AFOS Tradeoff · Brazil Political Risk Weekly

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Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Brasil·Edição №19·Semana de 21-25 setembro 2026·Publicada Segunda 07:00 BRT
Sinal da semana

A semana de 21 a 25 de setembro foi uma ida e volta no contrato presidencial. Às 18h00 UTC de segunda-feira o vão entre Flávio Bolsonaro e Lula chegou a 23.80pp, o maior de toda a série pareada gravada desde 14 de abril, 7.50pp acima de qualquer instante anterior. Nos quatro pregões seguintes ele cedeu e fechou a sexta em 14.90pp. Dentro da semana, do fechamento de segunda ao de sexta, são 5.80pp a menos, o sétimo maior deslocamento em módulo das 24 semanas com quatro ou mais pregões. Contra o fechamento que a edição №18 publicou, 14.00pp em 18 de setembro, a distância terminou só 0.90pp acima.

O recuo não é efeito da soma do par. Ela ficou quase parada, de 99.70 para 99.90, e o normalizado dá 2.92pp para cada lado: Flávio Bolsonaro de 60.20% para 57.40% e Lula de 39.50% para 42.50%. O piso intra-semana do vão, 10.70pp, veio às 15h30 UTC de 24 de setembro, dia em que seis pesquisas nacionais foram divulgadas, e a amplitude entre topo e piso foi de 13.10pp em quatro dias.

As pesquisas andaram muito menos que o contrato. As dez nacionais da janela repetem a divisão da semana anterior no segundo turno, com seis pondo Flávio Bolsonaro à frente, três pondo Lula e um empate, mas o intervalo entre as pontas caiu de 14.3 para 7.7 pontos. Seis casas publicaram nas duas janelas, e nenhuma se moveu mais que 1.3 ponto contra ela mesma: três andaram até um ponto na direção de Lula, duas ficaram paradas e uma andou 1.3 ponto na direção de Flávio Bolsonaro. São unidades diferentes, ponto de intenção de voto contra ponto percentual de probabilidade, e a comparação vale pela ordem de grandeza. Esta é a última semana cheia antes do primeiro turno, em 4 de outubro, e o calendário registra dezessete nacionais até 2 de outubro.

1.Executive Summary

Vão presidencial, Flávio × Lula
14.90pp
-5.80pp na semana
Topo de 23.80pp às 18h00 UTC de segunda, o maior da série pareada desde 14 de abril, e piso de 10.70pp na quinta. Contra os 14.00pp publicados na edição №18, andou 0.90pp.
2º turno, dispersão entre as dez casas
7.7pontos
de 14.3 para 7.7
Seis das dez põem Flávio Bolsonaro à frente, três põem Lula e uma empata. O intervalo caiu quase à metade e segue 1.8 vez maior que a soma das margens das casas das pontas.
Inflação de 2026, faixa de 5.00% a 5.49%
45.60%
+8.10pp na semana
A faixa imediatamente abaixo, de 4.50% a 4.99%, cedeu 8.20pp, e a de 6.00% a 6.49% ganhou 3.10pp. O livro tem USD 131 mil acumulados e recebeu USD 11 mil na janela.

O tema da semana é a distância entre o quanto o contrato andou e o quanto as pesquisas andaram. O vão percorreu 13.10pp entre topo e piso em quatro dias e voltou para perto de onde a semana anterior tinha fechado. As seis casas que se mediram nas duas janelas, com cerca de uma semana entre os campos, mudaram no máximo 1.3 ponto cada, e na média menos de meio ponto. A divisão entre casas continua no mesmo sentido da semana anterior, maioria simples para Flávio Bolsonaro no segundo turno e maioria para Lula no primeiro, mas ficou mais estreita. O que a semana acrescenta é a escala do movimento do preço sem movimento correspondente nas casas que repetiram a pergunta.

2.Por que o AFOS não suaviza

As dez nacionais divulgadas entre 21 e 25 de setembro perguntaram o mesmo par de segundo turno, com amostras de 2.000 a 5.015 entrevistas e campos entre 15 e 23 de setembro. Uma média delas devolve pouco mais de um ponto para um dos lados, número que se lê como empate e que apaga duas coisas: que a maioria aponta um vencedor e três casas apontam o outro, e que o intervalo entre as pontas é quase o dobro da soma das margens delas.

