AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição6·Semana de 2026-09-03 a 2026-09-10·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os oito contratos das midterms somam USD 19.20M, alta de USD 0.62M na semana. As duas casas não se moveram igual: a Câmara mudou em cinco dias diferentes, dois deles em um lado só, enquanto o Senado mudou uma vez, em 8 de setembro.

Câmara · Democratas

86.50%

3.00pp na semana

Sobre USD 6.04M, o livro mais profundo dos oito. Caiu em 4, 5 e 7 de setembro, recuperou um ponto no dia 9 e devolveu no dia 10, terminando 1.00pp acima do piso da série, de 85.50%.

Câmara · Republicanos

14.50%

3.00pp na semana

Sobre USD 4.48M. Subiu em 5, 7 e 10 de setembro, e 14.50% é a leitura mais alta que essa série guarda, acima dos 13.50% de 29 de julho, que ele vinha igualando desde 7 de setembro.

Senado · Democratas

52.50%

1.00pp na semana

Sobre USD 2.50M. Todo o movimento aconteceu em 8 de setembro e o preço não mudou desde então. Está 5.00pp abaixo do topo da série, de 57.50%, em 16 de abril.

Senado · Republicanos

48.50%

1.00pp na semana

Sobre USD 1.74M, o mais fino dos quatro livros de controle, 10.00pp abaixo do próprio topo, de 58.50%, em 27 de junho.

O quinto preço publicado, sobre a eleição acontecer no prazo, marca 97.25%, alta de 0.45pp, sobre USD 0.40M, e é o mais alto que essa série guarda. A série da Câmara abre em 29 de julho de 2026 e a do Senado em 14 de abril de 2026, então superlativo aqui quer dizer desde essas datas.

O que as pesquisas fizeram

A discordância vem antes da média, porque é ela o achado. Onze rodadas de nove institutos estão dentro da janela de trinta dias, com média de D+5.17. O campo mais recente fechou em 31 de agosto, dez dias atrás.

Maior

Emerson College · D+8

Menor

Harvard/Harris · R+2

Distância entre institutos

10 pontos

A Emerson ouviu 1.000 eleitores prováveis até 17 de agosto. A Harvard/Harris ouviu eleitores prováveis até 30 de agosto e é a única rodada da janela que põe os republicanos à frente; a mesma onda entre eleitores registrados marca D+2, uma pesquisa com dois recortes e sinais opostos. Nova aqui é a Quantus Insights, 1.200 eleitores prováveis até 28 de agosto, em D+6.9, lida nas tabelas do próprio instituto.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 3 a 10 de setembro

Uma história atravessou a semana, e era sobre mapas, não sobre candidatos. Em 3 de setembro a Suprema Corte do Missouri suspendeu o novo mapa republicano: a Politico escreveu que a suspensão provavelmente rende aos democratas uma cadeira da Câmara, a Roll Call juntou o caso a uma decisão de Maryland, e o Washington Post deu sequência em 4 de setembro. Em 10 de setembro a Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou a deixar o Missouri usar o mapa, com cobertura em poucas horas de NBC News, Fox News e The Hill.

A cobertura do Senado apontou para um lado só. A ABC News informou em 8 de setembro que os republicanos antes confiantes em manter a casa enfrentam agora uma disputa mais aberta, e a NewsNation trouxe no mesmo dia a Decision Desk HQ chamando o Senado de puro empate técnico. A Reuters havia listado em 7 de setembro as nove corridas que decidem a casa.

A convenção republicana em Dallas fechou a semana, com o The Guardian em 9 de setembro sobre o presidente no centro do palco em meio a preocupação do partido, depois de Axios e New York Times em 5 e 6 de setembro sobre uma campanha construída em torno dele. Por baixo ficaram o Gallup, no New York Times de 5 de setembro, apontando mais americanos que se identificam como democratas, e o petróleo acima de USD 100 por barril, no Washington Post de 9 de setembro.

