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Cruzamento em tempo real
ⓘ Lógica →Polymarket é a maior plataforma de mercados de previsão do mundo. Diferente de pesquisas de opinião, permite apostas reais em eventos futuros e reflete onde as pessoas colocam seu dinheiro, historicamente mais preciso. As odds abaixo mostram a probabilidade do mercado.
🏆 Quem vence a Presidência?
🥈 2º lugar no 1º turno
🥉 3º lugar no 1º turno
⚖️ STF: Impeachment de ministro até 2027?
🏛️ Senado: Qual partido elege mais?
📈 Inflação 2026
Grafo do cruzamento
ⓘ Lógica →Um mapa navegável do AFOS: Brasil 2026 no centro, a divergência mercado×pesquisa (linha colorida com o Δpp), o contexto estrutural e nós clicáveis para os produtos e seções do dashboard.
Contexto estrutural
ⓘ Lógica →Governança (escala 0–100)
Economia
Educação
Fonte: World Bank — Worldwide Governance Indicators + World Development Indicators (2024). Indicadores estruturais anuais que contextualizam o país; não preveem o resultado eleitoral. WGI ↗ · WDI ↗
Pesquisas Eleitorais
ⓘ Lógica →📊 Pesquisas vs Polymarket, Comparação dos Candidatos
Fontes: Polymarket via proxy AFOS (live 28/Jul 21:13 UTC, degraded false, failedCount 0, scripts/capture-guard.ts APROVADO sem divergências nos cinco books cobertos) + BTG/Nexus 27/Jul (BR-01489/2026, n=2.004, campo 24-26/Jul, última nacional) + Datafolha 24/Jul (BR-01166/2026, n=2.004) + Gerp 22/Jul (BR-05026/2026) + Indexa 21/Jul (BR-02904/2026) + Real Time Big Data 21/Jul (BR-09247/2026) + PoderData/Aya 16/Jul (BR-00059/2026) + Genial/Quaest 15/Jul (BR-07181/2026) + Futura/Apex 14/Jul (BR-07294/2026) + AtlasIntel 01/Jul (BR-04582/2026). Estaduais de 28/Jul citadas como contexto e fora do recorte nacional: Genial/Quaest PE (BR-03810/2026 e PE-09649/2026, n=900), Genial/Quaest MG (BR-09333/2026 e MG-03490/2026, n=1.482) e Real Time Big Data RJ (BR-06074/2026, n=2.000). Compilação de liderança por estado via Poder360. Estimativa de probabilidade de reeleição de terceiro: Felipe Nunes, diretor da Quaest, no Expert XP de 24/Jul (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). Série do ciclo conferida em /api/market/history nas janelas de 90 e de 18 dias, com topo de 63,50% e maior gap de +39,80pp, ambos em 26/Jul às 22:30 UTC.
🏛️ Institutos Monitorados, Confiabilidade
📍 Mostramos pesquisas nacionais (1º e 2º turnos) mais recentes. Estaduais e análise integrada no AFOS Daily. Histórico completo via API.
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Caiado
Lula vs Zema
Lula vs Renan
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Caiado
Lula vs Zema
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Caiado
Lula vs Zema
Lula vs Renan Santos
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Caiado
Lula vs Renan Santos
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno, estimulado)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Michelle
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Lula vs Michelle
Lula vs Caiado
Lula vs Zema
Lula vs Damares
Lula vs Marcos Pontes
Lula vs Rogério Marinho
Lula vs Renan Santos
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
Cenário Principal (1º turno)
🔄 Simulações de 2º Turno
Lula vs Flávio
🔬 Análise Criteriosa, Os 4 Primeiros Colocados
ⓘ Lógica →ATUALIZAÇÃO 28/Jul 18:13 BRT, a 68 dias do 1º turno. SEM URNA NACIONAL HOJE, e com três estaduais que mostram o país partido: Genial/Quaest em Pernambuco (n=900, campo 22 a 26/Jul, BR-03810/2026) dá Lula 55% x Flávio 21% no 1º turno; Genial/Quaest em Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, BR-09333/2026) dá empate técnico nos dois turnos, 30% x 29% no 1º, 38% x 35% contra Flávio no returno e Zema numericamente à frente de Lula por 39% x 37%; Real Time Big Data no Rio de Janeiro (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) dá Flávio 46% x Lula 42% no returno. Nenhuma delas entra no recorte nacional do painel, por regra de escopo. No MERCADO, Lula subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, que IGUALA o topo da série do AFOS marcado em 26/Jul às 22:30 UTC, e não é topo novo. O gap foi a +39,65pp, abaixo do maior da série, que é +39,80pp da mesma madrugada. Flávio ficou parado em 23,85% pelo segundo pregão e Renan Santos caiu 0,80pp para 8,75%, perdendo a casa dos 9%. O movimento mais forte foi de novo no 3º lugar do 1º turno: Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, somando 11,00pp em dois pregões, enquanto Renan caiu de 62,00% para 60,50%. O CRUZAMENTO RARO, e ele não é de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60% (InfoMoney, 25/Jul), e o Polymarket marca 63,50%. São duas estimativas independentes da MESMA grandeza, mostradas lado a lado e sem subtração, porque perto de 60% não é valor exato. A AtlasIntel, com publicação declarada ao TSE para hoje e n=5.000 (BR-08602/2026, campo 22 a 27/Jul), NÃO foi divulgada até o fechamento desta captura. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. Cruzamento com Polymarket ao vivo 28/Jul 21:13 UTC, com a trava de dupla leitura APROVADA sem nenhuma divergência nos cinco books que ela cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem.
1️⃣ Polymarket 63,50% (alta 1,00pp, vol USD 7,69M acumulado), a 68 dias da eleição. Volta a tocar o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC, sem superá-lo. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp. Não houve urna nacional nova para testar o patamar: a última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno direto. Nas estaduais do dia, 55% em Pernambuco e empate técnico em Minas Gerais.
✅ PONTOS FORTES
- • Subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, igualando o topo da série do AFOS, com volume acumulado de USD 7,69M.
- • Felipe Nunes, diretor da Quaest, estimou publicamente em perto de 60% a probabilidade de reeleição dele, contra cerca de 38% no início do ano, no Expert XP de 24/Jul, e é a primeira vez que o painel tem duas estimativas da mesma grandeza para colocar lado a lado.
- • Domina o Nordeste na urna estadual do dia: 55% contra 21% de Flávio em Pernambuco, no 1º turno, com margem de 3pp.
- • O Poder360 compilou as estaduais publicadas e registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio, o que sustenta a vantagem nacional em base geográfica ampla.
