AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição №13·Semana de 2026-10-22 a 2026-10-29·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os cinco preços publicados somam USD 43.03M e receberam USD 11.76M de dinheiro novo entre os fechamentos de 22 e de 29 de outubro. Os livros da Câmara receberam USD 8.40M e terminaram no mesmo ponto; os do Senado receberam USD 2.98M e foram quatro pontos para baixo e voltaram.

Câmara · Democratas

92.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 17.03M, com USD 4.39M de dinheiro novo. Ficou em 91.50% de 23 a 27 de outubro e em 29 de outubro tocou 93.50%, igual ao topo da série, alcançado pela primeira vez em 20 de setembro.

Câmara · Republicanos

7.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 13.88M, com USD 4.01M de dinheiro novo. Oscilou entre 7.50% e 8.50% e em 29 de outubro tocou 6.50%, igual ao piso da série. O par soma 100.00% nas duas pontas.

Senado · Democratas

68.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 6.36M, com USD 1.75M de dinheiro novo. De 68.50%, o topo da série iniciada em 14 de abril, perdeu um ponto por dia até fechar em 65.50% em 25 de outubro, ficou ali três dias e recuperou um ponto por dia.

Senado · Republicanos

31.50%

→ 0.00pp na semana

Sobre USD 4.65M, com USD 1.23M de dinheiro novo. O espelho, de uma mínima de 30.50% em 23 de outubro, a menor desde 14 de abril, até 35.50% em 26 de outubro. O par soma 100.00% nas duas pontas.

O quinto preço, o de a eleição acontecer no prazo, marca 99.45%, alta de 0.55pp sobre o fechamento de 22 de outubro, de 98.90%, sobre USD 1.11M. Em 29 de outubro ele tocou 99.50%, o ponto mais alto desde o início da série, em 29 de julho.

O que as pesquisas fizeram

A dispersão vem antes da média. A média é D+7.64 sobre 33 rodadas de 23 institutos, contra D+7.61 sobre 31 em 22 de outubro, pela mesma régua, e as rodadas dentro dela discordam em nove pontos.

Maior

Reuters/Ipsos · D+12

Menor

Rasmussen Reports · D+3

Distância entre institutos

9 pontos

Parte dos nove pontos é tempo. As 15 rodadas que fecharam o campo a partir de 16 de outubro têm média D+8.00; as 18 anteriores, D+7.33. Parte é quem foi filtrado: as 23 rodadas de prováveis eleitores têm média D+7.43 e as 10 de eleitores registrados, D+8.10. As duas comparações são entre grupos de pesquisas, não a mesma pesquisa medida duas vezes.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 23 a 29 de outubro

O Alasca atravessou a semana. Em 23 de outubro o New York Times, a Reuters, o Washington Post e o Guardian noticiaram uma ação do Departamento de Justiça para barrar a certificação do resultado do Senado se o republicano no cargo, Dan Sullivan, perder. Em 24 de outubro o USA Today trouxe a democrata Mary Peltola chamando a ação de "corrupta"; em 25 de outubro a ABC News, a NPR e o Guardian noticiaram Blanche, em nome do Departamento de Justiça, defendendo-a. Em 28 de outubro a Fox News, e a Reuters citando o New York Times, noticiaram acusações de que os democratas recrutaram candidatos-isca, e em 29 de outubro o Hill noticiou uma investigação dos republicanos da Câmara e o Politico uma investigação ordenada pelo governador do Alasca.

O mapa do Senado e a precisão das pesquisas vieram em segundo. Em 24 de outubro o New York Times perguntou por que os democratas podem ter dificuldade para ganhar o Senado apesar de pesquisas fortes; em 27 de outubro noticiou que o viés das pesquisas varia por estado; em 29 de outubro a CNN escreveu que o leque de resultados no Senado é enorme. O USA Today noticiou em 26 de outubro que duas pesquisas discordam sobre quão apertada é a disputa do Senado no Texas, e em 28 de outubro o Guardian chamou a da Carolina do Sul de empate técnico.

