AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição4·Semana de 2026-08-20 a 2026-08-27·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os oito contratos das midterms somam USD 18.21M, contra USD 17.84M na quinta passada. Todo o movimento da semana aconteceu no lado republicano de algum contrato.

Câmara · Democratas

88.50%

0.00pp na semana

Sobre USD 5.56M, o contrato mais fundo daqui. É o teto da série, nunca superado, e ele cedeu para 87.50% em 25 e 26 de agosto antes de voltar.

Câmara · Republicanos

12.50%

1.00pp na semana

Sobre USD 4.25M. Subiu em 21 de agosto e ficou ali pelo resto da janela.

Senado · Democratas

50.50%

0.00pp na semana

Sobre USD 2.38M. Passou de 23 a 25 de agosto em 49.50% e voltou em 26 de agosto.

Senado · Republicanos

50.50%

1.00pp na semana

Sobre USD 1.65M, o mais fino dos quatro contratos de controle. Ficou em 49.50% por oito dias e se moveu em 27 de agosto.

O quinto preço publicado, sobre a eleição acontecer no prazo, marca 96.30%, alta de 0.55pp, sobre USD 0.37M. A série da Câmara começa em 29 de julho de 2026 e a do Senado em 30 de maio de 2026, então todo superlativo aqui vale a partir dessas datas.

O que as pesquisas fizeram

A discordância vem antes da média, porque é ela o achado. Dezessete pesquisas de treze institutos estão dentro da janela de trinta dias, com média de D+6.00. O campo mais recente do arquivo terminou em 17 de agosto.

Maior

John Zogby Strategies · D+11

Menor

Morning Consult · D+4

Distância entre institutos

7 pontos

A Zogby ouviu 921 prováveis votantes com campo até 5 de agosto. A Morning Consult ouviu 29.719 eleitores registrados com campo até 16 de agosto, de longe a maior amostra daqui, e está na ponta de baixo: tamanho não compra concordância. A comparação mais afiada é de um dia só, quando quatro institutos encerraram campo em 17 de agosto e voltaram com Emerson College D+8 sobre 1.000 prováveis votantes, contra Echelon Insights D+5 sobre 1.002 prováveis votantes, e The Bullfinch Group e Reuters/Ipsos em D+5 sobre eleitores registrados. Emerson e Echelon filtraram as duas por provável votante, então a distância entre elas não é quem foi perguntado.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 21 a 27 de agosto

A semana teve uma eleição de verdade. A CBS News noticiou em 26 de agosto que a senadora Darline Graham venceu o segundo turno republicano ao Senado na Carolina do Sul contra Ralph Norman, na disputa apressada para ocupar a cadeira do falecido senador Lindsey Graham. A ABC News noticiou em 25 de agosto que o MAGA Inc. gastou US$ 827.000 apoiando-a no último dia; o New York Times, em 21 de agosto, trouxe o presidente Trump pedindo aos apoiadores que fingissem que ele estava na cédula.

O Alasca produziu o episódio mais estranho da semana. A Fox News e a ABC News noticiaram em 26 de agosto que um segundo Dan Sullivan, republicano homônimo do senador em exercício, avançou da primária e vai aparecer na mesma cédula de novembro.

Duas disputas foram para os tribunais. A ABC News noticiou em 26 de agosto que estados governados por democratas processaram para barrar a ordem presidencial que limita o voto pelo correio, e em 27 de agosto que um tribunal de Maryland impediu que uma emenda de redistritamento apoiada pelos democratas fosse à cédula de novembro. A Fox News noticiou no mesmo dia que um esforço de redistritamento em outro estado democrata esbarrou em obstáculo judicial.

Por baixo, dois fios estruturais: a ABC News em 27 de agosto sobre os republicanos enfrentarem um veredito de midterm com a guerra do Irã durando mais que o prometido, e o Washington Post em 21 de agosto sobre os democratas ficarem muito atrás em caixa disponível.

