AFOS Tradeoff · Brazil Political Risk Weekly

AFOS Analytics

Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Brasil·Edição12·Semana de 3-7 agosto 2026·Publicada Segunda 07:00 BRT
Sinal da semana

A Edição №11 deixou dois cenários escritos com critério numérico, e a janela 03-07/Ago partiu os dois pelo meio. O cenário base previa que a Quaest de 05/Ago mediria o gap de 1º turno entre 8pp e 10pp: mediu 9pp, e acertou. O mesmo cenário previa o gap de mercado entre +39pp e +42pp: não encostou nessa faixa em nenhum dos cinco pregões, abrindo a segunda em +38.90pp e fechando a sexta em +37.50pp. A assinatura do cenário contrário estava escrita como compressão abaixo de +38pp com Flávio acima de 25.50% no contrato de vencedor, e ocorreu nos dois últimos pregões, com o gap em +37.90pp e +37.50pp e Flávio em 26.60% e 27.00%. Só que a premissa daquele cenário era a Quaest vir perto dos 6pp da PoderData, e ela veio em 9pp. O desfecho chegou sem a causa que a edição anterior escreveu para ele, e um placar que só conferisse o número marcaria acerto. O que substituiu aquela causa está na comparação de cada instituto consigo mesmo, único controle que neutraliza efeito de casa. Três casas repetiram rodada e nenhuma abriu o gap: a BTG/Nexus de 03/Ago caiu de 9pp para 4pp contra a própria de 27/Jul, a Genial/Quaest caiu de 12pp para 9pp contra a própria de 15/Jul, e a Meio/Ideia ficou de 8.4pp em 8pp. No macro o Copom cortou a Selic em 0.25pp para 14.00% em 05/Ago, quarto corte seguido, e o contrato de inflação andou para CIMA nos dois pregões seguintes: a faixa de 5.00% a 5.49% subiu 8.70pp na semana, para 45.40%. O presidencial acumula USD 121.43M. A janela seguinte traz seis pesquisas nacionais entre 10 e 13/Ago, cinco com campo dentro da semana em que o preço andou sozinho.

1.Executive Summary

Gap Lula × Flávio
+37.50pp
↓1.40pp na semana
Mesma magnitude de №11 com o sinal trocado. Não tocou a faixa de +39pp a +42pp que aquela edição projetou, em nenhum dos cinco pregões
BTG/Nexus · gap 1º turno
4pp
↓5pp contra a própria casa
Comparação dentro do instituto, 27/Jul contra 03/Ago, método igual e n≈2.000 nas duas. Lula cede 1pp e Flávio sobe 4pp, e no returno a casa dá 46% x 45%
Inflação 2026 · faixa 5.00–5.49%
45.40%
↑8.70pp na semana
Subiu 6.60pp no pregão seguinte ao Copom, que cortou para 14.00% e classificou os riscos de preço como maiores que o usual e com assimetria altista. O corte estava no consenso, o tom não. Book de USD 11 mil

O cenário base de №11 acertou as pesquisas e errou o mercado; o contrário acertou o mercado e errou a razão pela qual ele se moveria. A leitura que sobra não estava em nenhum dos dois textos: das três nacionais da janela, duas comprimem contra a própria rodada anterior, uma fica estável e nenhuma abre. Snapshot de 09/Ago 19:42 BRT, sobre os 17 books com volume do contrato presidencial.

2.Por que o AFOS não suaviza

Três nacionais na janela, e a média delas é o pior resumo possível. Os gaps de 1º turno foram 4pp, 8pp e 9pp, cuja média dá 7.0pp, número que nenhuma das três mediu. Pior: comparar esse 7.0pp com os 8.35pp de №11 sugere estreitamento de 1.35pp, quando as duas médias são compostas por institutos diferentes. A comparação válida existe nesta janela porque as três casas tinham rodada anterior.