- • A BTG/Nexus de 27/Jul, última nacional, o mantém vencendo os quatro cenários de returno testados, ainda que dois deles estejam dentro da margem.
❌ PONTOS FRACOS
- • A alta de 1,00pp aconteceu SEM urna nacional nova no dia, ou seja, o preço subiu sem âncora de pesquisa para explicá-lo.
- • 63,50% iguala o topo da série e não o supera, e o gap de +39,65pp segue abaixo do maior da série, +39,80pp, o que é aproximação de máxima e não recorde.
- • Em Minas Gerais, terceiro maior colégio eleitoral, a Genial/Quaest o coloca em empate técnico no 1º turno (30% x 29%) e numericamente ATRÁS de Zema no returno, 37% a 39%.
- • No Rio de Janeiro, a Real Time o coloca atrás de Flávio no returno, 42% a 46%.
- • A aprovação segue em faixa estreita em torno de 48%, com a leitura mais recente, a BTG/Nexus de 27/Jul, apontando desaprovação à frente por 49% a 47%.
🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O dia dele é fácil de descrever e difícil de explicar, e o painel precisa dizer as duas coisas. A descrição: subiu 1,00pp, foi a 63,50% (vol USD 7,69M) e voltou a encostar no topo da série do AFOS, que é 63,50% marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo, é o mesmo topo tocado outra vez, e a diferença entre as duas frases é exatamente o tipo de coisa que o painel errou em 26/Jul e corrigiu em 27/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, que segue abaixo do maior da série, +39,80pp. A dificuldade: não saiu pesquisa nacional nesta terça. As três do dia são estaduais e não medem o país. Então o preço andou sem âncora de urna, e o painel não tem base para dizer o que o moveu, porque o mesmo pregão teve a prorrogação da emergência americana sobre o Brasil, o pedido de consultas do Brasil na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma fala anterior do diretor da Quaest sobre probabilidade de reeleição. Sobre essa fala vale um registro à parte, porque é rara, e vale dizer que ela é de 24/Jul e não de hoje: Felipe Nunes afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição dele saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). O mercado marca 63,50%. Pela primeira vez o painel tem duas fontes estimando a MESMA grandeza, e não probabilidade contra intenção de voto, que são coisas diferentes. Os dois números ficam lado a lado, sem subtração, porque perto de 60% não é valor exato. Isso não prova que alguma das duas esteja certa: são modelos com premissas distintas que chegaram perto, e proximidade não é validação. Na urna estadual, o retrato é de país partido: 55% contra 21% em Pernambuco, empate técnico em Minas com desvantagem numérica contra Zema no returno, e derrota numérica no Rio. O Poder360 dá o contorno: ele lidera em 12 estados e Flávio em 7. Volume acumulado dele em USD 7,69M, num presidencial que soma USD 116,26M.
2️⃣ Polymarket 23,85% (estável, vol USD 7,69M acumulado) pelo segundo pregão, três dias depois da convenção que oficializou a candidatura. No mesmo dia SUBIU 1,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,00%, invertendo o sinal de ontem. Sem urna nacional nova. Nas estaduais, fica à frente de Lula no Rio por 46% a 42% no returno (Real Time) e atrás por 21% a 55% em Pernambuco (Quaest).
✅ PONTOS FORTES
- • Consolidou o 2º lugar do 1º turno em 78,00%, alta de 1,50pp, reforçando a leitura de que é ele quem chega ao returno se ele existir.
- • Ganhou no book de colocação sem perder no de vencedor, o inverso dos sinais cruzados de ontem.
- • No Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) o coloca à frente de Lula no returno por 46% a 42%.
- • O Poder360, compilando as estaduais publicadas, registra que ele lidera em 7 estados contra 12 de Lula.
- • A candidatura está formalizada desde 25/Jul, o que encerrou a fase de pré-candidatura e liberou o calendário de campanha.
❌ PONTOS FRACOS
- • Segundo pregão sem sair de 23,85% no contrato de vencedor, enquanto o favorito subiu 1,00pp: o gap contra ele abriu para +39,65pp.
- • Em Pernambuco, a Genial/Quaest o mede em 21% contra 55% de Lula, uma distância de 34 pontos no 1º turno.
- • O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado nesta terça, mostra Lula com 50% contra 40% dele entre mulheres no 2º turno, com a rejeição dele sendo a mais alta nesse grupo.
- • Faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, e Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado.
- • Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista e com disputa interna aberta, incluindo tentativa de Michelle de emplacar uma aliada.
🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O dia dele foi o espelho do de ontem, e isso é informativo por si. Ontem subiu no vencedor e caiu no 2º lugar; hoje ficou parado no vencedor, em 23,85% (vol USD 7,69M), e subiu 1,50pp no 2º lugar, para 78,00%. Dois pregões seguidos em que os books do mesmo nome se movem em direções diferentes descrevem um mercado que está seguro de que ele é o segundo colocado e inseguro sobre o quanto isso vale contra o favorito. Como Lula subiu 1,00pp e ele ficou parado, o gap abriu para +39,65pp. Na urna, o dia foi geográfico e cortou nos dois sentidos. No Rio de Janeiro, seu estado, a Real Time o coloca à frente de Lula no returno por 46% a 42%. Em Pernambuco, a Genial/Quaest o mede em 21% contra 55%, trinta e quatro pontos de distância. Nenhuma das duas entra no recorte nacional do painel, e as duas juntas descrevem o problema estrutural da candidatura: ela é forte onde já era e não avança onde precisa. O recorte que a Folha de S.Paulo publicou da Datafolha de 24/Jul aponta para o mesmo lugar por outro caminho: entre mulheres, Lula tem 50% contra 40% dele no 2º turno, e a rejeição dele é a mais alta nesse grupo. No campo judicial, a terça trouxe fato novo: ele faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF, no inquérito que apura calúnia contra Lula, sustentando que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento. Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado. O painel registra o fato processual e não projeta desfecho.
3️⃣ Polymarket 8,75% no vencedor (queda 0,80pp, vol USD 8,58M acumulado), perdendo a casa dos 9%. Caiu nos TRÊS books em que aparece: 12,15% no 2º lugar do 1º turno (queda 0,50pp) e 60,50% no 3º lugar (queda 1,50pp). Sem urna nacional nova: a última leitura segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mede em 5% no 1º turno.
✅ PONTOS FORTES
- • Mantém o terceiro maior preço do book presidencial e o maior volume acumulado entre os nomes competitivos, USD 8,58M, acima de Lula e de Flávio.
