duas frentes, e nenhuma delas é a de ontem. A primeira é de investigação: o Valor Econômico publicou reportagem exclusiva de que André Mendonça autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens de Daniel Vorcaro e de outros envolvidos no caso Master. O painel registra a informação com a atribuição explícita ao veículo, porque é apuração exclusiva de uma redação e não decisão publicada em portal de tribunal, e não a trata como confirmada por segunda fonte.

A segunda frente é a legislativa, e nela a novidade é a demora. O Globo e a Tribuna da Internet noticiaram que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master no Senado. Quatro senadores, Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério, pediram o afastamento dele da relatoria, alegando demora em assunto de urgência constitucional e relação pública com Ciro Nogueira. Edson Fachin rejeitou o pedido por ele ter sido protocolado fora do prazo do regimento, sem entrar no mérito da alegação. Em paralelo, o ministro da Justiça recusou derrubar o sigilo das visitas de Vorcaro na Polícia Federal.

Sobre o preço, o registro é o de sempre e vale repetir: o mercado de impeachment de ministro do STF caiu 0,60pp e foi a 2,80%, num book de USD 83 mil. A queda aconteceu no mesmo dia dessas notícias, e o painel NÃO atribui uma coisa à outra. Um book desse tamanho se move com pouquíssimo dinheiro, e a mesma terça teve prorrogação da emergência americana, três pesquisas estaduais e movimento forte no 3º lugar do presidencial. Atribuir causa aqui seria inventar precisão que o dado não tem.

📌 As duas frentes do caso Master seguem em trilhos separados e não devem ser somadas: a criminal, no STF sob relatoria de Mendonça, agora com rastreamento patrimonial no exterior segundo o Valor, e a patrimonial, na Justiça do Rio, com bloqueio de até R$ 135 milhões já definido. A novidade estrutural da terça é uma terceira: a via legislativa está parada há quatro meses no STF, e a tentativa de destravá-la por afastamento do relator foi rejeitada por questão de prazo, não de mérito. Quando o caminho de apuração parlamentar fica represado numa decisão que não sai, o custo não aparece em preço de mercado e aparece em tempo.

Credibilidade do STF, Impacto Eleitoral

Lógica

🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT

2,80%

Probabilidade de impeachment de ministro do STF até 2027 (Polymarket)

Ministros sob pressão:

Dias Toffoli

Toffoli segue isolado no STF após a crise do Master, sem ato individual novo capturado nesta terça.

Alexandre de Moraes

Voltou a agir e não apenas a ser citado. Mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado de Flávio Bolsonaro no inquérito que apura calúnia contra Lula, depois de o senador faltar ao ato na Polícia Federal e enviar defesa por escrito, na qual afirma que Lula voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento (G1, O Globo, CartaCapital, 28/Jul). Deu ainda 48 horas para Daniel Silveira explicar vídeo eleitoral gravado ao lado de Carlos Portinho (VEJA, 28/Jul). No plano externo, o ataque de Javier Milei a ele na convenção do PL gerou reação formal de associações de juízes e advogados nesta terça.

Gilmar Mendes

Sem ato individual de Gilmar no período. Permanece o voto conjunto recente, com Dino, Moraes e Zanin, que reduziu restrições a penduricalhos, tema que voltou ao noticiário econômico nesta terça com a conta de juros sobre atrasados.

Flávio Dino

Sem decisão individual de Dino capturada nesta terça. Segue alvo do bolsonarismo e mantém-se o voto conjunto recente sobre penduricalhos, com a disputa pelo orçamento ainda aberta na Corte.

André Mendonça

Frente mais ativa do dia no caso Master. Além de seguir como relator do inquérito aberto em 23/Jul sobre os repasses de Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro, o Valor Econômico publicou em reportagem exclusiva de 28/Jul que ele autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens do ex-banqueiro e de outros envolvidos. A informação entra com atribuição ao veículo, sem segunda fonte independente até o fechamento desta captura.

🏦 NEXO STF × BANCO MASTER

O nexo da terça deslocou-se do palanque para o processo. No externo, noticiou-se que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém a base jurídica das sobretaxas sem criar sanção nova, enquanto o governo brasileiro formalizou na segunda o pedido de consultas na OMC. As associações de juízes e advogados reagiram formalmente ao ataque de Milei a Moraes. No interno, Moraes acionou a PGR sobre o depoimento cancelado de Flávio, e a via da CPI do Master segue represada há quatro meses no gabinete de Kassio Nunes Marques, com Fachin rejeitando por intempestividade o pedido de quatro senadores para afastá-lo.

O mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027 CAIU 0,60pp e foi a 2,80% (vol USD 83 mil), quebrando quatro dias praticamente parados. A ressalva de método vem antes da leitura: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, uma variação nesse book não sustenta narrativa e a queda de hoje pode ser uma ordem pequena, não uma reprecificação. Feita a ressalva, o registro é que o preço andou para baixo na terça em que o noticiário institucional foi mais denso do que na véspera: PGR acionada por Moraes no caso do depoimento de Flávio, associações de magistratura reagindo formalmente ao ataque de um chefe de Estado estrangeiro a um ministro, e a CPI do Master parada há quatro meses num mandado de segurança que não é julgado. O dinheiro real seguiu tratando tudo isso como atrito institucional, e nesta terça precificou um pouco MENOS risco de remoção do que ontem, não mais.