Divergência da semana · a média cai comparando casas que não são as mesmas
Se fosse média
~gap 1T de 7.0pp, ~1.35pp abaixo da anterior
Mediar Nexus (4pp), Meio/Ideia (8pp) e Quaest (9pp) dá **7.0pp**. Confrontar com os 8.35pp de №11, que saíam de Nexus, AtlasIntel, PoderData e Vox Brasil, produz um 'estreitamento de 1.35pp' que mede **troca de composição da amostra de institutos**, não movimento do eleitorado
A média também apaga o sentido do movimento. Em Nexus e Quaest o gap se fecha porque **Flávio sobe**; na Meio/Ideia ele fica onde estava porque **os dois sobem juntos**, 40.4% para 43% e 32% para 35%
AFOS Tradeoff reporta
Nexus 1T 41×37 (9pp→4pp) | Quaest 1T 39×30 (12pp→9pp) | Meio/Ideia 1T 43×35 (8.4pp→8pp) · gap de mercado 38.90pp → 37.50pp (↓1.40pp)
As três vão separadas, com instituto, amostra, campo, protocolo TSE e confiabilidade, e cada uma contra a própria rodada anterior. A BTG/Nexus (n=2.002, BR-02874/2026) é a mais forte porque o intervalo é de sete dias e método e amostra quase não mudaram. No returno ela sai de 47% x 43% para 46% x 45%, 1pp dentro da margem de 2pp
A dispersão entre casas AUMENTOU enquanto a direção dentro das casas convergia, e esse é o achado. A amplitude foi de 3.3 pontos em №11 para 5.0 pontos aqui. Quem lê o leque entre institutos vê ruído crescente; quem lê cada casa contra ela mesma vê três leituras que não se contradizem
Três casas, nenhuma abriu

Por que importa: №11 tratou os 6pp da PoderData como piso do recorte e perguntou se era efeito de casa ou indicador antecedente. A Nexus veio em 4pp, abaixo daquele piso, e a Quaest sustentou o teto em 9pp. Os dois extremos se afastaram e a pergunta continua sem resposta, porque a dissidente daquela semana não repetiu rodada nesta. Ressalva obrigatória e repetida: preço de mercado é probabilidade de vitória, não margem de voto, e as duas grandezas não se subtraem. A Quaest ainda registra aprovação de 48% contra 47%, idêntica à da própria rodada de 15/Jul: indicador parado na mesma casa não anunciava a compressão do 1º turno.

O que enfraquece a tese desta edição é a cronologia. O gap continuou caindo em 06 e 07/Ago, 0.60pp e 0.40pp, sem que saísse pesquisa nacional nenhuma, porque as últimas foram publicadas em 05/Ago. E no próprio 05/Ago, dia de duas nacionais, ele andou 0.10pp, a menor variação da janela. A maior queda de uma sessão foi em 03/Ago, 2.00pp contra o fecho de domingo, dia da Nexus de 4pp e do maior salto de Flávio, e isso é coincidência de duas datas conferidas, não causa demonstrada. Depois da janela o gap seguiu a +36.50pp, o que reforça a direção e não a explicação.

🌐 Track record · casos validados globalmente

O mesmo arcabouço aplicado ao Brasil, medir a distância entre mercado de previsão e pesquisas e conferir o sinal com o resultado real das urnas, já foi checado contra onze eleições em quatro continentes, entre elas Índia, França, Reino Unido, México e Estados Unidos (2024), Coreia do Sul, Chile, Alemanha e Canadá (2025) e Peru e Colômbia (2026). A Índia é o único caso em que mercado e pesquisas erraram juntos na mesma direção. O método reporta convergência e divergência sem ajuste retroativo. O dataset é aberto sob Apache 2.0 e tem DOI permanente no Harvard Dataverse.

3.Cenários ponderados para a semana

Cenários para a janela 10-14/Ago, a mais densa do ciclo em medição de urna: seis nacionais registradas entre 10 e 13/Ago, contra três na janela coberta, e cinco delas com campo dentro de 03 a 07/Ago. Medem justamente a semana em que o preço andou sem pesquisa nova. O registro de candidaturas encerra em 15/Ago.