Um veículo escreveu sobre o próprio instrumento: o Washington Post, em 10 de setembro, um guia de como ler pesquisas de midterms.

A nossa medição: O mercado andou junto com a primeira afirmação e contra a segunda. O preço republicano do Senado caiu 1.00pp em 8 de setembro, o dia em que os dois veículos publicaram, e está 10.00pp abaixo do topo dele de junho. Na Câmara, onde os tribunais moveram uma cadeira para os democratas, o preço democrata caiu 3.00pp.

O cruzamento da semana

A notícia mais clara da semana e o preço foram para lados opostos

A cadeira é a unidade em que a Câmara se ganha, e dois tribunais moveram uma delas para os democratas entre 3 e 10 de setembro. Nesses mesmos dias o preço democrata caiu de 89.50% para 86.50%. Os dois fatos são medidos; a ligação entre eles não é, e uma cadeira é pouco diante de uma maioria de 218. Quem esperava que as decisões aparecessem como preço democrata mais alto não vai encontrar isso aqui.

A Câmara fez os dois tipos de movimento na mesma semana

A edição nº 5 separou um ponto transferido de um ponto somado. A Câmara fez os dois. O lado democrata caiu sozinho em 4 de setembro, fechando o par de 101.00% para 100.00%, e subiu sozinho no dia 9, reabrindo para 101.00%. Nos dias 5, 7 e 10 cada ponto saiu de um lado e entrou no outro, com o par parado. O Senado fez só o tipo limpo.

Uma rodada que já existia entrou na nossa média esta semana

A Quantus Insights publicou uma rodada nacional com campo até 28 de agosto, e o índice que lemos nunca a recebeu. Ela esteve dentro da nossa janela de trinta dias esse tempo todo e fora da nossa média até hoje. Ela marca D+6.9 e levou a média de D+5.00 para D+5.17. Nada mudou no eleitorado entre esses dois números. O que mudou foi o que conseguimos ler.

Como ler este número

Uma média de trinta dias se move sozinha, e esta semana ela se moveu 0.90pp

O nosso número é a média simples de toda rodada nacional com campo nos últimos trinta dias. A janela anda um dia por vez, então uma rodada que estava dentro ontem está fora hoje sem que um eleitor a mais tenha sido perguntado. Seis saíram nesta semana, entre elas a John Zogby Strategies em D+11, o número mais alto da edição passada. Perder o topo de uma faixa puxa a média para baixo mesmo quando toda pesquisa que ficou diz exatamente o que dizia antes. Então, quando uma média se move, a primeira pergunta não é quem mudou de ideia. É se alguém foi perguntado.

Fontes

Mercado de previsão, captura certificada

Pesquisas, fontes primárias

Imprensa, veículos citados nas seções 4 e 5

Método

O AFOS lê três sinais e não os mistura: preços de mercado de previsão, pesquisas publicadas e cobertura de imprensa. A média da casa para o voto para a Câmara é média simples, sem ponderação, sobre uma janela móvel de trinta dias, e quando um instituto publica mais de um recorte da mesma rodada só um entra, pela hierarquia eleitor provável, eleitor registrado, adultos. Rodadas que o instituto publicou e o índice ainda não recebeu são lidas nas tabelas do próprio instituto e levam uma marca dizendo isso; quando o índice alcança, a linha dele substitui a nossa. Os preços de mercado vêm de captura certificada, duas leituras a oito minutos de distância que precisam concordar dentro de 0.20pp antes de qualquer publicação. Mercados de faixa só são publicados quando as faixas somam entre 95% e 105%; o mercado de margem do voto popular está hoje acima de 150% e é coletado todo dia para a série, sem ser publicado como leitura. Esta carta nunca subtrai probabilidade de mercado de vantagem em pesquisa, porque são grandezas diferentes. Código aberto, Apache 2.0.

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