Dinheiro e comparecimento emolduraram a última semana. Em 27 de outubro a NBC News noticiou o ciclo mais caro da história, e em 24 de outubro a NewsNation noticiou o voto antecipado em alta nos estados-chave. O Gallup, noticiado pelo Hill, encontrou o apoio à reeleição dos congressistas em mínimas recordes em 28 de outubro, e a economia, a saúde e a guerra com o Irã como principais preocupações em 29 de outubro.

O cruzamento da semana

Quatro pontos para baixo e quatro de volta

Os democratas no Senado caíram de 68.50% para uma mínima de 64.50% em 26 de outubro e voltaram a 68.50%; o lado republicano foi de 30.50% a 35.50%. A mínima veio três dias depois de a ação no Alasca ser noticiada e dois dias depois de o New York Times perguntar por que pesquisas fortes podem não entregar o Senado. Registramos as datas: um preço mostra que os compradores mudaram as ofertas, não por quê.

As maiores vantagens fizeram outra pergunta

A Tufts com a YouGov (D+12 entre prováveis eleitores, campo de 23 a 27 de outubro) e o The New York Times com a Siena (D+11, de 12 a 19 de outubro) puseram o nome dos candidatos na pergunta. O mesmo fez a The Economist com a YouGov, cuja onda de 23 a 26 de outubro deu D+11 ou D+9 entre prováveis eleitores, conforme o filtro. A nossa média conta só a pergunta com o rótulo do partido: D+7.64. Uma pergunta é sobre um partido, a outra sobre duas pessoas com nome, e um nome conhecido pode mover o eleitor para qualquer lado. As rodadas com nomes estão no nosso arquivo de dados, fora da média.

No prazo, e uma briga pela certificação

O contrato de a eleição acontecer no prazo chegou a 99.50% em 29 de outubro, o topo da série, na semana em que uma ação tentou barrar a certificação de um resultado do Senado. São objetos diferentes: o contrato pergunta se a votação acontece em 3 de novembro, não se cada resultado é certificado depois.

Como ler este número

Contra o que cada um destes números será conferido depois de 3 de novembro

Esta é a última edição antes da votação; a da semana que vem põe cada instrumento contra o resultado, cada um com a sua régua. Um preço de controle se resolve por qual partido controla a casa, sim ou não, então um preço de 68.50% não está errado se o outro lado vencer: preços se julgam sobre muitos desfechos, pela frequência com que os eventos de 70% acontecem perto de 70% das vezes. A média das pesquisas é uma vantagem em pontos do voto nacional para a Câmara, e a régua dela é o voto nacional para a Câmara, que leva semanas para ser apurado. Uma régua não serve à outra: em 2012 os democratas tiveram mais votos para a Câmara e menos cadeiras.

Fontes

Mercado de previsão, leitura de 30 de outubro

Pesquisas, fontes primárias

Imprensa citada nas seções 4 e 5

Método

Os preços de mercado vão do fechamento de 22 de outubro, o último ponto gravado naquele dia no backup diário do nosso banco de dados, até a leitura mais recente, certificada em 30 de outubro às 00:28 UTC (29 de outubro, 20:28 no horário do Leste) por duas capturas com oito minutos de intervalo. O dinheiro novo é medido do fechamento de 22 de outubro ao de 29 de outubro. As duas pontas de cada par binário são impressas cruas e normalizadas, porque um par que não soma 100 move um lado sem o outro negociar. Topos e pisos de série são conferidos contra a série inteira, que começa em 14 de abril no Senado e em 29 de julho na Câmara e no contrato do prazo. A média das pesquisas é uma média simples, não ponderada, de uma rodada por instituto por onda numa janela móvel de trinta dias, com a hierarquia prováveis eleitores acima de registrados acima de adultos, e conta só a pergunta que oferece o rótulo do partido. Rodadas que dão o nome dos candidatos do distrito de cada entrevistado ficam listadas no arquivo de dados e fora da média; a rodada New York Times/Siena entrou nessa lista em 22 de outubro, depois de a Edição nº 12 ter impresso D+7.71 com ela dentro, e por isso esta edição compara com D+7.61, a média de 22 de outubro pela mesma régua. Nunca subtraímos um preço de mercado de uma vantagem nas pesquisas: um é a probabilidade de controlar uma casa e o outro é uma vantagem em pontos do voto.

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