- • Segue líder isolado no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno, com 60,50%, mais que o dobro do segundo colocado ali, que é Caiado com 26,50%.
- • Mantém 12,15% no 2º lugar do 1º turno, ou seja, o mercado ainda lhe atribui hipótese de returno acima de qualquer nome do pelotão.
- • A rejeição baixa medida pela Datafolha, de 12%, um quarto da de Flávio, preserva espaço de crescimento que os dois primeiros colocados não têm.
❌ PONTOS FRACOS
- • Caiu nos três books no mesmo pregão, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem e descreve saída de dinheiro em todas as frentes.
- • Perdeu a casa dos 9% no contrato de vencedor, saindo de 11,75% em 25/Jul para 8,75% em quatro pregões.
- • Cedeu mais 1,50pp no 3º lugar do 1º turno e viu Caiado somar 11,00pp naquele book em dois dias, de 15,50% para 26,50%.
- • A distorção contra a urna continua sendo a maior do painel: 8,75% de preço contra 5% na última nacional e 3% em três institutos de julho.
- • Medido na série inteira, 8,75% está bem abaixo do pico de 17,90% de 09/Jun, então o nível atual é continuação de recuo, não patamar novo.
🎯 Análise AFOS (28/07/2026): Foi o pior dia dele do recorte, e a razão é a consistência do movimento, não o tamanho. Caiu 0,80pp no vencedor, indo a 8,75% (vol USD 8,58M) e perdendo a casa dos 9%. Caiu 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, indo a 12,15%. Caiu 1,50pp no 3º lugar, indo a 60,50%. Ontem os books dele andaram em direções opostas, o que permitia a leitura de realocação interna; hoje os três andaram juntos para baixo, o que é saída de dinheiro em todas as frentes. Do outro lado dessa conta está Caiado, que subiu de novo no 3º lugar e chegou a 26,50%, somando 11,00pp naquele book em dois pregões, de 15,50% para 26,50%. O mercado passou duas semanas com ele como terceiro provável quase incontestado e agora está reprecificando essa posição em favor de um governador com estrutura partidária e vice definido. Não houve urna nacional nova nesta terça para testar isso: a leitura mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, que o mediu em 5% no 1º turno, contra 3% na Datafolha de 24/Jul, na Gerp de 22/Jul e na Indexa de 21/Jul, e 9% na Real Time de 21/Jul. A dispersão entre institutos, portanto, continua aberta e não foi resolvida hoje. A distorção que o painel acompanha desde junho, entre um preço de 8,75% e um voto declarado que a maioria das casas coloca em 3%, seguiu estreitando por movimento do preço e não por movimento da urna. Continua sendo comparação entre grandezas diferentes, probabilidade de vitória contra intenção de voto, e o painel a registra como distância, não como erro de alguém. Ressalva de série: 8,75% não é máximo nem mínimo dele, com pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.
4️⃣ Polymarket: Caiado 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,55% (estável, vol USD 4,55M), Michelle 0,45% (alta 0,05pp, vol USD 9,32M), Camilo Santana 0,40% (estável), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Alckmin 0,25%, Tarcísio 0,15% (vol USD 13,65M). No 3º lugar do 1º turno, Caiado saltou da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%. Na Genial/Quaest de Minas Gerais, Zema aparece numericamente à FRENTE de Lula no returno, 39% a 37%.
28/Jul, a 68 dias: o pelotão teve o segundo dia seguido de realocação, e de novo entre Renan e Caiado. No 3º lugar do 1º turno, Caiado foi de 15,50% em 26/Jul para a faixa de 19,00% a 19,50% em 27/Jul e agora para 26,50%, enquanto Renan caiu para 60,50%. Mas o contrato de vencedor NÃO acompanhou: Caiado ficou em 1,90%, queda de 0,05pp, o que é sinal cruzado e não avanço limpo. O contraponto factual veio do Poder360: Caiado lidera em Goiás, e Goiás é o único estado em que a terceira via aparece competitiva, valendo 3,2% do eleitorado nacional. Zema teve o melhor dado de urna do pelotão e ele é ESTADUAL: na Genial/Quaest de Minas, aparece com 39% contra 37% de Lula no returno, numericamente à frente e dentro da margem de 3pp. O preço dele não se mexeu: 0,55%.
🔵 CAIADO (PSD), Poly presidencial 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M) | 3º lugar do 1º turno 26,50% (alta de 7,00pp a 7,50pp contra a faixa de ontem) | candidato oficializado em 26/Jul, com Kassab de vice | última nacional: BTG/Nexus 27/Jul, 1T 6% e 2º turno Lula 45% x Caiado 43%
Fortes: Segundo pregão seguido de alta forte no book de colocação: saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% no 3º lugar do 1º turno, e em dois dias somou 11,00pp ali, de 15,50% para 26,50%. É o único nome do pelotão para o qual o mercado está transferindo posição de forma sustentada, e a contrapartida é a queda de Renan Santos no mesmo book. A urna mais recente que o testa, a BTG/Nexus de 27/Jul, o coloca em empate técnico com Lula no returno, 45% a 43%, o cenário mais apertado daquele levantamento, e em 6% no 1º turno, o melhor do pelotão.
Fracos: O contrato de vencedor não acompanhou o book de colocação: ficou em 1,90%, queda de 0,05pp, no mesmo dia em que subiu mais de sete pontos no 3º lugar. Subir na disputa por terceiro e não subir na disputa por presidente é exatamente a leitura de quem o mercado vê como forte no pelotão e distante do topo. O contraponto geográfico é duro e veio do Poder360: ele lidera em Goiás, e Goiás é o único estado onde a terceira via aparece competitiva, com 3,2% do eleitorado nacional. Uma competitividade nacional medida em cenário de returno e uma competitividade concentrada em um estado não são a mesma coisa. Além disso, a divergência entre BTG/Nexus (45x43) e Datafolha de 24/Jul (47x40) sobre ele segue sem terceira medição para desempatar.
🔴 HADDAD (PT), Poly presidencial 0,25% (estável, vol USD 6,38M) | não testado no presidencial pelas nacionais recentes | foco no governo de SP, com chapa oficializada em 25/Jul e Márcio França (PSB) de vice
Fortes: Estabilizou em 0,25% depois de dois pregões de queda. Segue como principal quadro do PT no maior colégio eleitoral do país, com a chapa ao governo de São Paulo oficializada em convenção em Campinas no dia 25/Jul, com Márcio França de vice.
