AFOS Analytics
Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas
A semana 20-24/Jul respondeu a pergunta que a Edição №9 deixou em aberto, e a resposta foi contra o mercado. No contrato de vencedor, Flávio Bolsonaro saiu de 26.90% na segunda para 23.10% na sexta, queda de −3.80pp, devolvendo com juros os 3.20pp que a edição anterior reportou como alta sem lastro de urna. Lula subiu 1.00pp, de 60.50% para 61.50%, e o gap abriu de +33.60pp para +38.40pp, alta de 4.80pp na semana. Quatro nacionais foram publicadas na janela e as quatro apontaram na mesma direção do preço: Real Time Big Data e Indexa em 21/Jul, Gerp em 22/Jul e a Datafolha em 24/Jul (BR-01166/2026, n=2.004, conf. 0.90), que mediu 1º turno 40 × 32 e returno 48 × 43. O cenário base da Edição №9 previa exatamente isso, consolidação de Flávio abaixo de 26%, e se realizou. O achado novo desta janela é outro e está nos contratos de colocação. Na mesma semana, o contrato de 2º lugar de Flávio caiu −6.00pp, de 80.00% para 74.00%, enquanto o de 3º lugar dele subiu +4.00pp, de 4.60% para 8.60%. O mercado passou a atribuir probabilidade não trivial a ele não chegar ao returno, algo que nenhuma edição anterior registrou. Do outro lado dessa conta está Renan Santos, oficializado candidato pela Missão em 20/Jul, primeiro dia da janela: subiu +3.30pp no vencedor, de 8.50% para 11.80%, e +6.00pp no 3º lugar, para 67.00%, enquanto três das quatro nacionais da semana o mediam em 3%. O contrato presidencial acumula USD 115.95M. A janela seguinte traz quatro nacionais em cinco dias e o encerramento do prazo de convenções em 05/Ago.
1.Executive Summary
A Edição №9 fechou com uma pergunta datada: a Datafolha de 24/Jul arbitraria a divergência de direção entre um mercado que subia e duas pesquisas que mediam Flávio caindo. A janela 20-24/Jul respondeu, e respondeu contra o mercado. Flávio caiu 3.80pp no contrato de vencedor, mais do que os 3.20pp que havia subido, e as quatro nacionais publicadas na semana convergiram com essa direção. A Datafolha o pôs em 32% no 1º turno, entre os 28% da Quaest e os 34% da PoderData citados na edição anterior, o que resolve o efeito de casa daquela janela sem dar razão a nenhuma das duas pontas. Registramos o acerto do cenário base de forma explícita, porque o mesmo padrão exige registrar os erros: previmos consolidação abaixo de 26% e o fecho foi 23.10%. O que a janela produziu de novo não está no contrato de vencedor, e sim nos de colocação. Os dois contratos de Flávio voltaram a discordar entre si, como a Edição №9 já havia sinalizado, mas agora com sinal invertido e magnitude maior: o de 2º lugar cedeu 6.00pp e o de 3º lugar subiu 4.00pp. A leitura consistente é que o mercado passou a precificar cenário em que ele não chega ao returno. Do outro lado, Renan Santos foi oficializado candidato em 20/Jul e subiu 3.30pp no vencedor e 6.00pp no 3º lugar, contra três nacionais que o mediram em 3%. Snapshot de mercado 26/Jul 17:30 BRT.
2.Por que o AFOS não suaviza
Quatro nacionais na mesma semana é a situação em que a agregação parece mais defensável e é mais destrutiva. A média das quatro daria a Flávio ~33.25% no 1º turno, número que nenhum instituto mediu, e apagaria um spread de oito pontos entre a casa mais baixa e a mais alta na mesma janela de cinco dias.
Por que importa: a Edição №9 registrou divergência de direção entre preço e urna e disse que a janela seguinte arbitraria. Arbitrou, e o preço é que se moveu. Uma média das quatro nacionais teria produzido ~33% e transformado a semana em mais um caso de spread morno contra os 23.10% do contrato. O que a decomposição mostra é que a distância entre as casas (oito pontos em Flávio, seis em Renan) é maior que a distância entre a média e o preço, ou seja, o ruído de casa domina o sinal que a agregação tentaria extrair. Ressalva de método, obrigatória e repetida: preço de mercado é probabilidade de vitória, não margem de voto, e as duas grandezas não se subtraem. A comparação legítima é de direção e de convicção. Segunda ressalva: a Gerp é casa com histórico de outlier favorável a Flávio no acervo do painel, e citá-la sem esse contexto seria omissão.
