AFOS Tradeoff · USA-2026 midterms Political Risk Weekly

AFOS Analytics

Pricing político em tempo real
Mercado de previsão × pesquisas × imprensa
sem médias suavizadas

Estados Unidos·Edição2·Semana de 27-31 julho 2026·Publicada Segunda 07:00 BRT
Sinal da semana

Esta é a primeira edição com recorte de semana da série americana. A Edição №1, de 31/Jul, foi de abertura: a coleta de mercado tinha acabado de ser ligada e reportar 'a semana' com três dias seria vender cobertura que não existia. A partir daqui a janela é a segunda a sexta anterior, na mesma cadência da edição do Brasil.

O recorte 27-31/Jul tem um achado e ele é a ausência de movimento. No contrato que paga se os democratas ficarem com a Câmara, o preço marcou 85.50% em todos os dias, oito leituras ao longo de seis dias de série. Não é oscilação pequena: é o mesmo número, repetido. No contrato do Senado, os republicanos estão em 55.50% desde 22/Jul, treze dias sem se mover.

O único preço que andou foi o dos democratas no Senado, de 43.50% para 44.50% em 02/Ago, já fora da janela. Ele subiu sem o lado republicano ceder, e o efeito é aritmético: os dois lados passaram a somar exatamente 100.00%, onde somavam 99.00%. Não houve mudança de leitura sobre quem ganha, houve fechamento da diferença entre as duas pontas do próprio contrato.

Do outro lado, quem mede intenção de voto não está de acordo. A média da casa para a Câmara é de D+5.69, sobre 26 pesquisas de 23 institutos numa janela de 30 dias. Mas a distância entre a leitura mais alta e a mais baixa é de 9 pontos, de D+11 no Big Data Poll e no Emerson College a D+2 na Reuters/Ipsos, na RMG Research e no Harvard/Harris. Duas casas de primeira linha, CNN/SSRS e Quinnipiac, foram a campo exatamente nos mesmos dias, de 23 a 27/Jul, e voltaram com D+8 e D+7.

O cruzamento da semana é esse: o preço está parado e quem mede o eleitorado está dividido em 9 pontos. As duas coisas medem grandezas diferentes e nenhuma corrige a outra, mas a leitura de onde está a incerteza é direta. Ela está na urna declarada, não no preço. O conjunto dos oito contratos que este painel acompanha acumula USD 16.74M.

1.Executive Summary

Câmara · democratas
85.50%
0.00pp em toda a série
Probabilidade de os democratas controlarem a Câmara. É o contrato mais fundo do conjunto, com USD 4.93M negociados, e marcou o mesmo número nas oito leituras dos seis dias de série, que começa em 29/Jul
Senado · republicanos
55.50%
0.00pp desde 22/Jul
Probabilidade de os republicanos controlarem o Senado, com USD 1.52M. A série deste contrato é longa, começa em 06/Mai, e já andou entre 49.50% e 58.50%. Então isto é trecho calmo, não contrato imóvel
Pesquisas · Câmara
D+5.69
9 pontos entre a mais alta e a mais baixa
Vantagem democrata em intenção de voto para a Câmara. Média aritmética simples de 26 pesquisas de 23 institutos em 30 dias, sem ponderar e sem excluir casa. A distância entre elas importa mais que a média

A semana de 27 a 31/Jul não teve movimento de preço nos dois contratos que decidem o controle do Congresso, e é isso que esta edição reporta. Preço parado costuma ser lido como mercado desatento, e aqui o volume desmente: são USD 4.93M só no lado democrata da Câmara. Contrato fundo que não anda não é contrato sem público, é contrato em que o público não viu nada que mudasse a resposta.

