AFOS Analytics
Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas
A edição passada deixou duas perguntas para esta. A primeira era se o binário do Senado, que na leitura certificada de 26 de outubro tinha devolvido inteira a alta da semana anterior e estava em 64.50%, voltaria a subir. A segunda era se o livro de cadeiras do Senado devolveria a massa que tinha levado para a faixa de 47 cadeiras republicanas ou menos. As duas respostas saíram na mesma direção. O contrato de controle democrata do Senado começou a semana de 26 a 30 de outubro tocando 64.50% em 26 de outubro às 01h00 UTC e oscilou entre 65.50% e 66.50% até quarta. Na quinta tocou 68.50%, o topo anterior da série, de 22 de outubro; às 03h00 UTC de sexta passou dele pela primeira vez, a 69.50%, e na manhã de sexta subiu em degraus: 70.50% às 13h00 UTC, 71.50% às 14h30 e 72.50% às 16h00 UTC. Esse valor nunca tinha aparecido na série gravada desde 14 de abril, e o contrato de controle republicano tocou no mesmo instante 27.50%, o piso de toda ela. O fechamento de sexta ficou em 70.50% e 29.50%, com o par somando 100.00% nas duas bordas, de modo que cru e normalizado dizem o mesmo número: 3.00pp para cada lado desde o fechamento de 23 de outubro. Na distribuição de cadeiras republicanas do Senado, a faixa de 47 cadeiras ou menos não devolveu nada. Ela foi de 40.63% para 47.88% da massa do livro, e o preço cru dela tocou 49.50% em 30 de outubro às 15h30 UTC, o maior da série dessa faixa, gravada desde 29 de julho. O que mudou de forma é de onde essa massa veio: na semana passada as faixas de 48 e de 49 cadeiras ficaram paradas, e nesta elas cederam juntas, de 27.72% para 23.69%. A fatia das faixas em que os republicanos ficam com 49 cadeiras ou menos, sem maioria mesmo com o desempate da Vice-Presidência, subiu menos, de 68.36% para 71.57%. Em palavras: os dois livros do Senado andaram juntos pela segunda semana seguida, e o de cadeiras não só deslocou expectativa para o lado democrata como a deslocou de dentro dele, das faixas apertadas para a mais folgada. O livro de cadeiras soma acima de 100% e por isso é lido pela forma e nunca pelo nível, e nenhum número dele é comparado com o preço do binário. Ele recebeu USD 0.89M de dinheiro novo na semana, quatro vezes o da semana anterior.
1.Executive Summary
Os três números acima são de naturezas diferentes e não se combinam. Os dois primeiros são preços de contrato, lidos ao vivo e confirmados por dupla leitura separada por 8 minutos, com tolerância de 0.20pp. O terceiro é uma média aritmética de pesquisas publicadas, em janela móvel de 30 dias. Esta edição, a última antes da eleição de 3 de novembro, mede o comportamento de cada um na semana de 26 a 30 de outubro, com o delta ancorado no fechamento da sexta anterior, 23 de outubro, e recusa a subtração entre eles.
2.Por que este brief não subtrai o mercado da pesquisa
Na véspera da urna, a pergunta de mesa chega com os dois contratos de controle no ponto mais alto das suas séries: se o mercado pagou 94.50% pelo controle democrata da Câmara e 72.50% pelo do Senado, e a média de pesquisas para a Câmara dá vantagem democrata de 7.77 pontos, as leituras estão de acordo? A resposta continua sendo que a pergunta não tem resposta numérica, por dois motivos. O primeiro é de unidade, e vale para qualquer casa. O segundo é específico do Senado: não existe pesquisa nacional que meça o voto para ele, porque só um terço das cadeiras está em disputa e cada uma é uma corrida estadual.