Dez pesquisas, uma semana, 7.7 pontos de intervalo
Se fosse média
1.3ponto para Flávio Bolsonaro no 2º turno
Um número único, que se lê como empate técnico
Some a Futura, que mede Flávio Bolsonaro 5.7 pontos à frente, fora da própria margem
Some a Datafolha, que mede Lula 2.0 pontos à frente
Apaga o fato de que três das dez apontam o vencedor contrário
AFOS reporta
-2.0 a +5.7
Intervalo de 7.7 pontos entre casas sobre a mesma semana, contra 14.3 na anterior
Futura +5.7 · Palver +4.0 e +3.0 · Quaest, PoderData e Real Time +1.0 · Alfa 0.0
AtlasIntel -0.3 · BTG/Nexus -1.0 · Datafolha -2.0
Seis das dez à frente para um lado, três para o outro e um empate
No 1º turno a ordem se inverte: sete das dez dão Lula à frente

Por que importa: as casas das pontas declaram margens de 2.2 e de 2.0 pontos, cuja soma é 4.2, e o intervalo entre elas é de 7.7 pontos, ou 1.8 vez maior. O intervalo caiu quase à metade em uma semana e continua sem explicação por erro amostral, e a média de 1.3 ponto descreve um empate que seis das dez casas não mediram.

🌐 Track record · casos validados globalmente

A edição №18 atribuiu cerca de 55% ao cenário base, no qual as nacionais de 21 e de 24 de setembro manteriam a divisão, com maioria simples dando o segundo turno ao líder do preço, a dispersão entre casas ficaria acima de 10 pontos e o vão se acomodaria entre 12pp e 20pp. A divisão se manteve, seis a três com um empate. A dispersão não: caiu para 7.7 pontos. E a faixa acertou quatro dos cinco fechamentos, entre 14.00pp e 17.20pp, com o de segunda em 20.70pp, acima do teto; nas leituras gravadas o vão saiu da faixa pelos dois lados, a 23.80pp na segunda e a 10.70pp na quinta. Cerca de 30% foram para o cenário contrário ao pricing, no qual as seis nacionais de 24 de setembro repetiriam em bloco o lado de Lula no segundo turno. Não se realizou: das seis, só a Datafolha pôs Lula à frente, e as três maiores amostras do dia deram Flávio Bolsonaro por 3 pontos, Flávio Bolsonaro por 1 ponto e empate. O vão fechou 5.80pp dentro da semana sem esse gatilho. Cerca de 15% foram para a cauda, o impeachment no Supremo fechando um dia acima de 8%. Não aconteceu nem por toque: o topo da semana foi 4.40%, e o contrato fechou a sexta em 3.40%. Do calendário daquela edição, nove das dez casas listadas publicaram na janela, e o rótulo de nacional da Real Time, que a edição deu como em conferência, foi confirmado na divulgação de 24 de setembro.

3.Cenários ponderados para a semana

A semana de 28 de setembro a 2 de outubro é a última antes do primeiro turno, em 4 de outubro, e concentra dezessete nacionais registradas: a Quaest e a NEXUS na segunda, sete registros na terça, dois deles da Gerp com campo posterior à data, três na quarta, a Datafolha e a Real Time na quinta e três na sexta. Na quinta, 1º de outubro, a TV Globo faz o último debate antes da votação.

Base · ~55%

A última onda repete a forma das duas semanas anteriores: maioria simples das nacionais dando o segundo turno a Flávio Bolsonaro, maioria dando o primeiro a Lula, e casas que se medem contra elas mesmas movendo até dois pontos. Nesse caso o vão fica dentro da faixa percorrida nesta semana, entre 10pp e 24pp, e o livro segue sem uma direção sustentada por mais de dois pregões. A amplitude intradiária continua alta, porque dezessete prints em cinco dias dão ao preço um motivo novo para repreçar quase a cada sessão.

Contrário ao pricing · ~30%

As três casas de maior peso da semana, a AtlasIntel em 29 de setembro, com 5.000 entrevistas, a Quaest em 28 e a Datafolha em 1º de outubro, dão Lula à frente no segundo turno ao mesmo tempo. A AtlasIntel já mediu Lula 0.3 ponto à frente nesta janela, a Datafolha mediu Lula 2.0 pontos à frente em duas rodadas seguidas e a Quaest ficou 1 ponto do outro lado. Se as três convergirem, o contrato precisa escolher entre a vantagem de Flávio Bolsonaro que sustenta desde a inversão de setembro e as três leituras de maior peso, e o piso desta semana, 10.70pp, deixa de ser o piso.

Cauda · ~15%

A última onda passa a mostrar um dos dois com maioria dos votos válidos no primeiro turno fora da margem, em mais de uma casa. O contrato de vencedor precifica hoje, na prática, o segundo turno; uma eleição resolvida em 4 de outubro mudaria a pergunta que ele responde e a data em que ele liquida. Nenhuma das dez nacionais desta janela mediu isso: no primeiro turno a maior distância entre os dois foi de 7 pontos, com os dois abaixo de 46%.