Cenário base · ~60% probabilidade

As seis nacionais confirmam a direção que as três casas registraram contra si mesmas, com a maioria medindo o gap de 1º turno entre 5pp e 9pp e nenhuma abrindo contra a própria rodada anterior. O contrato de vencedor de Lula fica entre 62% e 65% e o gap se acomoda entre +34pp e +38pp, sem voltar aos +40pp. A MDA de 11/Ago dá lastro ou tira. Net-neutral para BRL.

Cenário contrário ao pricing · ~30% probabilidade

As nacionais vêm largas, com a maioria acima de 9pp no 1º turno e ao menos duas abrindo contra a própria rodada anterior. Nesse caso a compressão de preço das duas últimas semanas não tem lastro de urna, e os 4pp da Nexus voltam a ser leitura isolada de uma casa, como a PoderData de 6pp foi em №11. A assinatura seria o gap de volta acima de +38pp com Flávio abaixo de 26% no vencedor. O teste mais limpo é a Palver de 10/Ago, n=5.000 e campo de 03 a 09/Ago, única que cobre a janela inteira, com a ressalva de ser online e não-probabilística. Este cenário inverte esta capa.

Cauda · ~10% probabilidade

O prazo de registro de candidaturas encerra em 15/Ago, e mudança de chapa nessa reta move os contratos de colocação, que somam USD 4.50M e USD 0.52M contra USD 121.43M do presidencial. A fragilidade desses books está medida nesta janela: o 3º lugar de Caiado subiu 10.00pp na semana e devolveu 8.00pp nos dois pregões seguintes, num book de USD 45 mil. No macro, o contrato de inflação tem faixas de USD 5 mil a USD 14 mil; IPCA cheio e ata testam o tom do comunicado.

4.Indicator Grid

ContratoAtualΔ semanaVol USD acum.Leitura implícita
Gap Lula × Flávio+37.50pp↓1.40pp semana121.43MMesma magnitude de №11 com sinal trocado. Abaixo da faixa de +39pp a +42pp projetada nos cinco pregões, cruzou os +38pp em 06/Ago e seguiu a +36.50pp em 09/Ago
Lula · vencedor64.50%↓1.00pp semana8.18MCaiu 1.00pp em 04/Ago e ficou parado nos quatro pregões seguintes, sem ameaçar o topo do recorte, 66.50% em 01/Ago. Rompeu o platô por baixo em 09/Ago, fora da janela
Flávio · vencedor27.00%↑0.40pp semana8.10MO ganho semanal esconde o desenho: subiu 2.00pp em 03/Ago, dia da Nexus de 4pp, devolveu 0.70pp e voltou a subir em 06 e 07/Ago, sem pesquisa nova nesses dois dias
Flávio · 3º lugar 1º turno1.20%↓3.70pp semana24kA tese de №10 exigia voltar acima de 8%, e o book foi ao contrário, com 3.30pp perdidos só em 06/Ago. Voltou a 3.80% em 09/Ago. Book de USD 24 mil
Ronaldo Caiado · 3º lugar 1º turno33.50%↑10.00pp semana45kO maior delta da edição e o menos confiável. Book de USD 45 mil, devolveu 8.00pp em 08 e 09/Ago, e na urna mede 4% e 5.7%. Movimento não confirmado
Renan Santos · vencedor7.80%↑0.80pp semana9.28MPrimeira semana de alta depois da queda de №11, e quem mais ganhou volume na janela, USD 335 mil, à frente dos USD 278 mil de Caiado. Na urna, 4% e 4.7%
Inflação 2026 · faixa 5.00–5.49%45.40%↑8.70pp semana11kFoi modal nos cinco pregões e abriu folga, subindo 6.60pp no dia seguinte ao Copom. A faixa de 5.50% a 5.99% subiu 7.70pp: a distribuição inteira andou para cima
STF impeach < 20272.80%↓0.30pp semana83kTrês ordens de grandeza abaixo do presidencial e sem reação à semana. Foi a 3.80% em 08/Ago, fora da janela

5.Liquidez e estrutura de mercado

Mercado presidencial · vol. acumulado desde aberturaUSD 121.43M
1Tarcísio de Freitas0.05% prob.USD 13.88M
2Eduardo Bolsonaro0.05% prob.USD 10.42M
3Carlos Massa (Ratinho Jr.)0.05% prob.USD 10.42M
4Michelle Bolsonaro0.25% prob.USD 9.69M
5Renan Santos7.45% prob.USD 9.28M
Anomalia de leitura.