Fracos: Nenhuma nacional o testa para presidente, incluindo a BTG/Nexus de 27/Jul e a Datafolha de 24/Jul, então o preço dele é resíduo de nome conhecido e não tem lastro de urna no cargo precificado. No book de 2º lugar do 1º turno ele marca 0,85% com volume acumulado de USD 687 mil, um dos casos em que volume alto convive com preço próximo de zero.
🎯 Análise AFOS (28/07/2026): O pelotão repetiu o padrão de ontem com uma diferença importante: a alta de Caiado ficou concentrada no book de colocação e NÃO se transferiu para o de vencedor. No 3º lugar do 1º turno ele foi da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, o que soma 11,00pp em dois pregões, saindo de 15,50% em 26/Jul. No contrato de presidente ficou em 1,90%, queda de 0,05pp. Ler isso corretamente importa: o mercado está reprecificando quem termina em terceiro, não quem ganha a eleição. A contrapartida está em Renan Santos, que caiu nos três books em que aparece. O contraponto factual do dia sobre Caiado veio do Poder360 e é geográfico: ele lidera em Goiás, único estado em que a terceira via aparece competitiva, e Goiás vale 3,2% do eleitorado nacional. Isso não desmente o empate técnico nacional da BTG/Nexus de 27/Jul, mas coloca ao lado dele um dado que o painel tem obrigação de mostrar com o mesmo destaque. Zema teve o melhor número de urna do pelotão e ele é estadual: na Genial/Quaest de Minas Gerais, aparece com 39% contra 37% de Lula no returno, numericamente à frente e dentro da margem de 3pp, no estado que governou. O preço dele não se moveu, ficou em 0,55%, e a distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é a razão. Michelle subiu 0,05pp para 0,45%, Haddad estabilizou em 0,25% e Camilo Santana ficou em 0,40%. Ressalva de método de sempre: são preços entre 0,25% e 1,90% num book onde o favorito vale 63,50%, então variação em pontos percentuais parece grande em termos relativos e é pequena em dinheiro.
📊 QUADRO COMPARATIVO, Pesquisa vs Polymarket vs Realidade
ⓘ Lógica →📌 O 28/Jul foi o inverso da véspera, e a inversão é o próprio achado. Na segunda houve urna nacional e o preço do favorito ficou parado. Nesta terça não houve urna nacional e o preço subiu. Lula foi de 62,50% para 63,50% (vol USD 7,69M), alta de 1,00pp, e voltou a tocar o topo da série do AFOS, que é 63,50%, marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. IGUALA o topo, não o supera, e a diferença entre essas duas frases é exatamente o erro que o painel cometeu em 26/Jul e corrigiu em 27/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, que segue abaixo do maior gap da série, +39,80pp, da mesma madrugada. Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) pelo segundo pregão. Como o preço andou sem urna nacional para ancorá-lo, o painel registra o movimento e NÃO escolhe causa: o mesmo pregão teve a notícia de que Trump prorrogará por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, o pedido de consultas do governo brasileiro na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma declaração pública sobre probabilidade de reeleição feita em 24/Jul. Escolher uma dessas seria inventar precisão que o dado não tem. A URNA DO DIA foi estadual, e por isso não entra no recorte nacional do painel, mas o conteúdo dela importa: a disputa está geograficamente partida. A Genial/Quaest em Pernambuco (n=900, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-03810/2026 e PE-09649/2026) dá Lula 55% contra 21% de Flávio no 1º turno. A Genial/Quaest em Minas Gerais (n=1.482, campo 22 a 26/Jul, margem 3pp, BR-09333/2026 e MG-03490/2026) dá empate técnico nos dois turnos, com 30% a 29% no 1º e 38% a 35% contra Flávio no returno, e com Romeu Zema numericamente à FRENTE de Lula por 39% a 37%, dentro da margem. A Real Time Big Data no Rio de Janeiro (n=2.000, campo 23 a 27/Jul, BR-06074/2026) dá Flávio 46% contra 42% de Lula no returno. Somando o que o Poder360 compilou das estaduais publicadas, Lula lidera em 12 estados e Flávio em 7. O CRUZAMENTO RARO desta semana não é entre mercado e pesquisa, é entre mercado e modelo, e por isso merece um registro separado, com a ressalva de que a fala é de 24/Jul e não de hoje. Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez neste painel em que as duas fontes estimam a MESMA grandeza: probabilidade de vitória. Normalmente o painel cruza probabilidade implícita com intenção de voto, que não são a mesma coisa e por isso não podem ser subtraídas uma da outra. Aqui podem ser comparadas, e o painel as mostra lado a lado sem subtrair uma da outra, porque perto de 60% não é valor exato. Isso não valida nenhuma das duas: são modelos com premissas diferentes que chegaram perto, e proximidade não é prova de acerto, do mesmo modo que divergência não seria prova de erro. O terceiro eixo é o realinhamento do 3º lugar, que entrou no segundo dia. Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% no 3º lugar do 1º turno, o que soma 11,00pp em dois pregões contando os 15,50% de 26/Jul, enquanto Renan Santos caiu de 62,00% para 60,50%. E aqui o painel precisa separar duas coisas que parecem uma só: no contrato de VENCEDOR, Caiado CAIU 0,05pp, para 1,90%. Ou seja, o mercado está reprecificando quem termina em terceiro e não quem ganha a eleição. Renan, do outro lado, caiu nos TRÊS books em que aparece, 8,75% no vencedor, 12,15% no 2º lugar e 60,50% no 3º, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem e descreve saída de dinheiro em todas as frentes. O contraponto factual sobre Caiado veio do Poder360 e é geográfico: ele lidera em Goiás, o único estado em que a terceira via aparece competitiva, e Goiás vale 3,2% do eleitorado nacional. Isso não desmente o empate técnico nacional que a BTG/Nexus de 27/Jul mediu, e o painel mostra os dois com o mesmo destaque. O quarto eixo é institucional e teve mais fato do que na véspera, com o preço andando na direção contrária à intuição. Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado de Flávio Bolsonaro no inquérito que apura calúnia contra Lula, depois de o senador faltar ao ato na Polícia Federal e enviar defesa por escrito, na qual sustenta que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento. Associações de juízes e advogados reagiram formalmente ao ataque de Javier Milei a Moraes. E a via da CPI do Banco Master segue represada: O Globo noticiou que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da comissão, e Edson Fachin rejeitou, por intempestividade e sem entrar no mérito, o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria. No caso Master, o Valor Econômico publicou reportagem exclusiva de que André Mendonça autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens de Daniel Vorcaro e de outros envolvidos, informação que entra atribuída ao veículo e sem segunda fonte independente. Mesmo com esse acúmulo, o mercado de impeachment de ministro do STF CAIU 0,60pp e foi a 2,80%, num book de USD 83 mil. Registrar a direção é obrigatório; construir narrativa sobre ela, não, porque esse book se move com muito pouco dinheiro. O quinto eixo é a inflação, e ele vem com duas ressalvas antes do número. A faixa modal virou: 4,50% a 4,99% foi a 39,25%, contra 26,30% ontem, e passou à frente da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%, com 5,50% a 5,99% em 12,20%. Em uma frase, o centro da distribuição desceu um degrau e encostou no teto da meta em vez de ficar meio ponto acima dele. As ressalvas: o book inteiro soma USD 79 mil, e o mercado de inflação NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, que vigia apenas os cinco books eleitorais. Esse número não passou pela mesma verificação dos demais e entra com o aviso. Uma nota de captura, desta vez positiva: a trava PASSOU hoje, sem uma única divergência nos cinco books que cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem. Os preços de vencedor e de colocação entram todos como firmes, e não há faixa nesta atualização. Por fim, o registro de uma ausência, que é dado tanto quanto uma presença: a AtlasIntel tinha publicação declarada ao TSE para hoje, com n=5.000 e campo de 22 a 27/Jul (BR-08602/2026), e seria a maior amostra nacional do recorte. Ela NÃO foi divulgada até o fechamento desta captura, e nenhuma matéria sobre ela apareceu nas 927 peças coletadas hoje. Registro no TSE não é publicação garantida, e o painel não cita número de pesquisa que não saiu. A semana ainda traz PoderData em 30/Jul (n=2.400) e Vox Brasil em 31/Jul (n=2.100) para dizer se o patamar de 63,50% tem lastro de urna.