A divergência da semana está na urna. Vinte e três institutos mediram a mesma disputa na mesma janela e voltaram com 9 pontos de distância entre si. E existe uma terceira leitura, que é a mais interessante desta edição: dois contratos diferentes sobre o Senado dão respostas diferentes para a mesma pergunta, com 4.80 pontos entre eles. Os números de mercado são de 03/Ago às 17:11 UTC e passaram pela trava de captura, que faz duas leituras separadas por oito minutos e só libera se elas concordarem dentro de 0.20pp.

2.Por que este brief não subtrai o mercado da pesquisa

Este brief publica uma média de pesquisas e nunca a subtrai do preço de mercado. Parece detalhe técnico e não é: é o que separa uma leitura defensável de um número inventado.

Duas grandezas diferentes · por que a subtração não existe
A conta que não se faz
85.50% menos D+5.69
O primeiro número é uma **probabilidade**: a chance de um partido terminar com a maioria da Câmara. O segundo é uma **margem de votos**: quantos pontos percentuais um partido tem a mais que o outro na intenção declarada. Subtrair os dois dá um número sem unidade, que não descreve coisa nenhuma
Pior: esse número **mudaria de tamanho sozinho** se a pesquisa fosse expressa em outra escala, sem que nada acontecesse na eleição. Todo número que muda sem que o mundo mude não estava medindo o mundo
O que este brief compara
direção e movimento, nunca nível
O caso americano que prova o ponto: em 2012 os democratas tiveram mais votos para a Câmara e menos cadeiras. A distância entre ganhar em votos e ganhar em cadeiras pode ser inteiramente geografia, ou seja, como os distritos foram desenhados. Quem subtrai as duas medições está tratando essa geografia como se fosse erro de alguém
Por isso a comparação legítima é de direção, os dois andaram para o mesmo lado ou para lados opostos, e de convicção, um se moveu muito enquanto o outro ficou parado. Nesta semana a resposta é limpa: o preço não andou e as pesquisas discordam entre si em 9 pontos

Vale declarar o que enfraquece esta edição, e são duas coisas. A série da Câmara tem seis dias, começa em 29/Jul, e seis dias não distinguem contrato estável de contrato que ainda não teve motivo para andar: qualquer superlativo aqui é 'da série', com a data de início declarada, nunca 'do ciclo'. A do Senado é mais longa, começa em 06/Mai, e é a única desta peça que sustenta comparação histórica.

A segunda é de coleta, e é maior. A base de pesquisas foi reconstruída hoje, antes desta edição sair. Nossa leitura da página de origem estava destruindo 43 das 352 linhas da tabela, e o efeito não era perder linha: era o nome de um instituto engolir a linha inteira do anterior. Com isso o tracker do Morning Consult nunca chegava a existir na base e ficava fora da média. Nenhum percentual estava errado, e é justamente por isso que nenhum portão reclamou: o defeito era de etiqueta, não de número. Corrigido, a leitura foi de 307 para 351 linhas e a média caiu de D+6.00 para D+5.69, porque as três rodadas recuperadas do Morning Consult marcam D+3, D+3 e D+4, todas abaixo da média anterior. A consequência para quem acompanha a série: o D+5.57 publicado na №1 saiu da base defeituosa e não se compara com o número desta edição. A série de pesquisas começa aqui.

3.Cenários ponderados para a semana

Os cenários abaixo não são narrativa nossa: saem de um contrato que já precifica cada faixa de cadeiras republicanas no Senado. Onde no Brasil seria preciso construir a hipótese, aqui basta ler o que o mercado paga. As faixas somam 99.20%, dentro do portão de coerência de 95% a 105% que este painel exige para publicar distribuição, e o contrato acumula USD 2.74M.

📌 Uma regra do sistema americano muda a conta: num Senado empatado em 50 a 50, o voto de desempate é do vice-presidente. Por isso a faixa de 50 cadeiras entra do lado republicano.

