AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição №8·Semana de 2026-09-17 a 2026-09-24·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os oito contratos das midterms somam USD 22.10M no fechamento de 24 de setembro, alta de USD 1.58M na semana. Os dois pares somaram exatamente 100.00% nas duas bordas, então os 3.00pp que cada casa andou na direção dos democratas sobrevivem à normalização.

Senado · Democratas

62.50%

↑ 3.00pp na semana

Sobre USD 3.12M. Fechou a semana anterior em 59.50%, não caiu em nenhum dia até o último, e chegou a 66.50% em 23 de setembro, o mais alto que essa série guarda desde 14 de abril, antes de devolver 4.00pp num dia.

Senado · Republicanos

37.50%

↓ 3.00pp na semana

Sobre USD 2.12M, o mais raso dos livros de controle. Caiu para 34.50% em 22 de setembro, o mais baixo que essa série guarda, e recuperou 3.00pp até o fechamento.

Câmara · Democratas

92.50%

↑ 3.00pp na semana

Sobre USD 7.05M, o mais fundo dos oito livros. Fez o movimento inteiro em 20 de setembro, tocando 93.50% naquela manhã, e fechou no mesmo número cinco dias seguidos.

Câmara · Republicanos

7.50%

↓ 3.00pp na semana

Sobre USD 5.19M. Chegou a 6.50% em 20 de setembro, às 11:30 UTC, o mais baixo que essa série guarda, e fechou 1.00pp acima daquele piso.

O quinto preço publicado, sobre a eleição acontecer no prazo, marca 98.10%, alta de 0.40pp, sobre USD 0.42M, 0.30pp abaixo do topo da série de 98.40%, de 19 de setembro. Não houve dupla leitura em 24 de setembro: os quatro fechamentos de controle foram corroborados na manhã seguinte por uma captura certificada que devolveu os quatro no tique.

O que as pesquisas fizeram

A discordância vem antes da média, porque ela é o achado. Trinta e oito rodadas de vinte e oito institutos estavam dentro da janela de trinta dias em 24 de setembro, com média de D+7.98 contra D+5.98 na edição nº 7, e o campo mais recente fechando em 21 de setembro.

Maior

The Economist/YouGov · D+14

Menor

Harvard/Harris · R+2

Distância entre institutos

16 pontos

O topo da faixa é a onda de 18 a 21 de setembro da The Economist/YouGov, 975 prováveis votantes. Medimos aquela onda e as duas anteriores como outro instrumento: a cédula nomeia os candidatos que de fato concorrem no distrito do entrevistado, e não a pergunta genérica. O índice carrega as três, e tirar as três leva a mesma janela para D+7.71 e o topo para D+13. O piso é o recorte de prováveis votantes da Harvard/Harris até 30 de agosto, a única rodada com os republicanos à frente.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 18 a 24 de setembro

Os candidatos republicanos ao Senado passaram a semana se afastando do presidente por causa da guerra no Irã. Em 21 de setembro a NBC News noticiou uma candidata ao Senado por Iowa pedindo o fim da guerra depois de votar para deixá-la continuar, e o The Hill publicou que ela disse que os eleitores de Iowa não deveriam pagar a conta. Em 22 de setembro o The New York Times e o Washington Post escreveram os dois que republicanos em corridas apertadas ao Senado queriam o fim dela, e a Reuters cobriu uma votação de poderes de guerra dois dias depois.

O dinheiro e as classificações apontaram para lados opostos. Em 21 de setembro o The New York Times noticiou os republicanos entrando na reta final com vantagem financeira significativa, e a CNN noticiou democratas alarmados em privado com esse gasto. Dois dias depois o Washington Post escreveu que o domínio republicano na Carolina do Sul está escorregando, e o The Hill noticiou o Cook Political Report movendo Kansas e Carolina do Sul na direção dos democratas.

Três matérias trataram de saber se os votos serão contados como se espera: a Axios em 19 de setembro sobre o serviço postal deixando a correspondência mais lenta para cortar custos, o Washington Post e a Fox News em 23 de setembro sobre o mapa congressional do Missouri voltando à Suprema Corte por uma terceira vez, e o Washington Post em 24 de setembro sobre uma fila de registro de eleitores no Texas.