Perfil dos Pré-Candidatos
ⓘ Lógica →Lula
PTPosição: Centro-esquerda. Programas sociais, intervencionismo estatal. 3º mandato presidencial.
⚠️ Risco: CRUZAMENTO RARO registrado nesta semana, e ele não é entre mercado e pesquisa, é entre mercado e modelo. A fala é de 24/Jul e NÃO de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP daquela sexta que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul; Brasil 247, 27/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez neste painel em que as duas fontes estimam a MESMA grandeza, probabilidade de vitória, e não probabilidade contra intenção de voto. Os dois números ficam lado a lado e o painel NÃO subtrai um do outro, porque perto de 60% não é valor exato. Proximidade não é validação, assim como divergência não seria prova de erro. EVENTOS: noticiou-se que Trump prorrogará por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém a base jurídica das sobretaxas sem criar sanção nova; e o governo brasileiro formalizou em 27/Jul o pedido de consultas na OMC. STF impeach CAIU 0,60pp, para 2,80%. Volume no presidencial em USD 116,26M.
Flávio Bolsonaro
PLPosição: Direita conservadora. Herdeiro político de Jair Bolsonaro. Apoia desregulamentação, redução do Estado.
⚠️ Risco: EVENTOS 28/Jul: faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, sustentando que o presidente voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento; Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado (G1, O Globo, CartaCapital). O recorte de gênero da Datafolha de 24/Jul, publicado nesta terça, mostra Lula com 50% contra 40% dele entre mulheres no 2º turno, com a rejeição dele sendo a mais alta nesse grupo. A campanha dele pediu ao TSE a rejeição da ação sobre o vídeo de IA de Jair Bolsonaro, citando máscara de Lula e post sobre o Master. O PT acionou a PGR para investigar gastos com a ida de Milei à convenção do PL. Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista e disputa interna aberta. STF impeach 2,80%.
Renan Santos
MissãoPosição: Direita liberal. Anti-establishment. Foco em jovens e redes sociais.
⚠️ Risco: 28/Jul: a distorção que o painel acompanha desde junho segue sendo a maior do recorte, agora com 8,75% de probabilidade implícita contra 5% na última nacional e 3% em três institutos de julho, e ela estreitou por movimento do PREÇO e não da urna. A dispersão entre institutos não foi resolvida hoje, porque nenhuma nacional saiu: continuam os três patamares, 3% em Datafolha 24/Jul, Gerp 22/Jul e Indexa 21/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 9% na Real Time de 21/Jul. Segue valendo que probabilidade de vitória e intenção de voto são grandezas diferentes, e o painel registra a distância sem chamar nenhuma das duas fontes de errada. Ressalva de série: 8,75% não é máximo nem mínimo dele, com pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr. STF impeach 2,80%.
Fernando Haddad
PTPosição: Centro-esquerda. Ministro da Fazenda até a desincompatibilização. Foco no maior colégio eleitoral do país.
⚠️ Risco: 28/Jul: sem fato novo próprio no dia. O que vale registrar é de método e vale para todo o pelotão: com preço em 0,25% e volume acumulado de USD 6,38M, ele é mais um exemplo de que volume mede história negociada e não convicção atual. A disputa de São Paulo é estadual e não entra neste painel, de escopo nacional. STF impeach 2,80%.
Ronaldo Caiado
PSDPosição: Centro-direita. Agronegócio, gestão fiscal. Candidato oficializado pelo PSD.
⚠️ Risco: CONTRAPONTO GEOGRÁFICO em 28/Jul, e o painel mostra com o mesmo destaque que deu ao empate técnico nacional: o Poder360 registra que Caiado lidera em Goiás e que Goiás é o ÚNICO estado em que a terceira via aparece competitiva, valendo 3,2% do eleitorado nacional. Competitividade nacional medida em cenário de returno e competitividade concentrada em um estado não são a mesma coisa. Some a isso que a alta do dia ficou restrita ao book de terceiro colocado e não se transferiu para o de presidente, o que enfraquece a leitura de avanço real. Ressalva de escala: 1,90% segue sendo patamar baixo em absoluto, e 0,05pp num book desse tamanho é pouco dinheiro. Nota de captura, desta vez positiva: a trava de dupla leitura APROVOU a captura de hoje sem nenhuma divergência, então o 26,50% entra como preço firme e não como faixa, ao contrário de ontem. STF impeach 2,80%.
Romeu Zema
NovoPosição: Direita liberal. Privatizações, estado mínimo. Gestão fiscal rigorosa em MG.