Republicanos seguram o Senado · 50.70% pelo próprio mercado

Somando as faixas de 51 cadeiras ou mais (37.20%) com o empate em 50 (13.50%), que o desempate do vice resolve, o contrato de cadeiras dá 50.70% aos republicanos. As duas faixas isoladas mais pesadas desse lado empatam em 13.50%, a de exatamente 50 e a de exatamente 51, seguidas pela de 52, com 12.25%. É maioria apertada, não folgada: tudo acima de 52 cadeiras soma pouco.

Democratas viram o Senado · 48.50% pelo próprio mercado

As faixas em que os republicanos ficam com 49 cadeiras ou menos somam 48.50%, e a mais pesada delas é a de 47 ou menos, com 23.50%, quase um quarto de toda a probabilidade concentrada num único desfecho. Ou seja, quando este mercado imagina os democratas vencendo, ele não imagina por pouco. 🔴 E é aqui que os dois contratos do Senado se contradizem, o que está detalhado na grade abaixo.

Cauda · maioria republicana larga, 11.45%

As faixas de 53 cadeiras ou mais somam 11.45%, com a de 54 em 2.25% e a de 57 ou mais em 1.65%. É a cauda que praticamente nenhuma pesquisa nacional descreveria hoje, com a média em D+5.69, e mesmo assim tem dinheiro atrás: só a faixa de 54 cadeiras acumula USD 763 mil, o maior volume individual de todo o contrato de cadeiras. Volume alto numa faixa de baixa probabilidade é posição antiga que ficou aberta, não convicção de agora.

4.Indicator Grid

ContratoAtualΔ semanaVol USD acum.Leitura implícita
Câmara · democratas controlam85.50%0.00ppUSD 4.93MO mesmo número nas oito leituras dos seis dias de série, que começa em 29/Jul. É o contrato mais fundo do conjunto e o que menos se moveu
Câmara · republicanos controlam13.50%0.00ppUSD 4.04MTambém parado nos seis dias. Os dois lados somam 99.00%, e não 100%, o que é normal num book com spread aberto
Senado · republicanos controlam55.50%0.00pp desde 22/JulUSD 1.52MTreze dias no mesmo número. A série é longa, começa em 06/Mai, com máximo de 58.50% em 27/Jun e mínimo de 49.50% em 06/Mai
Senado · democratas controlam44.50%↑1.00pp em 02/AgoUSD 2.15MO único preço que andou, e já fora da janela desta edição. Subiu sem o lado republicano ceder, então os dois passaram a somar 100.00%
Senado por cadeiras · republicanos com 51 ou mais37.20%sem série diáriaUSD 2.36MSomando o empate em 50, que o desempate do vice resolve, chega a 50.70%. O contrato de controle diz 55.50% para a mesma pergunta
Senado por cadeiras · republicanos com 47 ou menos23.50%sem série diáriaUSD 168 milA faixa isolada mais provável de todo o contrato de cadeiras, e ela é de vitória democrata larga
Governos estaduais · faixa republicana mais provável22 ou 23, com 31.00%sem série diáriaUSD 680 milA segunda distribuição que passou no portão, com soma de 101.65%. Ficar com 22 governos ou mais soma 84.15%, e ficar abaixo de 22 soma 17.50%. É a única corrida deste painel em que o mercado precifica continuidade, e não virada
Pesquisas · média para a CâmaraD+5.69sem comparação com a №1não se aplica47.77% x 42.08%, média simples de 26 pesquisas de 23 institutos numa janela de 30 dias desde 04/Jul. ⚠️ Não há Δ contra a №1 de propósito: a base foi reconstruída hoje e o D+5.57 daquela edição saiu da leitura defeituosa. Comparar os dois seria inventar um movimento que não houve
Pesquisas · distância entre o instituto mais alto e o mais baixo9.0 pontossem sérienão se aplicaDe D+11 no Big Data Poll (campo 27-29/Jul) e no Emerson College a D+2 na Reuters/Ipsos, na RMG Research e no Harvard/Harris. É o número que a média esconde
Eleição acontece no prazo96.25%↑0.20pp desde a №1USD 269 milO contrato mais quieto do conjunto. O movimento é do tamanho exato da tolerância da nossa trava de captura, ou seja, indistinguível de ruído