Registramos o que enfraquece a tese desta edição, porque o padrão é reportar os dois lados. A queda de Flávio na janela é consistente com correção de um rally sem lastro, mas também é consistente com reação ao noticiário da própria semana, que trouxe crítica do centrão à articulação dele em 21/Jul e a ausência confirmada de Michelle na convenção em 23/Jul. Cinco pregões não separam correção técnica de reação a evento, e não temos como atribuir. O que temos é a coincidência de direção entre quatro medições independentes e o preço, o que é mais do que a Edição №9 tinha, e menos do que uma causa demonstrada.
O mesmo arcabouço que aplicamos ao Brasil, medir a distância entre o mercado de previsão e as pesquisas e conferir o sinal com o resultado real das urnas, já foi checado contra onze eleições em quatro continentes: Índia (2024, Lok Sabha, caso mais recente do acervo e o único em que mercado e pesquisas erraram juntos na mesma direção), França (2024, legislativa), Coreia do Sul (2025, primeiro caso da Ásia), Peru e Colômbia (2026), Chile, Alemanha e Canadá (2025) e Reino Unido, México e Estados Unidos (2024). Em alguns casos o sinal foi de convergência, em outros de divergência, e o método reporta os dois sem ajuste retroativo. O dataset completo, com metodologia e código, é aberto sob Apache 2.0 e tem DOI permanente no Harvard Dataverse.
3.Cenários ponderados para a semana
Cenários para a janela 27-31/Jul, que traz quatro nacionais em cinco dias (Nexus em 27/Jul, AtlasIntel em 28/Jul com n=5.000, PoderData em 30/Jul e Vox Brasil em 31/Jul) e o encerramento do prazo de convenções em 05/Ago. Três dessas quatro estavam com campo aberto em 26/Jul, então são as primeiras a medir o eleitorado depois das convenções do PL, em 25/Jul, e do PSD, em 26/Jul.
As quatro nacionais da janela confirmam o patamar da Datafolha, com Flávio entre 30% e 33%, e o contrato de vencedor dele estabiliza na faixa de 23% a 25% sem novo rompimento de piso. O gap oscila entre +36pp e +39pp sem tendência clara, depois de cinco pregões de abertura contínua. Os contratos de colocação são o lugar a vigiar: se o 3º lugar de Flávio se mantiver acima de 8%, a hipótese de que ele pode não chegar ao returno deixa de ser artefato de book raso e passa a ser preço com persistência. Net-neutral para BRL: confirma o regime vigente.
A AtlasIntel de 28/Jul (n=5.000), a maior amostra da janela e a primeira grande com campo inteiramente posterior às duas convenções, mede Flávio recuperando para a casa dos 35% ou o returno em empate técnico. Nesse caso a queda de 20-24/Jul terá sido overshoot e o mercado repreciou antes da informação chegar, invertendo a leitura desta edição pela segunda vez em duas semanas. A assinatura seria compressão do gap abaixo de +33pp com recuperação simultânea do contrato de 2º lugar acima de 78%. Risco de reprecificação de ativos sensíveis a risco eleitoral, e o teste mais limpo desde o início do ciclo, porque a amostra é grande e o campo é limpo.
O prazo de convenções encerra em 05/Ago com fato de chapa que reprecifica os contratos de colocação. Flávio saiu da própria convenção em 25/Jul sem vice, após a recusa de Tereza Cristina, e Zema chega ao fim do prazo na mesma situação. Uma definição de vice de peso, uma federação inesperada ou uma desistência no pelotão move o contrato de 2º lugar mais do que qualquer pesquisa da janela. São contratos com volume duas a três ordens de grandeza menor que o de vencedor, portanto reprecificação rápida com pouco fluxo. Em 26/Jul o book do Senado por cadeiras oscilou 1.00pp em treze minutos com USD 292 mil acumulados, que é a ilustração exata desse risco.