Os três maiores volumes acumulados seguem em contratos precificados a 0.05%: Tarcísio (USD 13.88M), Eduardo Bolsonaro (USD 10.42M) e Carlos Massa (USD 10.42M). São posições antigas nunca desmontadas, e volume acumulado mede interesse histórico, não convicção corrente. Esses dois últimos trocaram de posição separados por USD 3.926, com 10.421.284 contra 10.417.358: a ordem do ranking nessa faixa é decidida por menos de quatro mil dólares e não significa nada. Já a anomalia que №11 registrou, com Eduardo Leite tendo quase o mesmo dinheiro que Lula a 0.05% contra 65.50%, desfez-se: Lula tem USD 8.183.935 contra USD 7.944.637 de Leite, distância de USD 239 mil. Entre os dois snapshots, de 02 a 09/Ago, o book de Lula ganhou USD 275 mil e o de Leite USD 31 mil.

Os 5 maiores volumes respondem por ~USD 53.69M (~44%) do mercado presidencial (total USD 121.43M em 32 mercados, 17 com volume), que subiu de USD 118.16M em 02/Ago. A compressão do gap ocorreu nos dois maiores books de contendor vivo, com USD 8.18M e USD 8.10M quase empatados, então não é movimento de book raso. Nos contratos de colocação a leitura é oposta: o 3º lugar inteiro acumula USD 0.52M, e é lá que está o maior delta desta edição, o de Caiado, num book de USD 45 mil. Spike de volume baixo (USD <500k) segue tratado como ruído até confirmação de fluxo recorrente.

6.Calendário de prints price-relevant

DataPrintAmostraPor que importa
Seg 10/AgoPalver (nacional)n=5.000 · BR-06596/2026 · conf. 0.70Maior amostra do recorte e única com campo cobrindo a janela inteira, 03 a 09/Ago. Online e não-probabilística, com pesos ancorados em IBGE e TSE
Seg 10/AgoGerp e Nexus (nacionais)n=2.400 · BR-08045/2026 e n=2.000 · BR-08428/2026 · conf. 0.70A Nexus é a que mais importa: rodada seguinte à de 4pp, mesma casa e método, e diz se aquela leitura era ponto fora ou início de série
Ter 11/AgoMDA e 100 Cidades (nacionais)n=2.002 · BR-06935/2026 · conf. 0.90 e n=2.000 · BR-08109/2026 · conf. 0.70A MDA tem a maior confiabilidade da janela e é a única das seis que declara entrevista presencial, com campo 05 a 09/Ago, posterior ao Copom. A 100 Cidades tem campo 03 a 06/Ago
Qui 13/AgoPoderData (nacional)n=2.400 · BR-06868/2026 · conf. 0.70A dissidente de 6pp que №11 apontou volta a medir, campo 09 a 12/Ago. Responde direto à pergunta que aquela edição deixou aberta

Fonte: registro TSE via API AFOS. Com publicação declarada de 10 a 13/Ago há 30 registros, 23 com amostra ≥ 1.000; a tabela lista os seis de escopo nacional, e os outros 24 ficam fora por escopo, não por ausência de registro. ⚠️ Correção ao calendário de №11, que listou quatro nacionais para a janela coberta: só três publicaram. A quarta, BR-05573/2026 da Nexus, prevista para 04/Ago com n=1.200, vem classificada como national no registro, mas a metodologia declarada ao próprio TSE descreve a população pesquisada como eleitores de Tocantins. Não entrou no painel, e o defeito é de rótulo na origem, não de coleta. As seis desta janela passaram uma a uma pelo mesmo teste e nenhuma nomeia estado.