5.Liquidez e estrutura de mercado

Os 8 contratos das midterms acompanhados por este painel · vol. acumulado desde aberturaUSD 16.74M
1Câmara · quem controlaDem 85.50%USD 8.97M
2Senado · quem controlaRep 55.50%USD 3.66M
3Senado · quantas cadeirasdistribuição, soma 99.20%USD 2.74M
4Governos estaduais · quantosdistribuição, soma 101.65%USD 0.68M
5Câmara · quantas cadeirasREPROVADO, soma 110.90%USD 0.28M

6.Calendário eleitoral até novembro

DataPrintAmostraPor que importa
04/AgoPrimária estadual do Michiganprimária, não eleição geralA disputa que dominou a cobertura da semana. Define quem os democratas põem na corrida pelo Senado num estado que aparece nas contas dos dois lados
Ao longo de agostoOutras primárias estaduaiscalendário próprio de cada estadoNão entram neste painel por estimativa: cada estado tem calendário e regra própria, e não estão na nossa base. Quando entrarem, entram com fonte
Set e OutTrackers nacionaissem registro obrigatórioAo contrário do Brasil, não existe registro prévio de pesquisa nos Estados Unidos. Não há data de print para antecipar, só a cadência de quem publica
03/NovEleiçãoCâmara inteira, um terço do SenadoA data em que todos os contratos deste painel liquidam

Não existe equivalente ao registro do TSE nos Estados Unidos, então este calendário é o da eleição, não o de publicação de pesquisa. As pesquisas usadas por este brief vêm de um índice que diz quais existem, e cada número segue atribuído ao instituto que o produziu, com link para a fonte primária. Nesta rodada, nenhuma das 39 leituras da janela ficou sem fonte primária.

7.Watch list, gatilhos da semana

  1. Dois contratos sobre o Senado discordam em 4.80 pontos. O de controle dá 55.50% aos republicanos. O de cadeiras, somando 51 ou mais (37.20%) com o empate em 50 (13.50%), dá 50.70%. É a mesma pergunta com duas respostas, e a diferença não é de mercado raso contra mercado fundo: o de cadeiras carrega USD 2.74M contra USD 1.52M do de controle. **O contrato com mais dinheiro é justamente o que dá menos chance aos republicanos.**
  2. A série da Câmara tem seis dias e marcou o mesmo número em todos. 85.50%, sem variação nenhuma desde 29/Jul, em oito leituras. Vigiar se isso é estabilidade ou ausência de motivo, porque seis dias não separam as duas coisas. A primeira leitura que mover esse preço vale mais que qualquer análise sobre ele estar parado.
  3. A distância entre institutos é maior que todo o movimento de preço do período. Nove pontos entre a leitura mais alta e a mais baixa, contra 1.00pp de tudo que os quatro preços principais andaram desde 22/Jul. Enquanto essa distância não fechar, a média de D+5.69 é um resumo frágil, e é por isso que este brief publica a dispersão antes dela.
  4. A base de pesquisas foi reconstruída horas antes desta edição, e a média mudou. Nossa leitura da tabela de origem destruía 43 das 352 linhas, e o tracker do Morning Consult nunca entrava na média por causa disso. Corrigido, foram de 307 para 351 linhas lidas e a média caiu de D+6.00 para **D+5.69**. Nenhum percentual estava errado, o que explica por que nenhum portão pegou: o defeito era de etiqueta. O que vigiar agora é o oposto, que **o Morning Consult entra três vezes na janela e um instituto de rodada única entra uma**, ou seja, quem publica mais pesa mais numa média que se declara sem ponderação. É questão de método, está em aberto, e não se resolve no meio de uma edição.
  5. Michigan decide na terça 04/Ago. É a primária que concentrou a cobertura dos veículos da lista fixa nesta janela: 7 das 10 matérias coletadas em 03/Ago falam dela. O painel não precifica primária estadual, e o efeito dela aparece indiretamente, no candidato que sobra para a disputa de novembro, que é o que os contratos deste brief medem.