⚠️ Risco: 28/Jul: a distância entre 39% em Minas e 3% na última nacional é a explicação para o preço não ter se movido, e é o registro de método que interessa aqui: resultado de 2º turno num estado não se transfere para o país, ainda que Minas seja o terceiro maior colégio eleitoral. Segue SEM vice anunciado, com o prazo de 05/Ago a uma semana. O noticiário desta terça cita um senador e um cientista político entre os cotados e traz o presidente do Democracia Cristã elogiando uma eventual chapa dele com Joaquim Barbosa, sem nenhuma confirmação do Novo (Folha de S.Paulo, Estadão). Ele foi oficializado candidato em 27/Jul e o preço caiu naquele pregão, no terceiro lançamento seguido a terminar assim; hoje o preço ficou parado. STF impeach 2,80%.
Tarcísio de Freitas
RepublicanosPosição: Centro-direita. Infraestrutura, gestão. Ex-ministro de Bolsonaro.
⚠️ Risco: 28/Jul: o presidencial dele em 0,15% com o maior volume acumulado do book é a anomalia de legado que serve de lembrete permanente de método, porque volume mede história negociada e não convicção atual. RESSALVA DE BASE sobre o Senado: aquele book soma USD 292 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, então movimento em percentual não significa dinheiro grande. NOTA DE CAPTURA, e hoje ela é boa: a trava de dupla leitura PASSOU sem nenhuma divergência nos cinco books que cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas ontem, então nada nesta atualização entra como faixa. Ressalva à parte para a inflação: aquele mercado NÃO é coberto pela trava, soma USD 79 mil e nesta terça mudou de faixa modal, com 4,50% a 4,99% indo a 39,25% e passando à frente da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%. STF impeach 2,80%.
Live Eleições News 120'
ⓘ Lógica →Clima Político
ⓘ Lógica →🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT
A 68 dias do 1º turno, a terça-feira não teve urna nacional e teve urna estadual em três estados, o que muda a pergunta que o painel consegue responder. A Genial/Quaest divulgou rodadas em Minas Gerais e em Pernambuco (campo 22 a 26/Jul), e a Real Time Big Data divulgou o Rio de Janeiro (campo 23 a 27/Jul). Nenhuma delas entra no recorte nacional do painel, por regra de escopo, e todas as três dizem a mesma coisa sobre o país: a disputa é geograficamente partida. Em Pernambuco, Lula tem 55% contra 21% de Flávio no 1º turno (n=900, margem 3pp, BR-03810/2026). Em Minas, é empate técnico nos dois turnos: 30% a 29% no 1º, 38% a 35% contra Flávio no returno, e Zema numericamente à frente de Lula por 39% a 37% (n=1.482, margem 3pp, BR-09333/2026). No Rio, Flávio fica à frente por 46% a 42% no returno (n=2.000, BR-06074/2026).
O cruzamento mais direto da semana não veio de pesquisa, veio de uma frase, e ela não é de hoje. Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que a probabilidade de reeleição de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, num modelo que associa aprovação do governo à probabilidade de reeleição, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). O Polymarket marca 63,50%. É a primeira vez no painel que as duas fontes estimam a MESMA grandeza, probabilidade de vitória, e não grandezas diferentes: normalmente o painel compara probabilidade implícita com intenção de voto, que não são a mesma coisa. O painel mostra os dois números lado a lado e NÃO subtrai um do outro, porque perto de 60% não é valor exato. Registrar isso não é dizer que uma valida a outra: são dois modelos com premissas diferentes que chegaram perto, e chegar perto não é prova de estar certo.
No mercado, Lula voltou a 63,50% (vol USD 7,69M), alta de 1,00pp, e IGUALA o topo da série do AFOS, que foi marcado em 26/Jul às 22:30 UTC. Não é topo novo, é o mesmo topo tocado de novo. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp, da mesma madrugada de 26/Jul. Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) pelo segundo pregão. Quem se moveu contra foi Renan Santos, que caiu 0,80pp para 8,75% (vol USD 8,58M) e perdeu a casa dos 9%. E o movimento mais forte do dia foi de novo no 3º lugar do 1º turno: Caiado saiu da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50%, enquanto Renan caiu de 62,00% para 60,50%. Em dois pregões, Caiado saiu de 15,50% para 26,50% naquele book. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. A trava de dupla leitura PASSOU hoje, sem nenhuma divergência nos cinco books que ela cobre, ao contrário das duas rodadas bloqueadas de ontem.
Flávio ficou parado em 23,85% (vol USD 7,69M) no contrato de vencedor pelo segundo pregão, e subiu 1,50pp no de 2º lugar do 1º turno, para 78,00%. É o inverso exato de ontem, quando ele subiu no vencedor e caiu no 2º lugar. Na urna estadual, o dia foi bom no Rio, onde a Real Time o dá à frente de Lula por 46% a 42% no returno, e ruim em Pernambuco, onde a Quaest o mede em 21% contra 55%. O recorte que a Folha de S.Paulo publicou da Datafolha de 24/Jul mostra o ponto estrutural: entre mulheres, Lula tem 50% contra 40% dele no 2º turno, e a rejeição dele é a mais alta nesse grupo. No campo judicial, ele faltou ao depoimento na Polícia Federal e enviou defesa por escrito ao STF no inquérito que apura calúnia contra Lula, e Moraes mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado (G1, O Globo, 28/Jul). Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago à vista.
Lula subiu 1,00pp para 63,50% (vol USD 7,69M) e voltou a tocar o topo da série do AFOS, marcado em 26/Jul. O gap sobre Flávio foi a +39,65pp, ainda abaixo do maior da série, +39,80pp. Não houve urna nacional nova para testar esse patamar: a última segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com Lula em 42% no 1º turno e 47% x 43% no returno. Nas estaduais do dia ele confirmou o Nordeste, com 55% em Pernambuco, e apareceu vulnerável em Minas, onde empata tecnicamente com Flávio e perde numericamente para Zema por 39% a 37%. O contraponto de escala vem do Poder360, que compilou as pesquisas estaduais publicadas e registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio. No campo externo, o governo formalizou consulta na OMC contra as sobretaxas americanas em 27/Jul, e nesta terça se noticiou que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil.
O pelotão teve mais um dia de realocação interna, e de novo entre Renan e Caiado. No 3º lugar do 1º turno, Caiado saltou da faixa de 19,00% a 19,50% para 26,50% e Renan caiu de 62,00% para 60,50%. Em dois pregões, Caiado somou 11,00pp naquele book, de 15,50% para 26,50%. Mas o contrato de vencedor não acompanhou: Caiado ficou em 1,90% (vol USD 5,19M), queda de 0,05pp, o que é sinal cruzado e não avanço limpo. O contraponto factual do dia veio do Poder360: Caiado lidera em Goiás, e Goiás é o único estado em que a terceira via aparece competitiva, com 3,2% do eleitorado nacional. Uma competitividade nacional medida em pesquisa de returno e uma competitividade geográfica concentrada em um estado são coisas diferentes, e o painel registra as duas. Renan caiu nos TRÊS books em que aparece, o que é diferente dos sinais cruzados de ontem: 8,75% no vencedor, 12,15% no 2º lugar e 60,50% no 3º. Zema ficou parado em 0,55%, Michelle subiu 0,05pp para 0,45% e Haddad ficou em 0,25%.