Subtrair 7.77 de 93.50 produziria o número 85.73, que não é probabilidade, não é ponto de voto e mudaria de tamanho se a pesquisa fosse expressa em outra escala, por exemplo como proporção do voto de dois partidos. O caso de 2012 é o exemplo histórico curto: os democratas tiveram mais votos para a Câmara e menos cadeiras, porque a conversão de voto em cadeira depende de geografia e de desenho de distrito. Este brief reporta as duas leituras lado a lado e nunca a diferença entre elas.
O que se pode comparar nesta semana, e também não é uma subtração, é o comportamento de dois livros do MESMO mercado sobre o Senado: o binário de controle e a distribuição de faixas de cadeiras republicanas. Eles não são a mesma medida e esta casa não os converte um no outro, porque o livro de faixas soma acima de 100% de forma persistente e por isso serve para discutir a FORMA da expectativa, nunca para extrair um nível. Pela segunda semana seguida os dois concordaram de direção. Na Câmara, o livro de cadeiras fechou 30 de outubro somando 99.70%, e nessa borda a forma dele é concentrada num lado só: as faixas de menos de 215 cadeiras republicanas somam 91.47% da massa, e a mais cara de todas é a de menos de 190 cadeiras, com 40.62%. O limiar de maioria na Câmara, 218 cadeiras, cai dentro da faixa de 215 a 219, que tem 3.81% da massa, e por isso esse livro não se divide limpo entre os dois lados, como o do Senado se divide.
3.Cenários ponderados para a semana
Os cenários abaixo não são narrativa: são lidos nos preços dos contratos que o mercado já publica. Nesta edição eles usam o binário de controle do Senado, a distribuição de faixas de cadeiras republicanas no Senado e o contrato de calendário. Todo número da distribuição vem do fechamento de 30 de outubro, quando o livro somou 101.30%, e da borda de 23 de outubro, quando somou 104.60%, as duas dentro do portão de 95% a 105%, e as faixas são citadas como FATIA DO LIVRO, normalizadas pela soma daquela borda. 🔑 A régua de método: livro de faixas que soma acima de 100% carrega sobrepreço, e esta casa mediu em 757 capturas deste livro que esse sobrepreço é aproximadamente uniforme entre as faixas. Excesso uniforme significa que normalizar preserva a PROPORÇÃO interna, e é por isso que a forma se discute. Não significa que a fatia normalizada seja uma probabilidade calibrada, e por isso nenhum número desta distribuição é comparado com o preço do binário. No Senado a maioria republicana é 50 cadeiras ou mais, porque a Vice-Presidência desempata, e 50 é uma faixa própria deste livro, então toda a massa se atribui a um dos dois lados.
O binário de controle democrata do Senado fechou a semana em 70.50%, contra 67.50% do fechamento de 23 de outubro, e tocou 72.50% em 30 de outubro às 16h00 UTC, o maior valor da série gravada desde 14 de abril. O caminho teve duas partes: até quinta ele oscilou entre 64.50% e 68.50%, e a maior parte da alta veio na sexta, de 68.50% à meia-noite UTC a 72.50% às 16h00 UTC. Na leitura certificada de 1 de novembro às 20h53 UTC ele está em 71.50%, depois de ter voltado a 72.50% nas leituras daquele domingo entre 06h00 e 14h30 UTC. Na distribuição de cadeiras, a fatia das faixas em que os republicanos ficam com 49 cadeiras ou menos passou de 68.36% para 71.57% da massa do livro. Dentro dela houve troca: a faixa de 47 cadeiras ou menos foi de 40.63% para 47.88%, com 42.50% e 48.50% no preço cru e topo de série de 49.50% em 30 de outubro às 15h30 UTC, e as faixas de 48 e de 49 cadeiras, juntas, cederam de 27.72% para 23.69%. A de 48 sozinha foi de 17.50% para 13.50% no preço cru. Em palavras: o livro de cadeiras não só concentrou expectativa no lado democrata, como passou a concentrá-la no resultado mais amplo dele, à custa dos resultados democratas apertados.