8.Metodologia

Mercado: Polymarket, lido pelo proxy da própria plataforma, capturado a cada 30 minutos e com ponto diário garantido mesmo quando o preço não anda, para a série registrar tempo e não só mudança. Todo preço citado passou pela trava de captura: duas leituras independentes separadas por oito minutos, liberadas só se concordarem dentro de 0.20pp. Pesquisas: média aritmética simples numa janela de 30 dias, sem ponderação e sem excluir instituto, montada a partir de um índice que diz quais pesquisas existem, enquanto cada número segue atribuído a quem o produziu. Quando o mesmo instituto publica mais de um recorte da mesma rodada, entra um só, mas rodadas diferentes do mesmo instituto entram cada uma, e por isso a janela tem 26 pesquisas de 23 institutos. ⚠️ Defeito de coleta corrigido nesta rodada, e declarado porque mudou número publicado: a leitura da tabela de origem achatava citações de várias linhas para não cortar célula no meio, e nesse achatamento tratava a referência abreviada, que não tem fechamento próprio, como se fosse uma citação aberta. O efeito era varrer as quebras de linha até a citação seguinte e destruir 43 dos 352 separadores de linha da tabela. As linhas não sumiam: eram absorvidas pelo nome do instituto seguinte. Corrigido hoje, a leitura foi de 307 para 351 linhas, os 51 rótulos corrompidos foram a zero e a média caiu de D+6.00 para D+5.69. Nenhum percentual estava errado antes nem depois, e é por isso que os portões de valor não pegaram nada: o defeito era de etiqueta. O portão de forma passou a recusar nome de instituto com cano, porcentagem ou atributo de célula. Distribuições: uma distribuição só chega a esta página quando as faixas dela somam entre 95% e 105%. Nesta rodada passam a de cadeiras do Senado (99.20%) e a de governos estaduais (101.65%); ficam fora a de cadeiras da Câmara (110.90%), a de comparecimento (91.40%) e a de margem do voto popular (148.25%). Profundidade de book não é citada: liquidez baixa no Polymarket não significa preço errado, porque o mercado é arbitrado continuamente, e expor esse número gera leitura torta. O que este brief não faz: não prevê resultado, não diz qual medição está certa e não emite recomendação de investimento.

9.Leitura adicional · cobertura macro

Matérias da semana em veículos da lista fixa do AFOS. Este brief é fonte primária de mercado e pesquisa; o que segue é leitura de contexto. Só entram links que resolvem para o site do próprio veículo: dos 10 itens coletados em 03/Ago, 4 tinham endereço canônico e são estes; os outros 6 só existiam via agregador e ficaram de fora, com o descarte declarado aqui.

Aviso obrigatório. Este brief é pesquisa observacional sobre infraestrutura de mercados de previsão, pesquisas eleitorais e fluxo de notícias. Não constitui recomendação de investimento. Nenhuma posição é recomendada ou implícita. Polymarket é mercado USD-denominado operando fora da jurisdição brasileira; volumes mencionados são informativos, não orientativos. Decisões de portfólio são responsabilidade exclusiva do leitor e devem considerar análise independente, perfil de risco e regulamentação aplicável.
AFOS
AFOS Analytics
Global Political Risk Intelligence · GLOBAL POR DESIGN

Receba por e-mail

O AFOS Tradeoff é a leitura semanal de risco político do Brasil, para quem decide com base em dado, não em manchete.

Sem spam. Cancele quando quiser.

Depois do cadastro você escolhe se quer receber em português, inglês ou espanhol.

AFOS Tradeoff · EUA · Edição №2 · O preço não se mexeu e os institutos discordam em 9 pontos | AFOS Analytics