A nossa medição: As duas coisas valem, em relógios diferentes. Nesta semana o mercado não concordou: o controle democrata do Senado fechou em 50.50%, onde abriu na quinta. Na escala da temporada ele concorda com folga, tendo negociado a 39.50% desde 30 de maio. Uma melhora pode ser real na escala de meses e ausente na escala de dias.

O cruzamento da semana

Quando os dois lados ficam mais caros, ninguém mudou de ideia

Cada casa tem dois contratos separados, com livros de ofertas separados, um para cada partido controlá-la. Há uma semana cada par somava exatamente 100.00%. Hoje o par da Câmara marca 88.50 mais 12.50 e o do Senado 50.50 mais 50.50, os dois em 101.00%. O lado republicano subiu um ponto em cada casa e o democrata não se moveu. Uma virada de verdade em favor dos republicanos apareceria como o preço democrata caindo, porque são o mesmo evento visto de dois lados. Em vez disso o ponto foi acrescentado, não transferido. O que se moveu foi a distância entre dois livros.

A semana teve eleição de verdade, e os preços nacionais não piscaram

A Carolina do Sul votou em 25 de agosto e o resultado foi projetado em 26 de agosto. Nenhum dos dois preços de controle democrata se moveu em nenhum dos dois dias. Um segundo turno republicano por uma cadeira republicana num estado republicano define quem carrega a bandeira do partido, não qual partido fica com a casa. É a terceira semana seguida em que uma primária se resolve e os contratos de controle ficam onde estavam.

A pesquisa que este boletim disse estar faltando chegou, e é a discrepante

A edição da semana passada declarou que a Emerson College e o The Hill tinham feito campo de uma pesquisa nacional para o Congresso em 16 e 17 de agosto, que ela estava ausente do índice que lemos, e se recusou a digitá-la à mão, porque número posto à mão não se reproduz na leitura seguinte. Agora ela está no arquivo, coletada pelo caminho comum: D 51% x R 43%, mil prováveis votantes. E é também a mais alta dos quatro institutos que encerraram campo naquele dia. Esperar custou uma semana e produziu um número que o leitor pode conferir.

Como ler este número

Dois contratos, um desfecho, e a distância entre eles

Um par de contratos em lados opostos do mesmo evento deveria somar 100%. O ponto a mais num par de 101% não é previsão: é o que custa segurar os dois lados ao mesmo tempo, e ele cresce quando os dois livros deixam de concordar. É também por isso que escrevemos que o mercado está pagando 88.50%, e não que a probabilidade é de 88.50%. A primeira frase observa um preço. A segunda é uma afirmação sobre o mundo.

Fontes

Mercado de previsão

Pesquisas, fontes primárias

  • Índice de pesquisas publicadas · O índice lista quais pesquisas existem; todo número segue atribuído ao instituto que o produziu, en.wikipedia.org/wiki/2026_United_States_elections
  • Emerson College Polling · A pesquisa nacional para o Congresso com campo em 16 e 17 de agosto, declarada como ausente na Edição nº 3 e lida do índice para esta, emersoncollegepolling.com/
  • Morning Consult · O levantamento com 29.719 respondentes e campo até 16 de agosto, que está na ponta de baixo da faixa desta semana, pro.morningconsult.com/

Imprensa, veículos citados nas seções 4 e 5

Método

O AFOS lê três sinais e não os funde: preços de mercado de previsão, pesquisas publicadas e cobertura de imprensa. A média da casa no generic ballot é aritmética simples, não ponderada, sobre janela móvel de trinta dias, e quando um mesmo instituto publica mais de um recorte da mesma rodada entra um só, pela hierarquia provável votante, eleitor registrado, adultos. Os preços de mercado vêm de uma captura certificada, duas leituras separadas por oito minutos que precisam concordar dentro de 0.20pp antes de qualquer publicação. Mercados de faixa só são publicados quando as faixas somam entre 95% e 105%; o mercado de margem do voto popular está hoje acima de 150% e é coletado todo dia para guardar série, sem ser publicado como leitura. Este boletim nunca subtrai uma probabilidade de mercado de uma vantagem de pesquisa, porque são grandezas diferentes. Código aberto, Apache 2.0.

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