4.Indicator Grid
| Contrato | Atual | Δ semana | Vol USD acum. | Leitura implícita |
|---|---|---|---|---|
| Flávio · vencedor | 23.10% | ↓3.80pp semana | 7.67M | Devolveu mais do que os 3.20pp que subiu na janela anterior. As quatro nacionais da semana apontaram na mesma direção, o que não acontecia desde a Edição №7 |
| Gap Lula × Flávio | +38.40pp | ↑4.80pp semana | 115.95M | Cinco pregões de abertura contínua. Três quartos do movimento vieram do lado de Flávio, não do de Lula. Seguiu abrindo no pós-janela, a +39.60pp em 25/Jul |
| Flávio · 3º lugar 1º turno | 8.60% | ↑4.00pp semana | 22k | Quase dobrou. O mercado passou a atribuir probabilidade não trivial a ele não chegar ao returno, e isso é inédito no painel |
| Flávio · 2º lugar 1º turno | 74.00% | ↓6.00pp semana | 207k | Maior queda semanal do contrato desde a Edição №1. Espelha o movimento do 3º lugar dele e reforça que não é ruído de um book só |
| Lula · vencedor | 61.50% | ↑1.00pp semana | 7.65M | Ancorado em 60.50% de segunda a quinta e subiu só na sexta. Rompeu para 62.50% em 25/Jul, o topo da série do painel |
| Renan Santos · vencedor | 11.80% | ↑3.30pp semana | 8.53M | Oficializado candidato pela Missão em 20/Jul, primeiro dia da janela. Subiu contra três nacionais que o mediram em 3%, e devolveu no pós-janela, a 9.55% em 26/Jul |
| Renan · 3º lugar 1º turno | 67.00% | ↑6.00pp semana | 157k | Recuperou os 2.50pp perdidos na Edição №8 e mais. O mercado consolidou a posição dele no pelotão enquanto a urna o mantinha em 3% |
| Michelle Bolsonaro · vencedor | 0.90% | ↓0.80pp semana | 9.26M | Perdeu quase metade do preço na semana em que confirmou ausência da convenção do PL. Quarto maior volume do book sem pré-candidatura presidencial declarada |
| Ronaldo Caiado · vencedor | 1.80% | ↑0.40pp semana | 5.14M | Mede 4% na Datafolha e 3% na Gerp. Foi oficializado pelo PSD em 26/Jul, no pós-janela, e o preço caiu 0.15pp no próprio pregão |
| STF impeach < 2027 | 3.40% | faixa de ruído | 83k | Três ordens de grandeza abaixo do presidencial. Não se moveu nem com o ataque de um chefe de Estado estrangeiro a um ministro em 25/Jul, no pós-janela |
5.Liquidez e estrutura de mercado
A estrutura de volume do book não mudou de natureza desde a Edição №9 e continua sendo o dado que mais engana quem chega agora. Os três maiores volumes acumulados seguem em contratos precificados abaixo de 0.20%: Tarcísio (USD 13.63M a 0.15%), Carlos Massa (USD 10.37M a 0.05%) e Eduardo Bolsonaro (USD 10.35M a 0.05%). São posições antigas nunca desmontadas, volume legado e não tração corrente. A regra de leitura vale para qualquer uso deste book: volume acumulado mede interesse histórico, não convicção corrente. A mudança relevante da janela está no 5º lugar: Renan Santos manteve a liderança de volume entre os contendores vivos, com USD 8.53M contra USD 7.67M de Flávio e USD 7.65M de Lula, e desta vez subiu preço junto com o fluxo, invertendo o padrão de correção ordenada que a Edição №9 descreveu. Fluxo e preço andando juntos é o que distingue reprecificação de acomodação, e é por isso que a devolução dele no pós-janela, de 11.80% para 9.55% entre 25 e 26/Jul, merece a próxima edição.
Os 5 maiores volumes acumulados respondem por ~USD 52.14M (~45%) do mercado presidencial (total USD 115.95M). A leitura cruzada de preço × volume da semana: a queda de 3.80pp de Flávio ocorreu com o volume dele praticamente empatado com o de Lula (USD 7.67M contra USD 7.65M), ou seja, não foi movimento de book raso, e isso é a principal evidência de que a correção teve fluxo real por trás. Nos contratos de colocação a leitura é oposta e precisa ser dita: o 3º lugar de Flávio acumula USD 22 mil e o 2º lugar USD 207 mil, contra os USD 7.67M do vencedor. O movimento mais interessante desta edição é, portanto, o de menor lastro financeiro, e nenhuma conclusão estrutural deve ser tirada dele antes de uma segunda janela. Spike de volume baixo (USD <500k) em contrato individual segue devendo ser tratado como ruído até confirmação de fluxo recorrente.
