AFOS Weekly · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

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Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição №14·Semana de 2026-10-29 a 2026-11-05·publicada quinta 07:00 BRT

O que o mercado de previsão fez

Os cinco preços publicados se resolveram com USD 96.22M negociados no total, USD 55.47M deles novos desde o fechamento de 29 de outubro: USD 34.61M nos livros da Câmara e USD 20.50M nos do Senado. Na véspera os dois pares somavam 100.00%.

Câmara · Democratas

100%

↑ +7.50pp na semana

Resolvido em sim em 4 de novembro, às 13:34 UTC, sobre USD 37.37M. Fechou 29 de outubro em 92.50% e marcava 94.50% na véspera. Depois do fechamento das urnas foi certificado em 98.20% às 00:35 UTC de 4 de novembro.

Câmara · Republicanos

0%

↓ -7.50pp na semana

Resolvido em não, sobre USD 25.93M. Fechou 29 de outubro em 7.50% e marcava 5.50% na véspera.

Senado · Democratas

100%

↑ +32.50pp na semana

Resolvido em sim na manhã de 4 de novembro, sobre USD 17.13M. Fechou 29 de outubro em 67.50% e marcava 76.50% na véspera. Na noite da eleição o livro andou mais rápido do que duas capturas com oito minutos de intervalo conseguiam confirmar, até que elas concordaram em 98.65% às 01:52 UTC.

Senado · Republicanos

0%

↓ -32.50pp na semana

Resolvido em não, sobre USD 14.33M. Fechou 29 de outubro em 32.50% e marcava 23.50% na véspera.

O quinto preço, o de a eleição acontecer no prazo, se resolveu em sim a 100% sobre USD 1.46M. Fechou 29 de outubro em 99.30% e 2 de novembro em 99.70%.

O que as pesquisas fizeram

A dispersão vem antes da média. Contando toda rodada que encerrou o campo até o dia da eleição, a média é D+7.73 sobre 37 rodadas de 27 institutos, e as rodadas dentro dela discordam em nove pontos.

Maior

Big Data Poll e Reuters/Ipsos · D+12

Menor

Targoz Market Research · D+3

Distância entre institutos

9 pontos

As 29 rodadas de prováveis eleitores têm média D+7.45 e as 8 de eleitores registrados, D+8.75. Entre o registro da véspera e o dia da eleição entraram seis rodadas: John Zogby Strategies (D+6), Reuters/Ipsos (D+8), Focaldata (D+7), Big Data Poll (D+12), YouGov (D+9) e Rasmussen Reports (D+6). Saiu uma: a rodada de 14 a 18 de outubro da Hart Research com a Public Opinion Strategies, cuja pergunta era qual partido o eleitor prefere que controle o Congresso.

O que a imprensa contou

O que os veículos da lista fixa cobriram, de 30 de outubro a 5 de novembro

A ação do Alasca foi rejeitada antes da votação. Em 1º de novembro a CBS News, a NBC News, o The Hill e o Guardian noticiaram que um juiz federal rejeitou a ação do Departamento de Justiça que buscava barrar a certificação do resultado do Senado no Alasca se o republicano no cargo perdesse. Em 30 de outubro o New York Times noticiou a democrata Mary Peltola dizendo que não sabia do esquema de candidaturas na cédula, e a Fox News noticiou o senador republicano John Barrasso acusando Chuck Schumer e a campanha de Peltola de tramar o recrutamento de um candidato-isca.

Os últimos dias foram sobre comparecimento e sobre o poder depois da votação. Em 31 de outubro o Guardian noticiou que mais de 50 milhões de americanos tinham votado antecipadamente, e a ABC News trouxe Kamala Harris pedindo um comparecimento grande demais para ser fraudado. Em 1º de novembro a Reuters noticiou que a Casa Branca traçava um caminho para governar sem o Congresso se os democratas vencessem, e em 2 de novembro o New York Times noticiou Trump cogitando perdões preventivos para aliados. Em 3 de novembro a Reuters noticiou que os mercados de previsão enfrentavam um teste com a disparada das apostas eleitorais, e o Axios noticiou problemas em máquinas de votação num distrito disputado da Câmara em Nova York.