4.Indicator Grid

ContratoAtualΔ semanaVol USD acum.Leitura implícita
Vão presidencial, Flávio menos Lula+14.90pp-5.80ppUSD 155.19MCaminho: +20.70, +17.20, +16.70, +14.00, +14.90. Topo de 23.80pp às 18h00 UTC de segunda, o maior da série pareada, e piso de 10.70pp às 15h30 UTC de quinta.
Flávio Bolsonaro, presidencial57.40%-2.80ppUSD 11.86MTopo de 61.70% às 17h30 UTC de segunda, o maior da série dele, e piso de 54.30% às 03h30 UTC de sexta. Recebeu USD 479 mil na janela.
Lula, presidencial42.50%+3.00ppUSD 12.26MPiso de 37.50% às 18h00 UTC de segunda e topo de 44.50% às 15h30 UTC de quinta. Recebeu USD 555 mil, o maior aporte individual do livro.
Flávio Bolsonaro, 2º lugar do 1º turno74.50%+5.00ppUSD 1.16MSobe enquanto cai no contrato de vencedor: o livro passa a precificar mais Flávio Bolsonaro em segundo no primeiro turno. Piso de 67.50% na segunda e topo de 77.50% na sexta.
Lula, 2º lugar do 1º turno25.40%-3.20ppUSD 0.99MO espelho das duas semanas anteriores não se repetiu: +5.00pp de um lado contra -3.20pp do outro, com a soma do livro subindo de 105.30 para 107.10.
Renan Santos, 3º lugar do 1º turno45.00%-0.50ppUSD 0.41MFechamento quase parado sobre amplitude de 11.50pp, de 52.50% na abertura de segunda a 41.00% na terça. Recebeu USD 51 mil.
Augusto Cury, 3º lugar do 1º turno42.00%+1.70ppUSD 0.28MPiso de 32.40% às 06h00 UTC de terça e topo de 43.20% às 17h30 UTC de sexta. Terminou a semana 3.00pp atrás de Renan Santos.
Ronaldo Caiado, 3º lugar do 1º turno14.50%-1.00ppUSD 0.17MO livro inteiro tem USD 1.31M acumulados e recebeu USD 105 mil, e a soma das faixas fechou em 111.00, então preço aqui pede leitura normalizada.
Impeachment no Supremo antes de 20273.40%-0.90ppUSD 0.09MAmplitude de 1.00pp, entre 3.40% e 4.40%, com USD 76 de dinheiro novo na semana inteira.

5.Liquidez e estrutura de mercado

Volume acumulado no livro presidencial · vol. acumulado desde aberturaUSD 155.19M
1Renan Santos0.60%USD 14.45M
2Tarcisio de Freitas0.10%USD 14.10M
3Lula42.50%USD 12.26M
4Flávio Bolsonaro57.40%USD 11.86M
5Ratinho Jr.0.10%USD 10.47M
Anomalia de leitura.

O contrato de Renan Santos passou o de Tarcisio de Freitas como maior volume acumulado do livro entre os fechamentos de 18 e de 25 de setembro, de USD 13.69M para USD 14.45M, e fechou a semana pagando 0.60%, depois de ceder 0.40pp. O livro recebeu USD 2.18M de dinheiro novo na janela. Lula e Flávio Bolsonaro levaram USD 555 mil e USD 479 mil; logo atrás vêm Renan Santos, com USD 452 mil, Geraldo Alckmin, com USD 365 mil a 0.20%, e Jair Bolsonaro, com USD 113 mil a 0.10%. Os três somam USD 930 mil, mais de dois quintos do dinheiro novo da semana, em contratos que pagam 0.60% ou menos. Volume acumulado é histórico de negociação desde a abertura de cada contrato e não é convicção corrente, e quem lê o ranking de volume como ranking de probabilidade lê o livro ao contrário.

Volume é acumulado desde a abertura de cada contrato. O dinheiro novo da semana é a diferença entre os volumes gravados nos fechamentos de 21 e de 25 de setembro, e os preços da tabela são os de 25 de setembro. O AFOS não cita profundidade de book em texto editorial, porque liquidez baixa num mercado arbitrado continuamente não significa preço errado.

