AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição7·Semana de 2026-09-10 a 2026-09-17·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os oito contratos das midterms somam USD 20.49M, alta de USD 1.29M na semana. As duas casas andaram na direção dos democratas, e não do mesmo jeito: o Senado mudou em seis dias, e a Câmara cruzou entre os mesmos dois valores em cinco.

Senado · Democratas

59.50%

7.00pp na semana

Sobre USD 2.76M. Ficou em 52.50% até 12 de setembro, subiu para 58.50% no dia 15, entre 15:00 e 19:30 UTC, e chegou a 59.50% no dia 17. É a leitura mais alta que essa série guarda.

Senado · Republicanos

40.50%

8.00pp na semana

Sobre USD 1.83M, o mais raso dos quatro livros de controle. É a leitura mais baixa que essa série guarda, abaixo dos 41.50% de 15 de setembro e 18.00pp abaixo do topo dela mesma, de 58.50%, em 27 de junho.

Câmara · Democratas

89.50%

3.00pp na semana

Sobre USD 6.59M, o mais fundo dos oito livros. Cruzou entre 86.50% e 87.50% cinco vezes de 11 a 16 de setembro, e depois subiu para 89.50%, empatando o topo da série, de 30 de agosto.

Câmara · Republicanos

11.50%

2.00pp na semana

Sobre USD 4.81M. A edição nº 6 o trazia em 14.50%, o mais alto que a série guardava; ele caiu 2.00pp em 16 de setembro e está agora 1.00pp acima do piso dele, de 10.50%, em 30 de agosto.

O quinto preço publicado, sobre a eleição acontecer na data marcada, marca 97.65%, alta de 0.35pp, sobre USD 0.41M, e fica 0.05pp abaixo do topo da série, de 97.70%, em 13 de setembro. Os preços são da captura certificada de 17 de setembro, 17:37 UTC. A série da Câmara começa em 29 de julho de 2026 e a do Senado em 14 de abril de 2026, então superlativo aqui quer dizer desde essas datas.

O que as pesquisas fizeram

A discordância vem antes da média, porque é ela o achado. Seis rodadas de cinco institutos estão dentro da janela de trinta dias, com média D+5.98 contra D+5.17 na edição nº 6, e o campo mais recente encerrado em 15 de setembro.

Maior

Big Data Poll / Public Polling Project · D+11

Menor

Harvard/Harris · R+2

Distância entre institutos

13 pontos

A Big Data Poll ouviu 2.633 eleitores prováveis de 13 a 15 de setembro, margem de 1.7 ponto, e é a única rodada com campo posterior a 11 de setembro. A Harvard/Harris ouviu eleitores prováveis até 30 de agosto e é a única rodada que põe os republicanos à frente. Entre as duas: CBS News/YouGov em D+8, Quantus Insights em D+6.9, duas rodadas da Economist/YouGov em D+6.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 11 a 17 de setembro

A semana começou com a convenção republicana e terminou com a Câmara vazia. A NPR e o Washington Post escreveram em 11 de setembro sobre as cadeiras vazias e os pontos principais da convenção. Em 16 de setembro, o Washington Post e a CBS News noticiaram que a Câmara ia para casa antes das midterms mais cedo do que o previsto.

A cobertura do Senado ficou mais disputada. Em 12 de setembro a Fox News escreveu que os democratas estão perto de alcançar o Senado, mas não deveriam comemorar, e a Politico relatou a ansiedade republicana crescente com a disputa na Carolina do Norte. Em 14 de setembro o The Hill noticiou o apoio de Joe Manchin a Susan Collins no Maine, e em 16 de setembro a CBS News cobriu os senadores democratas fechando em torno do candidato deles em Michigan.

Duas peças de 15 de setembro trataram da mecânica das maiorias. A NBC News escreveu que a Suprema Corte vem contrariando o presidente e o partido dele antes da eleição, e o The Hill trouxe uma estimativa da Decision Desk HQ de que os republicanos podem não ganhar nada com a redivisão de distritos. O mesmo veículo noticiou uma pesquisa para o Senado no Texas com o democrata três pontos à frente.