O binário de controle republicano do Senado fechou em 29.50%, contra 32.50% do fechamento de 23 de outubro, e tocou 27.50% em 30 de outubro às 16h00 UTC, o menor valor de toda a série gravada desde 14 de abril e três pontos abaixo do piso anterior, o 30.50% de 23 de outubro. Antes disso ele tinha subido ao topo da semana, 35.50%, em 26 de outubro às 01h00 UTC. Na distribuição de cadeiras, a fatia das faixas de 50 cadeiras republicanas ou mais, que é a maioria republicana com o desempate da Vice-Presidência, foi de 31.64% para 28.43% da massa do livro. Ela cedeu nas duas partes, de novo: a faixa de exatamente 50 cadeiras, a do empate, de 10.99% para 9.38%, e as de 51 ou mais, de 20.65% para 19.05%. É uma mudança de forma, medida na fatia de um livro com sobrepreço, e não um segundo preço para o mesmo desfecho: ela diz para que lado a expectativa do livro de cadeiras se moveu, e não em quanto a probabilidade de controle mudou.
O contrato de a eleição acontecer no prazo fechou a semana em 99.50%, 1.80pp acima dos 97.70% de 23 de outubro, o que leva o desfecho complementar de 2.30% para 0.50%. A semana começou para baixo: em 27 de outubro às 11h00 UTC ele tocou 97.30%, o valor mais baixo desde 11 de setembro. A partir de 28 de outubro subiu com recuos de no máximo 0.20pp: 98.30% às 16h00 UTC, 99.00% às 20h00 UTC e 99.50% em 29 de outubro às 15h30 UTC, o maior valor da série gravada desde 29 de julho. Na leitura certificada de 1 de novembro às 20h53 UTC está em 99.45%. Recebeu USD 0.44M de dinheiro novo na semana, mais de cinco vezes o da semana anterior, e segue sendo o livro de menor volume dos cinco que este brief acompanha.
4.Indicator Grid
| Contrato | Atual | Δ semana | Vol USD acum. | Leitura implícita |
|---|---|---|---|---|
| Câmara, controle democrata | 93.50% | +2.00pp | USD 20.01M | Parado em 91.50% de 23 a 27 de outubro, subiu a 92.50% em 28 de outubro e a 93.50% em 29 de outubro às 13h30 UTC, o mais alto desde 4 de outubro. A soma do par ficou em 100.00% nas duas bordas: cru e normalizado dizem o mesmo. Em 31 de outubro às 07h00 UTC tocou 94.50%, o maior da série gravada desde 29 de julho, e a leitura certificada de 1 de novembro está nesse valor. |
| Câmara, controle republicano | 6.50% | -2.00pp | USD 15.94M | O espelho exato do lado democrata, com o par em 100.00% nas duas bordas. Foi a 5.50% em 31 de outubro às 07h00 UTC, o menor valor da série gravada desde 29 de julho. O livro da Câmara recebeu USD 11.52M de dinheiro novo na semana, e mais da metade dele, USD 6.45M, foi negociada neste desfecho, o que cedeu. |
| Senado, controle democrata | 70.50% | +3.00pp | USD 7.49M | Topo de toda a série gravada desde 14 de abril em 72.50%, tocado em 30 de outubro às 16h00 UTC. Piso da semana em 64.50%, em 26 de outubro às 01h00 UTC: amplitude de 8.00pp em 71 leituras. A soma do par ficou em 100.00% nas duas bordas, e por isso, ao contrário da semana passada, cru e normalizado coincidem. |
| Senado, controle republicano | 29.50% | -3.00pp | USD 6.53M | Piso de toda a série gravada desde 14 de abril em 27.50%, tocado em 30 de outubro às 16h00 UTC, no mesmo instante do topo do lado democrata. Como na Câmara, a maior parte do dinheiro novo do livro na semana foi negociada no desfecho que cedeu: USD 2.48M de USD 4.17M. |
| Eleição acontece no prazo | 99.50% | +1.80pp | USD 1.32M | Do ponto mais baixo desde 11 de setembro, 97.30% em 27 de outubro, ao maior da série gravada desde 29 de julho, 99.50% em 29 de outubro às 15h30 UTC, em dois dias. A queda da noite de 23 de outubro, que a edição passada registrou, foi inteira recuperada. |