7.Watch list, gatilhos da semana

  1. A Nexus de 10/Ago é o teste direto do achado desta edição. Mesma casa, mesmo método, rodada seguinte à de 4pp. Repetir perto de 4pp faz da compressão uma série; voltar para perto de 9pp faz dos 4pp um ponto fora, e esta capa perde o eixo.
  2. Vigiar se o gap perde os +36pp. Está em +36.50pp, com sete quedas em oito pregões desde o topo de +41.80pp e um único dia parado. Abaixo de +36pp deixa de ser devolução do pico e vira patamar novo.
  3. Separar quem cede quando o gap encolhe. Na janela ele caiu com Flávio subindo; em 09/Ago caiu com Lula cedendo e Flávio parado. Transferência entre dois nomes e perda de preço no favorito dão o mesmo número e não são o mesmo fato.
  4. O contrato de inflação testa o tom do Copom, não o corte. O corte estava no consenso e o book só se moveu depois do comunicado. IPCA cheio e ata dizem se a releitura se sustenta.
  5. Caiado no 3º lugar já devolveu 80% do movimento da semana. Subiu 10.00pp na janela e caiu 8.00pp em 08 e 09/Ago, num book de USD 45 mil, contra 4% e 5.7% na urna. Delta grande em book pequeno não vira tese.

8.Metodologia

AFOS Tradeoff agrega três sinais sem mediá-los em composto: Polymarket (em USD, latência ~30min), pesquisas registradas no TSE e 400+ fontes de imprensa. Quando os três divergem, a divergência é o sinal. Volume USD vai junto da probabilidade implícita para separar convicção de spike artificial. Liquidez não é citada inline: liquidez baixa em Polymarket não significa preço errado, o mercado é arbitrado continuamente.

Deltas semanais vêm de snapshots persistidos em base própria, não de reconstrução retroativa, e usam o último ponto de cada dia. Isso produz diferenças de centésimos em relação ao AFOS Daily, que reporta a captura intradiária: o gap de 09/Ago aparece aqui como +36.50pp e no Daily como +36.55pp, porque o fechamento traz Flávio em 27.00% e a captura das 17:34 UTC o traz em 26.95%. As duas estão corretas dentro da própria convenção, e registramos porque a alternativa seria o leitor topar com a diferença sozinho.

Comparação dentro do instituto: quando esta edição diz que uma casa 'caiu de 9pp para 4pp', o confronto é entre duas rodadas do mesmo instituto, com as duas datas declaradas. É o único confronto que neutraliza efeito de casa, e é diferente de comparar institutos entre si, que mistura método, amostra e campo. As duas leituras aparecem separadas de propósito.

Sobre superlativo: a API pública de histórico trava a consulta em 90 dias, então qualquer 'maior do ciclo' conferido por ela mede 90 dias. Os máximos e mínimos citados aqui são do recorte de vinte pregões, de 21/Jul a 09/Ago, e nenhum superlativo desta edição vai além dessa janela.

9.Leitura adicional · cobertura macro

AFOS Tradeoff é fonte primária (Polymarket + TSE + pesquisas); o que segue é leitura complementar de contexto macro. Atenção: parte opera com paywall.

O sinal primário desta edição (o gap fora da faixa projetada por №11, a compressão registrada por três casas contra elas mesmas e o deslocamento da distribuição de inflação após o comunicado do Copom) é observação direta do pricing Polymarket cruzado com o registro TSE, não derivado das matérias acima.

Aviso obrigatório. Este brief é pesquisa observacional sobre infraestrutura de mercados de previsão, pesquisas eleitorais e fluxo de notícias. Não constitui recomendação de investimento. Nenhuma posição é recomendada ou implícita. Polymarket é mercado USD-denominado operando fora da jurisdição brasileira; volumes mencionados são informativos, não orientativos. Decisões de portfólio são responsabilidade exclusiva do leitor e devem considerar análise independente, perfil de risco e regulamentação aplicável.
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AFOS Tradeoff · Edição №12 · Semana de 03-07 Ago 2026 | AFOS Analytics