A nossa medição: O mercado andou junto com as duas. O preço democrata do Senado subiu de 52.50% para 58.50% em 15 de setembro, três dias depois da primeira peça e no mesmo dia da segunda, e chegou a 59.50% no dia 17; o preço democrata da Câmara subiu 3.00pp na semana, 2.00pp deles no fim de 16 de setembro. Nenhum dos dois movimentos é atribuído aqui a nenhuma das matérias: publicar antes de um preço andar não é causa.

O cruzamento da semana

A casa que mais andou é a que não dá para conferir contra pesquisa

O maior movimento da semana, 7.00pp na direção dos democratas, está no único livro sem número de pesquisa ao lado: o instrumento nacional faz uma pergunta de Câmara, e o Senado são 33 disputas estaduais separadas. Nunca subtraímos probabilidade de mercado de vantagem em pesquisa, e aqui não há de que subtrair.

Uma casa transferiu um ponto, a outra criou um

O par do Senado somava 101.00% uma semana atrás e 100.00% hoje: o lado democrata ganhou o que o lado republicano perdeu, e normalizar move o ganho apenas de 7.00pp para 7.52pp. O par da Câmara foi ao contrário, de 100.00% para 101.00%, com o livro pagando mais de 100 centavos pelos dois desfechos, e normalizar encolhe esse ganho de 3.00pp para 2.11pp. Mesma direção, qualidade diferente.

A média subiu porque uma pesquisa chegou e cinco saíram

Cinco rodadas com campo em torno de 17 de agosto venceram na janela de trinta dias em 17 de setembro, e uma entrou: a Big Data Poll, em D+11, a mais alta do conjunto. Sem ela a média marcaria D+4.98. O eleitorado não mudou entre D+5.17 e D+5.98. Mudou o conjunto de rodadas que conseguimos ler.

Como ler este número

Por que o número do Senado não tem uma pesquisa ao lado

Toda semana esta carta põe um preço de mercado ao lado de uma média de pesquisas, e nesta semana o maior movimento não tem par. Isso não é buraco da nossa coleta. A pergunta nacional das pesquisas é sobre o distrito de quem responde, então ela fala da Câmara; o Senado é decidido em um terço dos estados por vez, cada um com os candidatos dele e as pesquisas estaduais dele. Leia os 59.50% como o que o mercado diz sobre quem controla a casa, nunca como percentual de voto nacional. Se alguém lhe oferecer a diferença entre esse número e uma vantagem de pesquisa, o que estão oferecendo não tem unidade.

Fontes

Mercado de previsão, captura certificada

Pesquisas, fontes primárias

Imprensa, veículos citados nas seções 4 e 5

Método

O AFOS lê três sinais e não os mistura: preços de mercado de previsão, pesquisas publicadas e cobertura de imprensa. A média da casa para o voto para a Câmara é média simples, sem ponderação, sobre uma janela móvel de trinta dias, e quando um instituto publica mais de um recorte da mesma rodada só um entra, pela hierarquia eleitor provável, eleitor registrado, adultos. Topo e piso de série são medidos na série inteira gravada no backup diário do banco, e não na rota pública de histórico, que trava a janela em 90 dias e esconderia o começo da série do Senado. Os preços de mercado vêm de captura certificada, duas leituras a oito minutos de distância que precisam concordar dentro de 0.20pp antes de qualquer publicação. Mercados de faixa só são publicados quando as faixas somam entre 95% e 105%. A imprensa vem de uma lista fixa de 23 veículos, no máximo duas matérias por veículo, sem nenhum rótulo político de veículo. Esta carta nunca subtrai probabilidade de mercado de vantagem em pesquisa, porque são grandezas diferentes. Código aberto, Apache 2.0.

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