A partir de 4 de novembro o assunto foi o resultado. A CBS News noticiou as consequências da vitória democrata no Congresso, a cobertura ao vivo do Guardian trouxe Trump reconhecendo a impopularidade da guerra com o Irã, e o The Hill noticiou Hakeem Jeffries provocando o presidente da Câmara, Mike Johnson, por ter dito que as pesquisas estavam erradas. Em 5 de novembro a CBS News perguntou se o redesenho distrital republicano tinha saído pela culatra, o Washington Post perguntou quão precisas foram as pesquisas das midterms, e a NBC News noticiou o democrata Scott Colom criticando o próprio partido por ter desistido do Mississippi, enquanto a contagem do Senado ali seguia apertada.

O cruzamento da semana

O registro da véspera, ao lado do resultado

Em 2 de novembro, às 22:06 UTC, certificamos os democratas na Câmara em 94.50% e os democratas no Senado em 76.50%, e publicamos os dois ao lado da média das pesquisas, D+7.66. Os democratas ganharam as duas casas. Um resultado não dá nota a um preço: 76.50% deixava cerca de uma chance em quatro para o outro lado, e uma única eleição não diz se isso era demais ou de menos. O que o registro mostra é o momento: os democratas no Senado foram de 67.50% no fechamento de 29 de outubro para 76.50% na véspera, antes de qualquer resultado ser conhecido.

O mercado de cadeiras do Senado acertou a faixa

No fechamento de 2 de novembro as faixas do mercado de cadeiras do Senado somavam 104.30%, dentro do nosso portão de 95 a 105, e punham 57.50% na hipótese de os republicanos ficarem com 47 cadeiras ou menos. A NBC News e a ABC News têm 44 cadeiras republicanas projetadas, com Alasca e Mississippi ainda em contagem; se as duas forem para os republicanos, o total é 46, ainda dentro daquela faixa. O mercado de cadeiras da Câmara somava 106.80% naquele dia, fora do portão, e por isso não o usamos.

A média espera a contagem oficial

A média das pesquisas é uma margem na parcela do voto nacional para a Câmara, e esse voto não está todo contado: os estados do oeste contam por dias, e os estados certificam ao longo de semanas. Não vamos pôr D+7.73 nem D+7.66 contra uma apuração parcial ou uma projeção. A comparação espera a contagem oficial.

Como ler este número

O que uma eleição pode e não pode dizer sobre um preço

Um preço de controle é uma probabilidade, e o contrato se resolve em sim ou não. Na véspera o preço do Senado era 76.50%. Se os republicanos tivessem mantido o Senado, esse fato sozinho não tornaria o preço errado, e a vitória democrata não o torna certo. Preços se julgam sobre muitos eventos, conferindo se o que foi precificado perto de 75% acontece cerca de três vezes em quatro. Catorze edições guardam um resultado por casa, e um registro datado, escrito antes da votação, que qualquer pessoa pode conferir.

Fontes

Mercado de previsão, resolvido

Resultados, como projetados em 5 de novembro

Pesquisas, fontes primárias das rodadas que entraram depois da véspera

Imprensa citada nas seções 4 e 5

Método

Os preços de mercado vão do fechamento de 29 de outubro, o último ponto registrado naquele dia na cópia de segurança diária da nossa base de dados, até a resolução: o contrato da Câmara se resolveu em 4 de novembro às 13:34 UTC, e os do Senado e do prazo mais cedo naquela manhã. O registro da véspera é a leitura certificada em 2 de novembro às 22:06 UTC por duas capturas com oito minutos de intervalo que concordaram dentro de 0.20pp; na noite da eleição o livro do Senado falhou nesse teste quatro vezes antes de passar às 01:52 UTC, e só leituras certificadas são impressas. O dinheiro novo é medido do fechamento de 29 de outubro até o volume final negociado. As faixas dos mercados de cadeiras são lidas no fechamento de 2 de novembro e só usadas quando somam entre 95% e 105%. A média das pesquisas é uma média simples, sem ponderação, de uma rodada por instituto por onda numa janela de trinta dias, com a hierarquia prováveis eleitores acima de eleitores registrados acima de adultos, e conta só a pergunta que oferece o rótulo do partido: rodadas que dão o nome dos candidatos do distrito de cada entrevistado, ou que perguntam qual partido deveria controlar o Congresso, ficam listadas no arquivo de dados e fora da média. A partir desta edição a janela termina no dia da eleição, 3 de novembro, de modo que a média não se move mais quando rodadas envelhecem. Nunca subtraímos um preço de mercado de uma margem de pesquisa: um é a probabilidade de controlar uma casa e o outro é uma margem na parcela do voto.

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