| Cadeiras republicanas no Senado, distribuição de 11 faixas | soma 101.30% no fechamento | de 104.60% em 23 de outubro | USD 4.29M | Dentro do portão de 95% a 105% nas duas bordas da semana, com partição limpa nas onze faixas, sem sobreposição e sem buraco. Recebeu USD 0.89M de dinheiro novo na semana, contra USD 0.22M na anterior. A faixa de 47 cadeiras republicanas ou menos segue sendo a mais cara do livro, agora com 47.88% da massa. |
5.Liquidez e estrutura de mercado
6.Calendário eleitoral até a urna
| Data | Amostra | Por que importa | |
|---|---|---|---|
| 3/Nov, terça | Dia da eleição de meio de mandato | 435 cadeiras da Câmara e um terço do Senado | É a única data desta grade que resolve os contratos, e ela fica a um dia desta edição. As urnas fecham ao longo da noite, de leste para oeste. Todo preço citado aqui é probabilidade implícita de um desfecho que se conhece a partir desse dia. |
| 28/Out, quarta | Targoz publica pesquisa nacional sobre aposta eleitoral em mercados de previsão | 1.400 eleitores registrados, 1.118 prováveis votantes, campo de 20 a 22 de outubro | 12% dos prováveis votantes dizem ter apostado ou pretender apostar na eleição, e entre os que já apostaram o voto vai a R 55% x D 43%. É dado sobre quem negocia o instrumento que este brief lê, e não sobre o preço: nenhuma conta aqui o liga aos contratos. |
| 28/Out, quarta | Reportagem atribui à campanha democrata no Alasca um esquema de candidatos-laranja na disputa do Senado | 1 disputa estadual de Senado | A matéria saiu às 19h10 UTC, citando o The New York Times. O binário de controle democrata do Senado estava em 66.50% às 17h30 UTC e seguia em 66.50% às 22h00 UTC. No dia seguinte o comitê de supervisão da Câmara, presidido por um republicano, abriu investigação sobre o caso. |
| 29 e 30/Out, quinta e sexta | Trump cancela os comícios de fim de semana no Kansas e em Iowa e volta atrás no dia seguinte | agenda de campanha, 2 estados | O cancelamento foi anunciado na quinta. Na sexta, o binário de controle democrata do Senado subiu de 68.50% à meia-noite UTC para 72.50% às 16h00 UTC; a CBS News registrou a reversão às 17h14 UTC, e o contrato estava em 71.50% às 18h00 UTC e em 70.50% às 19h00 UTC. Essa é a ordem dos carimbos, e ordem não é causa: a grade de leituras tem intervalos de uma a duas horas, e a série não permite dizer que leitura do mercado veio antes de cada notícia. |
| 31/Out, sábado | Voto antecipado passa de 50 milhões de eleitores a três dias da eleição | contagem nacional de voto antecipado | É dado de comparecimento, e não de direção do voto. No mesmo dia, às 07h00 UTC, o contrato de controle democrata da Câmara tocou 94.50%, o maior da série. |
| 1/Nov, domingo | Juiz federal rejeita a ação do Departamento de Justiça para bloquear a certificação do Senado do Alasca se o republicano perder | 1 disputa estadual de Senado | É o desfecho do pedido que a edição passada registrou em 23 de outubro, quando o contrato de calendário caiu 1.40pp em cinco horas. A decisão saiu às 19h11 UTC; o contrato de calendário estava em 99.50% às 16h30 UTC e às 21h00 UTC, e a leitura certificada das 20h53 UTC deu 99.45%. |
A grade acima tem uma data que resolve contrato, 3 de novembro, e cinco que não resolvem nenhum. As cinco entram porque são verificáveis e datadas, e saem com a medição ao lado. A de 30 de outubro é a mais instrutiva: o maior movimento de preço da semana caiu no mesmo dia de uma notícia de agenda, e a grade de leituras não tem resolução para dizer qual veio antes.