A nossa medição: Na direção nós concordamos: das quarenta rodadas da janela de 24 de setembro, trinta e nove põem os democratas à frente e uma põe os republicanos à frente por dois. O que uma pesquisa sozinha não mostra é a largura, e essas rodadas vão de R+2 a D+14, uma faixa de 16 pontos.

O cruzamento da semana

Três recordes de série foram feitos nesta semana, e a semana não fechou em nenhum deles

Os democratas na Câmara tocaram 93.50% em 20 de setembro, o mais alto que esse livro guarda desde 29 de julho, e os democratas no Senado 66.50% em 23 de setembro, o mais alto desde 14 de abril. Os republicanos no Senado tocaram 34.50% em 22 de setembro, o mais baixo deles. Os fechamentos foram 92.50%, 62.50% e 37.50%: o líquido é 3.00pp nas duas casas, e o caminho foi maior nos dois sentidos.

A média subiu dois pontos e o eleitorado pode não ter se movido nada

A média publicada foi de D+5.98 para D+7.98. Mas o número de 17 de setembro se apoiava em seis rodadas, e a mesma janela, recomputada com tudo o que o índice guarda hoje, marca D+7.71 sobre 45. Trinta e nove rodadas cujo campo cai dentro de uma janela que já tinha fechado chegaram ao índice depois. Na mesma base, a semana andou 0.35pp.

A cobertura apontou para um lado toda a semana e o preço do Senado foi para os dois

De 18 a 24 de setembro a cobertura do Senado na nossa lista fixa correu para um lado só: um assento escorregando, duas corridas reclassificadas, candidatos rompendo com o presidente. O preço do Senado subiu 7.00pp até 23 de setembro e devolveu 4.00pp num dia. Não lemos movimento de preço a partir de manchete, e nunca subtraímos probabilidade de mercado de margem de pesquisa.

Como ler este número

Por que uma média com data de um dia não é final naquele dia

Uma rodada existe no mundo antes de existir no índice que a gente lê, e ela pode chegar semanas depois ainda pertencendo a uma janela de trinta dias que já fechou. É por isso que a janela de 17 de setembro foi revisada de seis rodadas para 45 desde a última vez que a publicamos. Nada no eleitorado mudou nesse intervalo; o que mudou foi quanto dele a gente conseguia ver. Leia a data de uma média de pesquisas como quando ela foi calculada, nunca como quando o campo terminou.

Fontes

Mercado de previsão, fechamentos de 24 de setembro

Pesquisas, fontes primárias

Imprensa, veículos citados nas seções 4 e 5

Método

Os preços de mercado desta edição são os fechamentos de 24 de setembro, o último ponto gravado naquele dia no backup diário do nosso banco. A série da Câmara abre em 29 de julho de 2026 e a do Senado em 14 de abril de 2026, então todo superlativo aqui quer dizer desde essas datas, e as variações da semana são de fechamento a fechamento, que é a razão de o movimento republicano na Câmara marcar 3.00pp contra a leitura certificada de 11.50% publicada na edição nº 7. A certificação por duas leituras que normalmente publicamos não rodou em 24 de setembro; os quatro fechamentos de controle foram corroborados na manhã seguinte por uma captura certificada, duas leituras independentes com oito minutos de intervalo concordando dentro de 0.20 ponto percentual, que devolveu os mesmos quatro valores. Topos e pisos de série são medidos contra a série gravada inteira nesse backup, e não contra a rota pública de histórico, que trava a janela em 90 dias e esconderia o começo da série do Senado. A média das pesquisas é a média simples de toda rodada nacional com campo nos últimos trinta dias, uma rodada por instituto por onda, escolhendo prováveis votantes sobre eleitores registrados sobre adultos quando uma casa publica mais de um recorte. A cobertura de imprensa vem de uma lista fixa de 23 veículos, no máximo duas matérias por veículo, sem rótulo político de veículo nenhum.

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