📌 Lula 63,50% (alta 1,00pp, vol USD 7,69M), Flávio 23,85% (estável, vol USD 7,69M), Renan 8,75% (queda 0,80pp, vol USD 8,58M), Caiado 1,90% (queda 0,05pp, vol USD 5,19M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,55% (estável, vol USD 4,55M), Michelle 0,45% (alta 0,05pp, vol USD 9,32M), Camilo Santana 0,40% (estável), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Alckmin 0,25%, Tarcísio 0,15% (estável, vol USD 13,65M), Tereza Cristina 0,15%. Gap Lula sobre Flávio em +39,65pp, alta de 1,00pp contra ontem, abaixo do maior gap da série, que é +39,80pp em 26/Jul. Sub-mercados: 2º lugar do 1º turno com Flávio 78,00% (alta 1,50pp) e Renan 12,15% (queda 0,50pp); 3º lugar com Renan 60,50% (queda 1,50pp), Caiado 26,50% (alta de 7,00pp a 7,50pp contra a faixa de ontem) e Flávio 7,75% (estável). Senado por cadeiras: PL 71,00% (estável) e MDB 17,25% (queda 1,00pp). Impeachment de ministro do STF em 2,80% (queda 0,60pp). Volume total acumulado no presidencial em USD 116,26M. Captura 28/Jul 21:13 UTC, aprovada pela trava de dupla leitura sem nenhuma divergência.
Escândalo INSS e o Caso Lulinha
ⓘ Lógica →🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT
A pauta fiscal seguiu sem fato novo pelo segundo dia: Senado em recesso, projetos prioritários parados e a promulgação da pauta-bomba ainda segurada por Davi Alcolumbre. O eixo econômico do dia foi externo. Noticiou-se que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém em vigor a declaração de julho de 2025. A prorrogação é exigência da Lei de Emergências Nacionais americana e, por si, não cria sanção nova nem restabelece tarifa, ainda que seja a base jurídica das sobretaxas. Em paralelo, o governo Lula formalizou na segunda o pedido de consultas na OMC contra as sobretaxas recentes.
O mercado se moveu no topo depois de dois pregões parados: Lula subiu 1,00pp e voltou a 63,50%, igualando o topo da série do AFOS marcado em 26/Jul. É importante o que NÃO explica esse movimento: não saiu pesquisa nacional nova nesta terça. As três pesquisas do dia são estaduais e não medem o país. Quando o preço anda sem urna nova para ancorá-lo, a leitura correta é que o mercado reagiu a outra coisa, e o painel não tem como dizer a qual, porque o mesmo pregão teve prorrogação da emergência americana, consulta na OMC, três pesquisas estaduais e a repercussão de uma declaração anterior do diretor da Quaest sobre probabilidade de reeleição, feita em 24/Jul. Registrar a ausência de âncora é mais honesto que escolher uma causa.
O mercado de impeachment de ministro do STF CAIU 0,60pp e foi a 2,80% (vol USD 83 mil), quebrando quatro dias praticamente parado. A ressalva de método continua valendo mais que o número: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, esse book é ordens de grandeza menor e uma variação nele não sustenta narrativa. O registro é que o preço se moveu para BAIXO justamente no dia em que se noticiou que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master, e em que Fachin rejeitou, por intempestividade, o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria. O painel registra a coincidência e não afirma causa.
Na inflação, houve a mudança mais chamativa do dia em termos relativos, e ela precisa de duas ressalvas antes do número. A faixa modal virou: 4,50% a 4,99% passou a 39,25%, contra 26,30% ontem, e tomou a liderança da faixa de 5,00% a 5,49%, que ficou em 38,15%. A faixa de 5,50% a 5,99% ficou em 12,20%. Em uma frase, o centro da distribuição desceu um degrau e encostou no teto da meta, em vez de ficar meio ponto acima dele. As ressalvas: o book inteiro soma USD 79 mil, e a faixa que mais subiu tem USD 12 mil de volume acumulado. E, decisivo, o mercado de inflação NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, que vigia apenas os cinco books eleitorais. Ou seja, esse número não passou pela mesma verificação dos demais e entra com esse aviso.
Sem leitura nacional nova de aprovação nesta terça. A mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul: aprovação pessoal 47% contra 49% de desaprovação, com 4% que não responderam, ante 47% x 47% em 13/Jul. O contraste com a Datafolha de 24/Jul continua em pé, porque lá era o inverso, 49% x 48%. Dois levantamentos com margem de 2pp e dois empates técnicos com as pontas em ordem trocada descrevem uma faixa estreita em torno de 48%, não uma virada. O dado adicional sobre esse tema é indireto, vem do próprio setor e é da semana passada, não de hoje: Felipe Nunes, diretor da Quaest, afirmou no Expert XP de 24/Jul que, no modelo que associa aprovação do governo a probabilidade de reeleição, a chance de Lula saiu de cerca de 38% para perto de 60%, com a virada começando em maio (InfoMoney, 25/Jul). As anteriores: PoderData 22/Jul com 46% x 47%, Indexa 21/Jul com 49% x 48%, Real Time 21/Jul com 46% x 50%, Genial/Quaest 15/Jul com 48% x 47% e PoderData/Aya 16/Jul com 42% x 51%.
Sem leitura nacional nova de avaliação da gestão nesta terça. A mais recente segue sendo a BTG/Nexus de 27/Jul, com 43% de ruim ou péssimo (9% ruim e 34% péssimo) contra 36% de ótimo ou bom (15% ótimo e 21% bom) e 20% regular. A Datafolha de 24/Jul media 32% x 38% x 28%. Os dois institutos discordam do nível e concordam do sinal: o eleitor aprova a pessoa mais do que aprova a gestão. Na inflação, o mercado mudou de faixa modal: 4,50% a 4,99% ficou em 39,25%, à frente da faixa de 5,00% a 5,49% com 38,15% e da faixa de 5,50% a 5,99% com 12,20% (Polymarket). O centro da distribuição encostou no teto da meta em vez de ficar acima dele, num book que soma USD 79 mil e que não passa pela trava de captura.