6.Calendário de prints price-relevant

DataPrintAmostraPor que importa
28/SetQuaest e NEXUSn=2.004 e n=2.000As duas abriram as duas janelas anteriores. O campo da Quaest vai de 24 a 27 de setembro e atravessa a medida provisória das bets, publicada em 25.
29/SetAtlasIntel, Palver e JOTAn=5.000, n=5.000 e n=6.000As três maiores amostras da semana. A AtlasIntel mediu nesta janela a menor distância do par de segundo turno, 0.3 ponto, com a menor margem declarada, 1.0; a Palver mediu 4 e 3 pontos para o outro lado em duas rodadas.
29/SetVox Brasil e Real Time Big Datan=2.100 e n=1.600A Real Time volta com o rótulo de nacional vindo do plano amostral, que a casa repete nas pesquisas estaduais; o registro de 24 de setembro foi confirmado nacional na divulgação.
30/SetFutura/100% Cidades, Ideia e Indexan=2.000 cadaA Futura mediu 5.7 pontos para Flávio Bolsonaro nesta janela, fora da própria margem, e é a ponta superior do intervalo.
01/OutDatafolhan=2.506Campo de 28 de setembro a 1º de outubro, no dia do debate da TV Globo. Única das seis nacionais de 24 de setembro a pôr Lula à frente no segundo turno.
02/OutVox Brasil, Datavero e DataTrendsn=2.100, n=1.500 e n=1.200Últimas nacionais registradas antes da votação de 4 de outubro. A Datavero tem um único registro na base e o rótulo de nacional dela vem do plano amostral.

Registro no TSE não é divulgação confirmada. Dezessete nacionais com amostra igual ou superior a 1.000 têm divulgação prevista de 28 de setembro a 2 de outubro, e a tabela mostra quinze: a segunda linha da Real Time, com 2.000 entrevistas em 1º de outubro, fica neste rodapé, e duas linhas da Gerp com divulgação registrada para 29 de setembro ficam fora, porque o campo delas só começa em 30 de setembro e 1º de outubro, depois da data que o registro declara.

7.Watch list, gatilhos da semana

  1. O vão em 14.75pp e o terceiro lugar trocado, no fim de semana A leitura confirmada de 27 de setembro às 15h47 UTC traz Flávio Bolsonaro em 57.25% e Lula em 42.50%. No livro de terceiro lugar, Augusto Cury passou Renan Santos, 44.40% a 41.50%, fora da janela desta edição.
  2. As casas que se medem contra elas mesmas Quaest, NEXUS, AtlasIntel e Datafolha, quatro das seis casas que publicaram nas duas últimas janelas, voltam nesta semana. Entre aquelas duas janelas nenhuma das seis se moveu mais que 1.3 ponto no segundo turno; um movimento maior na última onda seria o primeiro deslocamento de eleitorado medido pela mesma régua.
  3. A medida provisória das bets dentro do campo A MP que proíbe as apostas saiu em 25 de setembro. A Quaest de 28 de setembro é a primeira nacional com campo dos dois lados da data, e as de 29 em diante têm campo inteiro depois dela.
  4. O debate da TV Globo em 1º de outubro A emissora convidou Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury e Ronaldo Caiado, e Renan Santos ficou fora pelo critério legal de bancada. Lula e Flávio Bolsonaro não tinham confirmado presença em 27 de setembro. A Datafolha fecha o campo no mesmo dia.
  5. A inflação precificada subiu meio ponto de faixa A faixa de 5.00% a 5.49% passou a 45.60% e a de 6.00% a 6.49% a 6.40%, num livro de USD 131 mil acumulados que recebeu USD 11 mil. É um book fino, e o deslocamento de massa para cima aconteceu sem fluxo relevante.

8.Metodologia

O AFOS não produz média ponderada e não arbitra entre fontes. Ele publica os três sinais lado a lado, preço de contrato, pesquisa registrada e fluxo de imprensa, e reporta a distância entre eles quando ela existe. Preço de mercado só vai ao ar depois de duas leituras independentes separadas por oito minutos que confirmem dentro de 0.20pp, contrato a contrato, e as séries de referência são medidas no backup diário da base e não na interface pública, que trava a janela em noventa dias. O vão desta edição é medido em instantes pareados, os dois lados com o mesmo carimbo, e toda afirmação de extremo declara a janela em que foi conferida.

As pesquisas citadas são as registradas no Tribunal Superior Eleitoral, com protocolo, amostra, margem e datas de campo declarados, e o escopo nacional é condição de entrada no quadro comparativo. Quando o rótulo de escopo depende de um campo de texto que a casa repete sem distinguir, a edição diz isso na linha em vez de publicar o rótulo como fato. O código e o método são abertos sob licença Apache 2.0. Cada alegação factual desta edição liga à fonte primária.

9.Leitura adicional · cobertura macro

Leitura complementar de contexto macro. O AFOS é fonte primária sobre divergência entre mercado e pesquisa; os links abaixo cobrem o pano de fundo econômico e institucional da janela.

Aviso obrigatório. Este brief é pesquisa observacional sobre infraestrutura de mercados de previsão, pesquisas eleitorais e fluxo de notícias. Não constitui recomendação de investimento. Nenhuma posição é recomendada ou implícita. Polymarket é mercado USD-denominado operando fora da jurisdição brasileira; volumes mencionados são informativos, não orientativos. Decisões de portfólio são responsabilidade exclusiva do leitor e devem considerar análise independente, perfil de risco e regulamentação aplicável.
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