6.Calendário de prints price-relevant
| Data | Amostra | Por que importa | |
|---|---|---|---|
| Seg 27/Jul | Nexus Pesquisa (nacional) | n=2.000 · BR-01489/2026 · conf. 0.70 | Primeira nacional pós-convenções do PL e do PSD; testa se a queda de Flávio na janela tem continuidade na urna |
| Ter 28/Jul | AtlasIntel (nacional) | n=5.000 · BR-08602/2026 · conf. 0.90 | O print que arbitra esta edição. Maior amostra da janela e maior confiabilidade, com campo inteiramente posterior às duas convenções |
| Qui 30/Jul | PoderData (nacional) | n=2.400 · BR-07845/2026 · conf. 0.70 | Casa que na Edição №9 marcou o teto do intervalo em Flávio (34%); série própria permite checar se o recuo é geral ou de casa |
| Sex 31/Jul | Vox Brasil (nacional) | n=2.100 · BR-01084/2026 · conf. 0.70 | Fecha a janela; a quarta leitura nacional em cinco dias permite medir dispersão de casa com quatro pontos na mesma semana |
| Qua 05/Ago | Encerramento do prazo de convenções partidárias | não é pesquisa · prazo legal | Último dia para definição de chapa e vice. Move contratos de colocação, os de menor volume e maior sensibilidade do painel |
Fonte: registro TSE via API AFOS. Status 'registrada ≠ publicada' segue valendo: as datas são as declaradas pelos institutos no registro, e institutos podem atrasar ou cancelar divulgação. A janela 27/Jul a 02/Ago tem 31 registros com amostra ≥ 1.000; a tabela lista os quatro de escopo nacional, e os outros 27, quase todos estaduais com amostra entre 1.000 e 2.700, ficam fora deste brief por escopo e não por ausência de registro. Confirmação de divulgação efetiva exige duas fontes primárias antes da citação de qualquer resultado.
7.Watch list, gatilhos da semana
- A AtlasIntel de 28/Jul arbitra esta edição. É a maior amostra da janela (n=5.000, conf. 0.90) e a primeira grande com campo inteiramente posterior às convenções do PL, em 25/Jul, e do PSD, em 26/Jul. Se medir Flávio na casa dos 35%, a queda de 20-24/Jul terá sido overshoot e a leitura desta edição se inverte. Se medir entre 30% e 33%, confirma o patamar da Datafolha e a correção fica caracterizada.
- Os dois contratos de colocação de Flávio se moveram juntos e em sentidos opostos ao esperado. O de 2º lugar caiu 6.00pp e o de 3º lugar subiu 4.00pp na mesma janela. Isso é o mercado precificando cenário em que ele não chega ao returno, e é inédito no painel. Ressalva de tamanho: os dois books somam USD 229 mil contra USD 7.67M do contrato de vencedor. Se o 3º lugar sustentar acima de 8% por mais uma janela, deixa de ser artefato de profundidade.
- Renan subiu preço e fluxo juntos, e já devolveu. Foi oficializado em 20/Jul, subiu 3.30pp no vencedor e 6.00pp no 3º lugar durante a janela, mantendo o maior volume entre os contendores vivos (USD 8.53M). No pós-janela devolveu para 9.55% em 26/Jul, depois de a Datafolha o medir em 3%. A distância entre 9.55% de probabilidade implícita e 3% de intenção declarada segue sendo a maior do painel.
- Três lançamentos de candidatura em sete dias, e os três com resposta de preço diferente. Renan em 20/Jul subiu na semana; Flávio em 25/Jul caiu 0.10pp no próprio pregão; Caiado em 26/Jul caiu 0.15pp no próprio pregão. Três ocorrências não fazem padrão e não há causa demonstrada em nenhuma delas, mas o prazo vai até 05/Ago e o painel vai registrar as que faltam.