7.Watch list, gatilhos da semana
- A apuração de 3 de novembro, e o que estes cinco contratos dizem até ela Na leitura certificada de 1 de novembro às 20h53 UTC, a Câmara democrata está em 94.50%, o Senado democrata em 71.50% e o contrato de calendário em 99.45%, com os dois pares somando 100.00%. A próxima edição, de 9 de novembro, é a primeira em que os contratos de controle terão desfecho conhecido, e ela confronta o preço de cada um com o resultado.
- A faixa de 47 cadeiras republicanas ou menos no Senado, em 47.88% da massa do livro É a faixa mais cara do livro e a que absorveu o avanço das duas últimas semanas, agora à custa das faixas de 48 e 49 cadeiras. O resultado do Senado vai dizer em que faixa a distribuição terminou, e esse confronto se faz pela forma: o livro somava 101.30% no fechamento de sexta, e a fatia normalizada não é uma probabilidade calibrada.
- O binário do Senado, em 71.50% na leitura certificada de domingo As leituras de 1 de novembro entre 06h00 e 14h30 UTC voltaram a 72.50%, o mesmo valor do topo da série tocado na sexta, e às 18h00 UTC ele tinha cedido 1.00pp. Foi o contrato de maior amplitude da semana, 8.00pp, contra 2.00pp da Câmara.
- A dispersão entre institutos na janela do generic ballot As cinco rodadas com campo encerrado entre 26 e 30 de outubro vão de D+4, da Harvard/Harris, a D+10, da Emerson, com Ipsos em D+6, ActiVote em D+7 e Reuters/Ipsos em D+9 entre prováveis votantes. A de D+6 é um estudo da própria Ipsos feito 100% por correio, e a autora o descreve como cerca de 3 pontos abaixo dos agregadores. Na janela inteira a distância vai a 8.00 pontos, com a Reuters/Ipsos de 19 de outubro em D+12 entre eleitores registrados.
8.Metodologia
Preços lidos na rota própria do AFOS com o parâmetro de país e leitura não cacheada, e confirmados pela trava de captura: duas leituras separadas por 8 minutos, liberadas apenas se concordarem dentro de 0.20pp, com os dois carimbos de tempo exigidos distintos. A leitura certificada desta edição é de 1 de novembro de 2026 às 20h53m43s UTC, e o intervalo real entre os dois carimbos foi de 8.0 minutos. A série de cada contrato é lida no backup do banco e nunca na rota de histórico, porque aquela rota trava a janela em 90 dias e no contrato do Senado isso esconderia o começo da série, que é de 14 de abril. O pedaço de série que o backup diário ainda não cobre é fechado com os pontos intradiários da rota e conferido por controle positivo, série por série, comparando as duas fontes na janela em que ambas têm dado: nesta edição as cinco séries fecharam com os pontos idênticos dos dois lados, e por isso todo superlativo aqui vale para a série inteira e não só para o que o backup já tinha. Fechamentos são o último ponto gravado de cada dia, e topo e piso são intradiários, porque fechamento diário esconde extremo. O delta da semana é ancorado no fechamento da sexta anterior, 23 de outubro, que é a convenção desta série dos Estados Unidos, e a ferramenta que o calcula foi exigida a reproduzir os números publicados na edição anterior antes de ser usada aqui. Toda distribuição de faixas só é citada quando a soma do livro cai entre 95% e 105% nas bordas usadas, e é citada como fatia do livro, normalizada pela soma daquela borda. Livro de faixas que soma acima de 100% carrega sobrepreço, e esta casa testa onde ele mora comparando a fatia normalizada do centro do livro contra a soma bruta ao longo da série: se a fatia do centro cai quando a soma sobe, o excesso está na cauda; se sobe junto, está no centro; sem relação clara, ele é aproximadamente uniforme. Medido em 757 capturas do livro de cadeiras do Senado, a correlação é de -0.35, e em 1.159 capturas do livro de cadeiras da Câmara, de +0.32, as duas dentro da faixa que esta casa trata como sem relação clara, entre -0.5 e +0.5. Nesse caso normalizar preserva a proporção interna, e é por isso que a distribuição aqui sustenta afirmação sobre FORMA e nunca sobre nível, e é por isso que nenhuma fatia dela é comparada com o preço de um contrato binário. A média do generic ballot é aritmética simples, sem ponderação, em janela móvel de 30 dias, com uma rodada por instituto por onda pela hierarquia provável votante, eleitor registrado, adultos, e com onda publicada sob outro instrumento, como a cédula com o nome dos candidatos do distrito, mantida fora da conta e declarada com a redação do próprio instituto. Profundidade de book não é citada neste brief por decisão editorial de maio de 2026.