📌 A 68 dias da eleição, a terça inverteu a segunda. Na segunda houve urna nacional e o preço do favorito ficou parado. Nesta terça não houve urna nacional e o preço subiu 1,00pp, voltando ao topo da série. As três pesquisas do dia são estaduais e contam uma história que a média nacional esconde: Lula com 55% em Pernambuco, empate técnico em Minas com Zema numericamente à frente no returno, e Flávio à frente no Rio por 46% a 42%. A disputa é geograficamente partida, e o Poder360 registra Lula liderando em 12 estados contra 7 de Flávio, com Goiás sendo o único onde a terceira via aparece competitiva e valendo 3,2% do eleitorado. No mercado, o realinhamento do 3º lugar continuou: Caiado foi a 26,50% e Renan caiu nos três books em que aparece. E a AtlasIntel, que tinha publicação declarada ao TSE para hoje com n=5.000, não foi divulgada até o fechamento desta captura.
Impacto do Escândalo Banco Master
ⓘ Lógica →🔄 Análise atualizada: 28/07/2026, 18:13 BRT
A terça trouxe fato processual novo em duas frentes, e nenhuma delas é a de ontem. A primeira é de investigação: o Valor Econômico publicou reportagem exclusiva de que André Mendonça autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens de Daniel Vorcaro e de outros envolvidos no caso Master. O painel registra a informação com a atribuição explícita ao veículo, porque é apuração exclusiva de uma redação e não decisão publicada em portal de tribunal, e não a trata como confirmada por segunda fonte.
A segunda frente é a legislativa, e nela a novidade é a demora. O Globo e a Tribuna da Internet noticiaram que Kassio Nunes Marques segura há quatro meses o mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master no Senado. Quatro senadores, Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério, pediram o afastamento dele da relatoria, alegando demora em assunto de urgência constitucional e relação pública com Ciro Nogueira. Edson Fachin rejeitou o pedido por ele ter sido protocolado fora do prazo do regimento, sem entrar no mérito da alegação. Em paralelo, o ministro da Justiça recusou derrubar o sigilo das visitas de Vorcaro na Polícia Federal.
Sobre o preço, o registro é o de sempre e vale repetir: o mercado de impeachment de ministro do STF caiu 0,60pp e foi a 2,80%, num book de USD 83 mil. A queda aconteceu no mesmo dia dessas notícias, e o painel NÃO atribui uma coisa à outra. Um book desse tamanho se move com pouquíssimo dinheiro, e a mesma terça teve prorrogação da emergência americana, três pesquisas estaduais e movimento forte no 3º lugar do presidencial. Atribuir causa aqui seria inventar precisão que o dado não tem.
📌 As duas frentes do caso Master seguem em trilhos separados e não devem ser somadas: a criminal, no STF sob relatoria de Mendonça, agora com rastreamento patrimonial no exterior segundo o Valor, e a patrimonial, na Justiça do Rio, com bloqueio de até R$ 135 milhões já definido. A novidade estrutural da terça é uma terceira: a via legislativa está parada há quatro meses no STF, e a tentativa de destravá-la por afastamento do relator foi rejeitada por questão de prazo, não de mérito. Quando o caminho de apuração parlamentar fica represado numa decisão que não sai, o custo não aparece em preço de mercado e aparece em tempo.
Credibilidade do STF, Impacto Eleitoral
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Probabilidade de impeachment de ministro do STF até 2027 (Polymarket)
Ministros sob pressão:
Toffoli segue isolado no STF após a crise do Master, sem ato individual novo capturado nesta terça.
Voltou a agir e não apenas a ser citado. Mandou a PGR se manifestar sobre o depoimento cancelado de Flávio Bolsonaro no inquérito que apura calúnia contra Lula, depois de o senador faltar ao ato na Polícia Federal e enviar defesa por escrito, na qual afirma que Lula voltou a associá-lo a traidores da pátria e a citar enforcamento (G1, O Globo, CartaCapital, 28/Jul). Deu ainda 48 horas para Daniel Silveira explicar vídeo eleitoral gravado ao lado de Carlos Portinho (VEJA, 28/Jul). No plano externo, o ataque de Javier Milei a ele na convenção do PL gerou reação formal de associações de juízes e advogados nesta terça.
Sem ato individual de Gilmar no período. Permanece o voto conjunto recente, com Dino, Moraes e Zanin, que reduziu restrições a penduricalhos, tema que voltou ao noticiário econômico nesta terça com a conta de juros sobre atrasados.
Sem decisão individual de Dino capturada nesta terça. Segue alvo do bolsonarismo e mantém-se o voto conjunto recente sobre penduricalhos, com a disputa pelo orçamento ainda aberta na Corte.
Frente mais ativa do dia no caso Master. Além de seguir como relator do inquérito aberto em 23/Jul sobre os repasses de Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro, o Valor Econômico publicou em reportagem exclusiva de 28/Jul que ele autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens do ex-banqueiro e de outros envolvidos. A informação entra com atribuição ao veículo, sem segunda fonte independente até o fechamento desta captura.
🏦 NEXO STF × BANCO MASTER
O nexo da terça deslocou-se do palanque para o processo. No externo, noticiou-se que Trump vai prorrogar por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, com aviso previsto no Federal Register de 29/Jul, o que mantém a base jurídica das sobretaxas sem criar sanção nova, enquanto o governo brasileiro formalizou na segunda o pedido de consultas na OMC. As associações de juízes e advogados reagiram formalmente ao ataque de Milei a Moraes. No interno, Moraes acionou a PGR sobre o depoimento cancelado de Flávio, e a via da CPI do Master segue represada há quatro meses no gabinete de Kassio Nunes Marques, com Fachin rejeitando por intempestividade o pedido de quatro senadores para afastá-lo.
O mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027 CAIU 0,60pp e foi a 2,80% (vol USD 83 mil), quebrando quatro dias praticamente parados. A ressalva de método vem antes da leitura: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,26M do presidencial, uma variação nesse book não sustenta narrativa e a queda de hoje pode ser uma ordem pequena, não uma reprecificação. Feita a ressalva, o registro é que o preço andou para baixo na terça em que o noticiário institucional foi mais denso do que na véspera: PGR acionada por Moraes no caso do depoimento de Flávio, associações de magistratura reagindo formalmente ao ataque de um chefe de Estado estrangeiro a um ministro, e a CPI do Master parada há quatro meses num mandado de segurança que não é julgado. O dinheiro real seguiu tratando tudo isso como atrito institucional, e nesta terça precificou um pouco MENOS risco de remoção do que ontem, não mais.