- O gap abriu cinco pregões seguidos e depois recuou. Foi de +33.60pp em 20/Jul a +38.40pp em 24/Jul, seguiu a +39.60pp em 25/Jul, e recuou para +38.80pp em 26/Jul. O topo durou um pregão. Vigiar se a faixa de +36pp a +39pp vira patamar ou se era pico, porque a diferença entre as duas leituras muda o que se pode dizer sobre o grau de definição da corrida.
8.Metodologia
AFOS Tradeoff agrega três sinais sem mediá-los em composto: Polymarket (denominado em USD, latência ~30min), pesquisas registradas no TSE (intenção declarada, periodicidade variável) e 400+ fontes de imprensa (event flow). Quando os três divergem, a divergência é o sinal, não o consenso. Volume USD é reportado junto da probabilidade implícita para separar convicção de spike artificial. Liquidez (profundidade de book) não é citada inline: liquidez baixa em Polymarket não significa preço errado, o mercado é arbitrado continuamente.
Deltas semanais desta edição vêm de snapshots persistidos em base própria, não de reconstrução retroativa, e usam o último ponto de cada dia. Isso produz diferenças de centésimos em relação ao AFOS Daily, que reporta a captura intradiária do momento em que é escrito: o gap de 25/Jul aparece aqui como +39.60pp e no Daily daquele dia como +39.65pp, e as duas leituras estão corretas dentro da própria convenção. Registramos porque a alternativa seria o leitor descobrir sozinho e não saber qual acreditar.
Nota de método sobre superlativo, que vale para toda a série: a API pública de histórico trava a consulta em 90 dias, então qualquer 'maior do ciclo' conferido por ela mede 90 dias. As afirmações de máximo desta edição foram conferidas direto na base e estão escritas como maior da série, com a janela declarada, nunca como maior do ciclo.
9.Leitura adicional · cobertura macro
Matérias e seções relevantes da semana em veículos de referência. AFOS Tradeoff é fonte primária (Polymarket + TSE + pesquisas); as referências abaixo são leitura complementar para alinhamento de contexto macro. Atenção: parte opera com paywall.
- Folha de S.Paulo · Citando ameaças, Missão antecipa convenção e oficializa Renan Santos como candidato à Presidência (20/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/citando-ameacas-missao-antecipa-convencao-e-oficializa-renan-santos-como-candidato-a-presidencia.shtml
- Folha de S.Paulo · Sem aliança, Flávio chega a convenção sob crítica do centrão por favorecimento à família e inabilidade de articulação (21/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/sem-alianca-flavio-chega-a-convencao-sob-critica-do-centrao-de-favorecimento-a-familia-e-inabilidade.shtml
- Folha de S.Paulo · Kassio prepara novo modelo de registro de pesquisas, e especialistas apontam riscos de manipulação (23/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/kassio-prepara-novo-modelo-de-registro-de-pesquisas-e-especialistas-apontam-riscos-de-manipulacao.shtml
- Folha de S.Paulo · Tarifa dupla de 37.5% atingirá quase 4.000 produtos e R$ 55 bilhões em exportações, diz CNI (24/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/07/tarifa-dupla-de-375-atingira-quase-quatro-mil-produtos-e-r-55-bilhoes-em-exportacoes-diz-cni.shtml
- Folha de S.Paulo · Governo discute novas medidas aos setores afetados por tarifaço (23/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/07/governo-discute-novas-medidas-aos-setores-afetados-por-tarifaco.shtml
- Folha de S.Paulo · Flávio Bolsonaro tenta driblar isolamento e maré de más notícias para reanimar eleitores em convenção do PL (24/Jul)(paywall), www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/flavio-bolsonaro-tenta-driblar-isolamento-e-mare-de-mas-noticias-para-reanimar-eleitores-em-convencao-do-pl.shtml
Referências de contexto macro. O sinal primário desta edição (queda de 3.80pp de Flávio entre 20 e 24/Jul confirmada pelas quatro nacionais da janela, e o par de movimentos opostos nos contratos de colocação dele, −6.00pp no 2º lugar e +4.00pp no 3º) é observação direta do pricing Polymarket cruzado com o registro TSE, não derivado das matérias acima.
Receba por e-mail
O AFOS Tradeoff é a leitura semanal de risco político do Brasil, para quem decide com base em dado, não em manchete.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Depois do cadastro você escolhe se quer receber em português, inglês ou espanhol.