9.Leitura adicional · cobertura macro
Os itens abaixo são os veículos e institutos citados nas seções acima, com o endereço da própria matéria ou do próprio documento. Itens que a coleta só alcançou pelo agregador foram descartados desta lista, porque o endereço do agregador não aponta para o veículo.
- CBS News, 1/Nov · O juiz federal rejeita a ação para bloquear a certificação do Senado do Alasca, www.cbsnews.com/news/judge-doj-lawsuit-alaska-senate-race-dan-sullivan/
- CBS News, 30/Out · A cobertura ao vivo do fim de semana antes da eleição, com a reversão do cancelamento dos comícios, www.cbsnews.com/live-updates/2026-midterm-elections-campaigns-weekend-before/
- The Washington Post, 29/Out · Trump cancela o comício do Kansas e passa a eventos virtuais, www.washingtonpost.com/politics/2026/10/29/trump-cancels-kansas-rally-before-midterm-elections-hold-virtual-events/
- The Guardian, 31/Out · Mais de 50 milhões de votos antecipados a três dias da eleição, www.theguardian.com/us-news/2026/oct/31/early-voting-midterms
- Fox News, 28/Out · A reportagem sobre candidatos-laranja na disputa do Senado do Alasca, www.foxnews.com/politics/mary-peltola-campaign-dems-backed-covert-scheme-field-spoiler-candidates-alaska-senate-race-report
- The Hill, 29/Out · A investigação aberta pelo comitê de supervisão da Câmara sobre o caso do Alasca, thehill.com/homenews/house/6181949-comer-investigates-peltola-senate-allegations/
- Targoz, 28/Out · A pesquisa nacional sobre aposta eleitoral, com 12% dos prováveis votantes apostando ou pretendendo apostar, www.targoz.com/market-matters-blog/2026/10/28/one-in-eight-likely-voters-has-bet-or-plans-to-bet-on-the-midterm-elections
- The New York Times, 27/Out · Como o viés das pesquisas para as midterms varia por estado, www.nytimes.com/2026/10/27/us/politics/midterm-polls-errors-states.html
- The Hill, 31/Out · As seis disputas que podem decidir o controle do Senado, thehill.com/homenews/campaign/6185470-senate-control-midterm-six-tossups/
- Emerson College Polling · A pesquisa nacional de outubro, com vantagem democrata de 10 pontos entre prováveis votantes, emersoncollegepolling.com/october-2026-national-poll-democrats-hold-10-point-midterm-advantage/
- ActiVote, 30/Out · A última rodada da casa antes da eleição, com 2.000 prováveis votantes, www.activote.net/polls/generic-ballot/2026-10-30/
Receba por e-mail
O AFOS Tradeoff é a leitura semanal de risco político do Brasil, para quem decide com base em dado, não em manchete.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Depois do cadastro você escolhe se quer receber em português, inglês ou espanhol.